E a temporada de caça a CPUs e GPUs está aberta
Bom, a menos que tenha morado dentro de uma caverna nos últimos 3 anos, você já deve saber que Crysis 2 está a caminho. A continuação de um dos jogos que mais deu dor de cabeça aos PCs na época de seu lançamento foi anunciado já faz um bom tempo e deve sair ainda nesse ano. Uma das principais novidades é que o jogo não será mais exclusivo para PC, como o primeiro título foi, e, além dos computadores, o Xbox 360 e o PlayStation 3 também receberão o shooter da alemã Crytek.
Confesso a vocês que, num primeiro momento, me senti aliviado pelo fato de Crysis ter se tornado uma franquia multiplataforma. Se a Crytek mostrar o devido respeito aos três sistemas que receberão seu novo shooter, tudo indica que Crysis 2 não será tão pesado e nem tão mal programado quanto o primeiro foi, ao ponto crítico de literalmente fritar processadores de vídeo. Afinal de contas, a Crytek teria que entregar simultaneamente o mesmo jogo no PC, no Xbox 360 e no PlayStation 3 e, levando em consideração que o hardware de consoles já foi superado pelos computadores, Crysis 2 deve naturalmente exigir menos do que o seu antecessor exigiu. Deve.
O problema é que jogos multiplataformas são facas de dois gumes: ao mesmo tempo que todas as plataformas podem receber o mesmo nível de atenção dos desenvolvedores, a situação pode se inverter completamente e dar origem aos infames ports. É triste imaginar, mas no ritmo que a indústria de entretenimento anda, tudo aponta para a real possibilidade de Crysis 2 aparecer nos PCs não como uma edição propriamente dita feita especialmente para a plataforma, mas sim como uma simples adaptação das edições de console, trazendo uma estrutura apenas modificada para ser lida em computadores, sem nenhuma vantagem, além de vários problemas de desempenho, semelhante ao que aconteceu com o blockbuster Grand Theft Auto IV, cuja adaptação ao PC foi tão mal feita que a tela de configuração de comandos continha um controle de Xbox 360.
Ao mesmo tempo que todos estão na esperança de que a Crytek capriche para não criar outro título “irrodável”, já há quem afirme que Crysis 2 seja um dos mais belos jogos dos últimos tempos, estando mais do que preparado para levar adiante a hegemonia da franquia no que diz respeito a gráficos fotorealistas, mas que não exija três placas de vídeo top de linha num computador só, como aconteceu com o primeiro título.
De fato, Crysis 2 não será “apenas” bonito, mas estará entre os “mais belos já vistos” pela revista alemã PCGames, que já teve a oportunidade de testar o shooter sci-fi da Electronic Arts rodando num Xbox 360. O cenário? A gigantesca Nova York devastada por um ataque da mesma trupe de alienígenas do antecessor. Se já foi um sufoco exibir florestas e ilhas paradisiácas no seu monitor, se prepare para andar por um mar de arranha-céus enormes habitados por seres nada amigáveis armados até os dentes de texturas e filtros em altíssima definição, loucos para levar seu hardware ao limite do limite.
No final das contas, só o que podemos esperar é a boa vontade da desenvolvedora alemã. Se tem um jogo que todos querem jogar, ou ao menos prestigiar tamanha beleza, é Crysis, um fenômeno que conseguiu atrair a atenção até dos menos chegados e capaz de levar a boa e velha guerra entre NVIDIA e ATI a níveis que nunca havia se visto antes graças a um visual próximo da perfeição. Agora, com a continuação saindo simultaneamente em três plataformas, há boas chances do segundo capítulo reverter aquele rótulo de jogo “irrodável”, balancear um visual espetacular com um desempenho estável e fixar-se definitivamente como o mais belo jogo já visto.
Bom, a menos que tenha morado dentro de uma caverna nos últimos 3 anos, você já deve saber que Crysis 2 está a caminho. A continuação de um dos jogos que mais deu dor de cabeça aos PCs na época de seu lançamento foi anunciado já faz um bom tempo e deve sair ainda nesse ano. Uma das principais novidades é que o jogo não será mais exclusivo para PC, como o primeiro título foi, e, além dos computadores, o Xbox 360 e o PlayStation 3 também receberão o shooter da alemã Crytek.
Confesso a vocês que, num primeiro momento, me senti aliviado pelo fato de Crysis ter se tornado uma franquia multiplataforma. Se a Crytek mostrar o devido respeito aos três sistemas que receberão seu novo shooter, tudo indica que Crysis 2 não será tão pesado e nem tão mal programado quanto o primeiro foi, ao ponto crítico de literalmente fritar processadores de vídeo. Afinal de contas, a Crytek teria que entregar simultaneamente o mesmo jogo no PC, no Xbox 360 e no PlayStation 3 e, levando em consideração que o hardware de consoles já foi superado pelos computadores, Crysis 2 deve naturalmente exigir menos do que o seu antecessor exigiu. Deve.
O problema é que jogos multiplataformas são facas de dois gumes: ao mesmo tempo que todas as plataformas podem receber o mesmo nível de atenção dos desenvolvedores, a situação pode se inverter completamente e dar origem aos infames ports. É triste imaginar, mas no ritmo que a indústria de entretenimento anda, tudo aponta para a real possibilidade de Crysis 2 aparecer nos PCs não como uma edição propriamente dita feita especialmente para a plataforma, mas sim como uma simples adaptação das edições de console, trazendo uma estrutura apenas modificada para ser lida em computadores, sem nenhuma vantagem, além de vários problemas de desempenho, semelhante ao que aconteceu com o blockbuster Grand Theft Auto IV, cuja adaptação ao PC foi tão mal feita que a tela de configuração de comandos continha um controle de Xbox 360.
Ao mesmo tempo que todos estão na esperança de que a Crytek capriche para não criar outro título “irrodável”, já há quem afirme que Crysis 2 seja um dos mais belos jogos dos últimos tempos, estando mais do que preparado para levar adiante a hegemonia da franquia no que diz respeito a gráficos fotorealistas, mas que não exija três placas de vídeo top de linha num computador só, como aconteceu com o primeiro título.
De fato, Crysis 2 não será “apenas” bonito, mas estará entre os “mais belos já vistos” pela revista alemã PCGames, que já teve a oportunidade de testar o shooter sci-fi da Electronic Arts rodando num Xbox 360. O cenário? A gigantesca Nova York devastada por um ataque da mesma trupe de alienígenas do antecessor. Se já foi um sufoco exibir florestas e ilhas paradisiácas no seu monitor, se prepare para andar por um mar de arranha-céus enormes habitados por seres nada amigáveis armados até os dentes de texturas e filtros em altíssima definição, loucos para levar seu hardware ao limite do limite.
No final das contas, só o que podemos esperar é a boa vontade da desenvolvedora alemã. Se tem um jogo que todos querem jogar, ou ao menos prestigiar tamanha beleza, é Crysis, um fenômeno que conseguiu atrair a atenção até dos menos chegados e capaz de levar a boa e velha guerra entre NVIDIA e ATI a níveis que nunca havia se visto antes graças a um visual próximo da perfeição. Agora, com a continuação saindo simultaneamente em três plataformas, há boas chances do segundo capítulo reverter aquele rótulo de jogo “irrodável”, balancear um visual espetacular com um desempenho estável e fixar-se definitivamente como o mais belo jogo já visto.


Nenhum comentário:
Postar um comentário