A expansão que queria ser missão secundária.

A vida de Mass Effect tem sido tudo menos serena. Isso mostrou-se antes do jogo sair para o mercado, com a ansiedade de quem contava os dias para experimentar o novo trabalho dos criadores de Knights of the Old Republic, mostrou-se aquando do seu lançamento, com as opiniões a dividirem-se acerca da mecânica de jogo e, finalmente, tem-se mostrado depois deste ter chegado a todo o mundo, quando o jogo se viu envolvido num aceso debate sobre a violência e sexualidade nos videojogos. Agora, praticamente quatro meses volvidos sobre a entrada de Mass Effect no nosso mercado, a rapaziada da BioWare colocou no Xbox Live a primeira expansão do seu mais recente Role-Playing Game. E nós fomos experimentar o novo trabalho do Capitão Shepard e companhia.
Apelidado de Bring Down the Sky, nesta expansão vamos tomar conhecimento de uma nova raça alienígena, os Batarians. Se pensam travar uma forte amizade com eles, esqueçam, uma vez que foi um grupo extremista desta raça que desviou um asteróide no sistema de Asgard, colocando-o em rota de colisão com a colónia mais próxima, Terra Nova. Inevitavelmente, compete-nos a nós, na pele do Comandante Shepard, travar as intenções dos Batarians de ceifar a vida a milhões de cidadãos inocentes.
Para extinguir os propósitos dos Batarians, o jogador tem que desligar três propulsores colocados em pontos estratégicos do cenário e, finalmente, é forçado a prestar uma visita ao complexo principal, onde travamos uma marcante conversa com Barak, o líder dos Batarians. As novas actividades de jogo não se ficam por aqui, mas não queremos estragar o prazer daqueles que estão interessados em comprar este extra para Mass Effect. Apesar de ter várias actividades para serem concluídas e até um braço de estória secundário, onde temos que vasculhar o cenário de jogo à procura de sobreviventes, estamos em crer que a maior parte dos jogadores gastará pouco mais de uma hora a concluir Bring Down the Sky, o que é significativamente menos dos 90 minutos anunciados pela BioWare.
Tal como no jogo principal, também aqui, por vezes, somos brindados com abrandamentos significativos na framerate do jogo, assim como com texturas que insistem em se atrasar a aparecer. Não esperávamos nenhuma revolução técnica no motor de jogo para esta expansão, mas não pudemos deixar de sentir que a produtora não está a fazer grandes esforços para oferecer o melhor que a consola já viu a quem compra Bring Down the Sky. Sinceramente, esperamos que nas próximas expansões Mass Effect já se apresente mais suave à vista.
A pergunta que deverá estar a assaltar a mente de muitos é "Quanto custa?" Pois bem, Bring Down the Sky está disponível a troco de 400 pontos Microsoft, um valor que rondará os 6 euros na nossa moeda corrente. Não é um preço demasiado exorbitante para o produto que é, pois já vimos outras empresas explorar muito mais os seus fãs. Porém, não deixa de ser verdade que, como expansão, Bring Down the Sky não traz nada de significativo à trama principal, ou seja, não pensem que vão ficar menos letrados em Mass Effect caso não comprem esta expansão. A melhor maneira de definir sucintamente Bring Down the Sky é: Uma fraca expansão que é uma excelente missão secundária.
Apelidado de Bring Down the Sky, nesta expansão vamos tomar conhecimento de uma nova raça alienígena, os Batarians. Se pensam travar uma forte amizade com eles, esqueçam, uma vez que foi um grupo extremista desta raça que desviou um asteróide no sistema de Asgard, colocando-o em rota de colisão com a colónia mais próxima, Terra Nova. Inevitavelmente, compete-nos a nós, na pele do Comandante Shepard, travar as intenções dos Batarians de ceifar a vida a milhões de cidadãos inocentes.
Para extinguir os propósitos dos Batarians, o jogador tem que desligar três propulsores colocados em pontos estratégicos do cenário e, finalmente, é forçado a prestar uma visita ao complexo principal, onde travamos uma marcante conversa com Barak, o líder dos Batarians. As novas actividades de jogo não se ficam por aqui, mas não queremos estragar o prazer daqueles que estão interessados em comprar este extra para Mass Effect. Apesar de ter várias actividades para serem concluídas e até um braço de estória secundário, onde temos que vasculhar o cenário de jogo à procura de sobreviventes, estamos em crer que a maior parte dos jogadores gastará pouco mais de uma hora a concluir Bring Down the Sky, o que é significativamente menos dos 90 minutos anunciados pela BioWare.
Tal como no jogo principal, também aqui, por vezes, somos brindados com abrandamentos significativos na framerate do jogo, assim como com texturas que insistem em se atrasar a aparecer. Não esperávamos nenhuma revolução técnica no motor de jogo para esta expansão, mas não pudemos deixar de sentir que a produtora não está a fazer grandes esforços para oferecer o melhor que a consola já viu a quem compra Bring Down the Sky. Sinceramente, esperamos que nas próximas expansões Mass Effect já se apresente mais suave à vista.
A pergunta que deverá estar a assaltar a mente de muitos é "Quanto custa?" Pois bem, Bring Down the Sky está disponível a troco de 400 pontos Microsoft, um valor que rondará os 6 euros na nossa moeda corrente. Não é um preço demasiado exorbitante para o produto que é, pois já vimos outras empresas explorar muito mais os seus fãs. Porém, não deixa de ser verdade que, como expansão, Bring Down the Sky não traz nada de significativo à trama principal, ou seja, não pensem que vão ficar menos letrados em Mass Effect caso não comprem esta expansão. A melhor maneira de definir sucintamente Bring Down the Sky é: Uma fraca expansão que é uma excelente missão secundária.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
poder tudo que quiser de video game