África tua.

Quando a Crytek lançou Far Cry para o mercado não passava de uma quase desconhecida produtora alemã. Os tempos mudaram, Far Cry cresceu e arrastou a sua produtora consigo. Seguiu-se Crysis e o passar do nome Far Cry para a editora do primeiro jogo, a gaulesa Ubisoft. Apesar de ser uma tarefa algo ingrata, a Ubisoft colocou o seu melhor estúdio – Montreal – a trabalhar em Far Cry 2. Fomos ver para onde se encaminha a sequela.
A primeira característica que salta à vista, ainda mesmo de terminarmos a viagem de jipe que serve para nos ambientarmos à África representada no jogo, é que o protagonista mudou. Jack Carver é história, sendo que o novo protagonista terá como único objectivo capturar e exterminar Jackal, um temido traficante armas que serve de combustível para a situação de guerrilha que ocupa aquelas savanas. Obviamente, se tudo corresse conforme o planeado a estória contava-se numa hora, portanto, esperam-vos alguns imprevistos, sendo um dos mais fortes o contágio com malária.
Daquilo que pudemos jogar, ficámos logo com a sensação de que Far Cry 2 será alimentado por muitos jogos de espelho, com trabalhos a ocorrem para o lado de quem nos contratou para matar e também do lado que queremos eliminar. Literalmente, sentimos que o inimigo nos quer mais próximo dele e evitar as surpresas que andamos a preparar.
Esta preparação é feita em terreno aberto, ou seja, em vez de andarmos em linha recta como na maior parte dos Atiradores na Primeira Pessoa, em Far Cry 2 temos um terreno de jogo idêntico ao visto em Grand Theft Auto, Saint's Row ou até noutra obra desta mesma produtora, Assassin's Creed. Temos veículos à nossa disposição, sítios para comprar armas, receber actualizações sobre as missões e descansar, o que abre um ciclo de dia / noite em tempo real.
Fazer frente a uma área de jogo tão dispersa requer GPS, um binóculo para assinalar no mapa os sítios com mais interesse e ainda um pequeno aparelho que nos avisa quando estamos perto de um diamante. Estes diamantes são de uma extrema importância no jogo, uma vez que são eles que podem ser trocados por armas. Aqui não existem dólares ou euros, tudo se compra e vende a troco de quilates.
Outro aspecto curioso com que nos deparamos é a existência de companheiros. Não que ataquemos os inimigos em bando, em vez disso, ao longo da estória vamos resgatando pessoas que se tornam úteis mais à frente. Através das 33 missões principais, iremos travar amizade com pouco mais de uma dezena de "salvadores". Para prolongar ainda mais a nossa estadia em Far Cry 2 existem ainda algumas missões secundárias. Mesmo não contando nada para o desenrolar da aventura, são elas que nos permitirão ter acesso a algumas armas mais raras e outros brindes para os mais persistentes.
Dotados de uma inteligência artificial que nos pareceu bastante acima da média, não foi preciso muito para vermos jipes carregados de guerrilheiros à nossa procura. Como estávamos escondidos atrás de uma rocha, pudemos observar o seu comportamento à volta do nosso carro. À espera que nos chegássemos, tal e qual como se assistíssemos a um filme baseado naquela narrativa.
E por falar em filmes, quem já viu Diamante de Sangue terá uma ideia exacta do ambiente que encontrará em Far Cry 2. Se pensam que lá por o cenário ser grande isso é significado de áreas desertas e uma colagem de texturas até à exaustão, desenganem-se. O cenário funciona como outra personagem, que respira e se transforma à nossa passagem. A densidade da vegetação conjugada com uns efeitos de luz capazes de nos arrebatarem emoções é a conjugação perfeita para que nos sentamos abraçados pelo jogo. A única característica que adorávamos ver corrigida até à versão final é o acumular de pixéis em algumas zonas mais escuras, de onde é um perfeito exemplo a sombra de algumas casas. Porém, nada que vá beliscar a qualidade geral do capítulo gráfico.
Existe ainda um editor de mapas para gáudio dos mais criativos e vários modos multijogador. Porém, dado que esta versão do jogo ainda está em plena construção, estes componentes e uma revisão mais aprofundada ao produto terá que ficar para quando o jogo chegar às nossas prateleiras, algo que deverá acontecer já no próximo dia 24. Até lá fica a ideia de que Far Cry 2 tem tudo para vir a ser um dos Atiradores na Primeira Pessoa que mais alarido levantará neste final de ano.
A primeira característica que salta à vista, ainda mesmo de terminarmos a viagem de jipe que serve para nos ambientarmos à África representada no jogo, é que o protagonista mudou. Jack Carver é história, sendo que o novo protagonista terá como único objectivo capturar e exterminar Jackal, um temido traficante armas que serve de combustível para a situação de guerrilha que ocupa aquelas savanas. Obviamente, se tudo corresse conforme o planeado a estória contava-se numa hora, portanto, esperam-vos alguns imprevistos, sendo um dos mais fortes o contágio com malária.
Daquilo que pudemos jogar, ficámos logo com a sensação de que Far Cry 2 será alimentado por muitos jogos de espelho, com trabalhos a ocorrem para o lado de quem nos contratou para matar e também do lado que queremos eliminar. Literalmente, sentimos que o inimigo nos quer mais próximo dele e evitar as surpresas que andamos a preparar.
Esta preparação é feita em terreno aberto, ou seja, em vez de andarmos em linha recta como na maior parte dos Atiradores na Primeira Pessoa, em Far Cry 2 temos um terreno de jogo idêntico ao visto em Grand Theft Auto, Saint's Row ou até noutra obra desta mesma produtora, Assassin's Creed. Temos veículos à nossa disposição, sítios para comprar armas, receber actualizações sobre as missões e descansar, o que abre um ciclo de dia / noite em tempo real.
Fazer frente a uma área de jogo tão dispersa requer GPS, um binóculo para assinalar no mapa os sítios com mais interesse e ainda um pequeno aparelho que nos avisa quando estamos perto de um diamante. Estes diamantes são de uma extrema importância no jogo, uma vez que são eles que podem ser trocados por armas. Aqui não existem dólares ou euros, tudo se compra e vende a troco de quilates.
Outro aspecto curioso com que nos deparamos é a existência de companheiros. Não que ataquemos os inimigos em bando, em vez disso, ao longo da estória vamos resgatando pessoas que se tornam úteis mais à frente. Através das 33 missões principais, iremos travar amizade com pouco mais de uma dezena de "salvadores". Para prolongar ainda mais a nossa estadia em Far Cry 2 existem ainda algumas missões secundárias. Mesmo não contando nada para o desenrolar da aventura, são elas que nos permitirão ter acesso a algumas armas mais raras e outros brindes para os mais persistentes.
Dotados de uma inteligência artificial que nos pareceu bastante acima da média, não foi preciso muito para vermos jipes carregados de guerrilheiros à nossa procura. Como estávamos escondidos atrás de uma rocha, pudemos observar o seu comportamento à volta do nosso carro. À espera que nos chegássemos, tal e qual como se assistíssemos a um filme baseado naquela narrativa.
E por falar em filmes, quem já viu Diamante de Sangue terá uma ideia exacta do ambiente que encontrará em Far Cry 2. Se pensam que lá por o cenário ser grande isso é significado de áreas desertas e uma colagem de texturas até à exaustão, desenganem-se. O cenário funciona como outra personagem, que respira e se transforma à nossa passagem. A densidade da vegetação conjugada com uns efeitos de luz capazes de nos arrebatarem emoções é a conjugação perfeita para que nos sentamos abraçados pelo jogo. A única característica que adorávamos ver corrigida até à versão final é o acumular de pixéis em algumas zonas mais escuras, de onde é um perfeito exemplo a sombra de algumas casas. Porém, nada que vá beliscar a qualidade geral do capítulo gráfico.
Existe ainda um editor de mapas para gáudio dos mais criativos e vários modos multijogador. Porém, dado que esta versão do jogo ainda está em plena construção, estes componentes e uma revisão mais aprofundada ao produto terá que ficar para quando o jogo chegar às nossas prateleiras, algo que deverá acontecer já no próximo dia 24. Até lá fica a ideia de que Far Cry 2 tem tudo para vir a ser um dos Atiradores na Primeira Pessoa que mais alarido levantará neste final de ano.

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