Xat

REGRAS -NÃO COLOCAR LINKS DE SEU BLOG , NEM FAÇAR propaganda de blog , NEM ESCREVE MUITA PALAVRÃOS ,NEM XINGAR, NEM COLOCAR SEU ORKUT AQUI NEM MSN, QUE QUISER COLOCAR EM PRIVADO OK?, NEM COLOCAR VIDEO DE PUTARIA OU FOTO TAMBEM,SEM FANBOY, nem faz muita flooder,NEM FACAR BARULHOR DE SOM DIFERENCE TODAS HORAS, SENÃO SERÃO BANIDO

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

MAG - facções receberão ajustes
MAG factions
MAG
, ou por extenso Massive Action Game, é o recentemente lançado FPS da Zipper Interactive que junta até 256 jogadores num campo de batalha.

Os jogadores escolhem de início uma de três facções, Valor, Raven ou S.V.E.R., e entregam-se de corpo e alma à mesma pois se quiserem mudar, antes de chegarem ao nível 60, têm que começar do zero. De forma a justificar a existência das três facções, cada grupo tem as suas forças e fraquezas, acesso a diferentes armas e acessórios.

Acontece que neste momento as diferenças compensam mais a facção S.V.E.R. do que deviam e o equilíbrio perde-se quando um outro grupo se encontra no campo de batalha contra os encapuzados e mascarados do jogo.

Jeremy Dunham, Gestor Sénior da Comunidade da Zipper Interactive, escreveu no Playstation.Blog, "estamos sempre a trabalhar equilíbrio das facções - este é um trabalho que nunca ficará concluído visto haver inúmeros factores graças à jogabilidade online, novas estratégias". No final do seu post, Dunham deixou o seguinte aviso: "os próximos in-game updates terão ajustes de equilíbrio significantes que terão um impacto notável não obstante da facção com que tu jogues".
Afinal de contas, vai sair uma versão de Dead Space 2 para PC ou não?

Por mais que a versão para computadores do tão aguardado título Dead Space 2 não tenha aparecido no cronograma da Electronic Arts para o ano fiscal de 2011 (e um representante falou que isso realmente não está nos planos), nada está perdido... Ainda. Outro representante da EA disse que a companhia ainda está considerando fazer um game para PC.

"A Visceral Studios está dedicando seu trabalho para entregar uma sequência espetacular de Dead Sapce para PlayStation 3 e Xbox 360. Uma SKU (unidade de estoque) para PC esta sob consideração. Nada mais a comentar por enquanto."

Através do canal social Twitter, Jeff Green — editor da EA — disse que os usuários dos computadores não precisam se preocupar com a falta de uma versão para PC. E agora, no que acreditar?

Dead Space 2 aparecerá pelo menos nos consoles de última geração no quarto trimestre fiscal de 2011, o que significa uma data de lançamento entre janeiro e março do ano que vem.

nova foto de pefil



olhá todos vcs em Blog de VIDEO GAME BRASIL, eu q fiz essa foto nova pra min colocar meu perfil de BOLG,dar um recado ai , pra ver q vc q gostou dessa foto valeu

Killzone 2


Killzone 2 é um jogo de tiro em primeira pessoa envolvido em uma trama de ficção científica e exclusivo para o PS3. O título tem certo enfoque nos tiroteios contra um número grande de inimigos em campos de batalha envolventes, com explosões contínuas e muito fogo.
Assim como a maior parte dos jogos do gênero mais recentes, Killzone 2 apresenta apenas as estatísticas de batalha mais importantes, como a munição. Aspectos como a vida do jogador não são mostrados na tela em números, entretanto, se o jogador é atingido muitas vezes, tudo se torna preto e branco, indicando que ele está para morrer.
O título apresenta gráficos supreendentes, com animações de alta qualidade e efeitos como a profundidade de campo, que desenha a perspectiva através da alteração do foco.

AVALIAÇÃO

GRAFICO ............10
HISTORIA ............10
JOGABILIDADE .......10
SOM .......10

TOTAL ..................10

OTIMO


Assassins Creed II para PC não terá suporte a DirectX10/11

A versão para PC de Assassins Creed II que será lançada logo mais em meados de Março, usará como base o DirectX 9 e não oferecerá suporte a DirectX 10/11, pelo menos é o que afirma David Champagne chefe de Programação 3D de Assassins Creed II em uma entrevista concedida ao site "PC GAMES HARDWARE".

imagem


Em alguns momentos da entrevista pode-se conferir respectivamente as seguintes perguntas e respostas:

"PCGH: Assumindo que Assassins Creed II terá suporte também ao DirectX 10, o DirectX 10 irá diferenciar substancialmente a visualização dos gráficos que são rederizados em um hardware com DirectX 9 ou o DirectX 10 apenas acelerará o processo de rederização? E se há um visual específico em DirectX 10, que recursos poderão apenas serem rederizados em um hardware com Shader Model 4.0?

David Champagne: Assassins Creed II não possui suporte específico para o DirectX 10 (mas o jogo poderá rodar suavemente em sistemas que usem DirectX 10 e 11).

PCGH: Assassins Creed II terá suporte ao DirectX 11?

David Champagne: Não."


imagem


Um dos motivos para essa decisão segundo David Champagne é que ainda uma parte dos gamers (em torno de 40%) usam o Windows XP e consequentemente o DirectX 9 para rodar seus jogos.

Você pode conferir a entrevista na íntegra clicando aqui.

imagem


É pessoal, torçamos para que Assassins Creed II não seja mais um dos ports mal feitos dos consoles para o PC, tal qual GTAIV que ainda sofre com remendos de patchs até hoje.
Franquia de Badman muda de nome e segundo game é atrasado.

Uma série nada convencional... Que foi forçada a mudar de nome. O título conhecido como Holy Invasion of Privacy, Badman! What Did I Do to Deserve This? foi bem recebido por muitos críticos, mas não terá um sucessor com nome parecido.

O pessoal da NIS America disse que a série Holy Invasion of Privacy, Badman estava em um conflito de interesses com uma propriedade intelectual existente e, portanto, será chamada de What Did I Do to Deserve This, My Lord!? Há quem diga que a propriedade intelectual em questão é a franquia Batman, da Warner Bros. Bizarro, não?

Assim, os gamers que resolverem comprar o título original através da PlayStation Network serão barrados. A venda do primeiro jogo ficará temporariamente indisponível até que a NIS America altere o nome do game para escapar das implicações de infração.

Além disso, a sequência — anteriormente prevista para chegar ainda em março deste ano — foi adiada para o dia 4 de maio de 2010. Com a mudança de nome, o jogo conhecido como Holy Invasion Of Privacy, Badman! 2: Time to Tighten Up Security! virou What Did I Do to Deserve This, My Lord!? 2.

Vazamento de New Super Mario Bros. Wii custou caro para James Burt.

Mais uma vez, a pirataria sai perdendo. A Nintendo conseguiu correr atrás do prejuízo gerado pelo vazamento do título New Super Mario Bros. Wii e achar o culpado. Muitos já sabiam que a empresa é uma das que mais persegue os piratas. Por mais que games da "Big N" apareçam na web antes da data de lançamento prevista, a companhia não deixa barato.

Quanto ao novo jogo de Mario, a Nintendo conseguiu mandados de busca para o computador de James Burt, o principal responsável pelo espalhamento do game pela internet. As leis de antipirataria da Austrália se mostraram eficientes para a justiça.

O jornal Sydney Morning Herald publicou que Burt deverá pagar US$ 1,3 milhão pelo ocorrido. Além disso, ele terá que desembolsar outros US$ 87 mil para arcar com os custos dos advogados da companhia.

Portanto, os piratas que se cuidem.

Revista revela detalhes sobre Halo: Reach.

A edição 57 da Official Xbox Magazine (OXM) do Reino Unido, em uma reportagem de dez páginas, mostra que o título Halo: Reach será um jogo e tanto. Quem adquirir a revista tem a oportunidade de conferir testes com versões demonstrativas, entrevistas com desenvolvedores da Bungie e outras novidades referentes ao novo game.

Marcus Lehto, diretor de criação do jogo, diz que Reach é provavelmente o título mais poderoso que a companhia já criou no que diz respeito aos seguintes aspectos: história, personagens, novos características na jogabilidade e novas experiências em geral. Lehto afirma que o Marine de Halo 3 não foi grande coisa e que isso foi um "sério chute nas calças" para que os desenvolvedores fizessem melhor.

Além disso, a reportagem mostra que os seres da raça Covenant estarão ainda mais assustadores, principalmente com referência a armas. Joseph Tung, produtor executivo do game, fala que os desenvolvedores queriam reapresentar "um Covenant mais aterrador". Em poucas palavras: violência e vísceras.

Como se tudo isso não bastasse, a OXM 57 também apresenta um novo tipo de inimigo. Os Skirmishers são rápidos, pequenos e lembram uma mistura entre pássaros e chacais. Ao que tudo indica, Reach — exclusivo para o console de última geração da Microsoft — será espetacular para os fãs da franquia quando aparecer ainda em 2010.

Counter-Strike com cara de Source e jogabilidade de 1.6 é lançado.

Counter-Strike é um dos jogos mais famosos de todos os tempos. Mas, infelizmente, o game já está meio datado, e não tem o mesmo potencial para atrair novos jogadores. O lançamento de Counter-Strike: Source trouxe novos gráficos e uma nova jogabilidade à série. Entretanto, as mudanças na jogabilidade do clássico não foram aceitas por boa parte da comunidade que jogava e ainda joga Counter-Strike 1.6.

Sendo assim, um grupo de desenvolvedores independentes decidiu recriar Counter-Strike: Source com a jogabilidade da versão 1.6. Surgia então o CSPromod, uma hibridização das novidades trazidas pela última versão do game com a velha e conhecida maneira de jogar CS.

No começo deste mês, o grupo lançou a versão 1.04 do game, trazendo diversos aprimoramentos e uma experiência realmente próxima a Counter-Strike 1.6 — mas com gráficos muito melhores. O título ainda não está perfeito — do ponto de vista de quem considera 1.6 o ideal —, mas muito foi melhorado e, notoriamente, os desenvolvedores estão fazendo um belíssimo trabalho.

É possível baixá-lo através do site oficial do grupo (acesse clicando aqui). Para jogá-lo, o jogador deve contar com o Steam instalado em seu PC e uma versão original de Counter-Strike: Source. Novas atualizações do CSPromod devem chegar em breve, incluindo, agora, algumas animações características de 1.6.

Ghost Trick

Se você acompanha o Baixaki Jogos, então deve se lembrar de Ghost Trick, um game para Nintendo DS com uma proposta bem interessante. Desenvolvido pela mesma mente por trás do incrível Ace Attorney, o jogo promete ser tão marcante quanto as aventuras do advogado, com uma jogabilidade peculiar e perfeita para o portátil de duas telas da Big-N.

Certamente, temos um título e tanto em nossas mãos. Em uma de nossas prévias, você ficou por dentro de alguns elementos da jogabilidade. Desta vez, iremos nos aprofundar ainda mais no game, trazendo outras novidades e mostrando um pouco mais do conceito do game. Preparado?


Possuindo objetos e cadáveres

Existem vários termos diferentes para classificar os gêneros de jogos. Beat em up, hack ‘n slash e side-scroller são apenas alguns dos exemplos. Entretanto, Ghost Trick não se encaixa em nenhum destes. O jogo pode ser classificado como “possess ‘em up”, pois o principal objetivo é possuir, com sua alma, os objetos. Novamente, temos um jogo tão curioso quanto a outra obra de Shu Takumi, criador de Ace Attorney.

A promessa da Capcom, responsável pelo título, é trazer um jogo repleto de suspense. Basicamente, você “encarna” o personagem Sissel, que é assassinado logo no começo do game. Calma, não estamos mandando um “spoiler” — revelação de enredo. A base do jogo é isso: se tornar um fantasma. Neste estado, Sissel acaba perdendo sua memória e permanece apenas vagando como um fantasma.

Possuir e manipular

Felizmente, a versão assustadora de Sissel possui algumas habilidades interessantes, que ajudarão o protagonista a descobrir o motivo de seu assassinato e a identidade do carrasco. Conforme mencionamos anteriormente, você poderá possuir e manipular objetos sem vida.

Para brincar de “poltergeist” tudo que o jogador terá de fazer é utilizar a stylus e saltar diretamente para o objeto. Com isso, é possível encarnar um guarda-chuva, um controle remoto ou até mesmo a porta de um armário para interagir com o mundo real. O objetivo de tudo isso é alterar a morte dos demais personagens, algo que pode, lentamente, resolver o mistério de Sissil.

É bom estar morto!

Além disso, o herói também conta com outro recurso interessante: a possibilidade de voltar no tempo. Sissil pode retornar até 4 minutos antes da morte do cadáver que acaba de possuir. Com isso, o jogador terá chances de descobrir como a vítima morreu e ainda poderá revelar outros detalhes. Infelizmente, a habilidade não pode ser usada no cadáver de Sissil.

Não tema o mundo dos mortos

Conforme o próprio Shu Takumi afirma, Ghost Trick é “um jogo de detetive em que é possível influenciar o destino dos outros fora de seus mundos e observar suas vidas”. Tudo isso através de uma narrativa sólida, que deve agradar aos fãs da literatura, já que o próprio Takumi é um fanático por temas fantásticos. Espere, também, por uma atmosfera repleta de mistério.

O incrível SissilDurante sua jornada, você encontrará uma fórmula que mistura aventura com puzzles (quebra-cabeças). Segundo Takumi, não haverá várias soluções para a maioria dos puzzles. Ou seja, apenas uma resposta que pode ser alcançada de um único jeito. Contudo, o criador exalta que alguns dos desafios terão várias soluções diferentes, as quais dependerão da imaginação e observação do jogador.

Perfeito para o DS

Se você conhece o visual de Ace Attorney então deve ter notado algumas semelhanças nos traços de Sissil. Novamente, Takumi optou por gráficos bidimensionais — o que é realmente bom, pois isso cai muito bem no DS —, trazendo personagens bem desenhados e ambientes coloridos e bacanas. Além disso, Takumi promete animações de qualidade, mesmo em um jogo 2D.

Uma curiosidade: Takumi acredita que a silhueta de um personagem é algo extremamente importante. Bem, Ace Attorney é um cara que pode ser reconhecido na sombra, e o mesmo deve acontecer com Sissil. Com um cabelo espetado e uma pose ao estilo Johnny Bravo, Sissil deve ser relembrado, também, como um dos mais bacanas personagens do DS.

A Capcom aposta bastante nos jogos de quebra-cabeça e aventura, e Ghost Trick deve ser mais um belo exemplar para o portátil da Nintendo. Com uma jogabilidade interessante e visuais ideais para o console, o game certamente conquistará os jogadores com uma aventura misteriosa e recompensadora. Resta esperar até a confirmação para a data de lançamento — espera-se que o game chegue em 2010. Fique atento!

Rebellion vai liberar conteúdos extras das edições especiais de Aliens vs. Predator.

Quem procura adquirir as edições especiais do game Aliens vs. Predator apenas por causa dos quatro mapas multiplayer adicionais não precisa mais se preocupar. Recentemente, a Rebellion afirmou que vai liberar os mapas para todos os jogadores através de pacotes distribuídos via download. Confira as palavras de Tim Jones, chefe de arte e design do título:

"Conteúdos disponíveis via download no dia do lançamento para quem comprar as edições especiais do jogo vão consistir em quatro novos mapas multiplayer: dois mapas Survivor e dois para os outros modos multiplayer. Isso será liberado para todos os outros gamers após o lançamento do jogo. E, quanto a outros extras, fiquem atentos."

Os mapas em questão — Docks, Outpost, Machine e Hive — aparecerão tanto na edição Hunter quanto na edição Survivor. Jones afirma que a quantidade de pedidos de pré-compras mostra o quanto as pessoas estão loucas para colocar as mãos na nova versão de Aliens vs. Predator.

Vale lembrar que quem adquirir a edição Hunter poderá conferir uma réplica de um modelo "facehugger". O FPS está previsto para aportar nas plataformas PC, PlayStation 3 e Xbox 360 no dia 19 de fevereiro deste ano.

Informações indicam surgimento de novo SimCity.

A curiosidade de certos gamers não tem limite. Recentemente, foi encontrada a seguinte listagem de cadastro de domínio:

  • Nome do domínio: simcityworld.com

  • Data de criação: 7 de março de 2000

  • Dara de registro: 28 de janeiro de 2010

  • Data de expiração: 7 de março de 2011

  • Nome da organização: Electronic Arts

  • Endereço da organização: Redwood Shores Parway, 209

  • Endereço da organização: Redwood City

  • Endereço da organização: 94065

  • Endereço da organização: Califórnia

  • Endereço da organização: Estados Unidos

Além disso, a seguinte imagem escapou:

O site, ao que tudo indica, é verídico, mas não exibe nada ainda. Mesmo que a criação tenha sido feita dez anos atrás, o registro foi feito no mês passado. A interface lembra bastante a franquia SimCity e há quem diga que o local retratado de forma arquitetural na figura acima é Dubai, um dos sete Emirados Árabes Unidos.

E agora, será que um jogo SimCity World realmente está nos fornos da EA?

PlayStation 3 em 3D ainda em 2010?

Pois é, informações indicam que a Sony está prestes a lançar uma funcionalidade para o console de última geração da empresa que permite a visualização de filmes em Blu-ray e jogos em três dimensões sem qualquer custo adicional. É mole?

Há quem diga que a novidade chegará aos usuários do PlayStation 3 no segundo semestre do ano, mas a Sony ainda não confirmou a data oficial de lançamento do novo recurso. Os dados que apareceram na web mostram que a funcionalidade acompanhará o surgimento da nova linha de televisões LCD Bravia compatíveis com a reprodução de visuais 3D.

Foi John Koller, diretor do departamento de hardware e marketing da companhia, quem revelou a boa notícia. Koller ainda afirmou que o console receberá várias atualizações de firmware ao longo de 2010 para que o console fique compatível com o novo formato.

Sem fornecer detalhes aprofundados sobre o assunto, o diretor falou que a intenção é aumentar a capacidade de armazenamento da plataforma, adicionar aplicativos e melhorar significativamente as funcionalidades da famosa rede online do console, a PlayStation Network.

Koller também relatou que a tecnologia empregada na arquitetura do PS3 permite várias modificações de software. Isso não é tão comum assim, visto que vários aparelhos eletrônicos são bastante limitados nesse quesito.

InFamous 2 e outros exclusivos do PS3 chegando em 2010?

Você já deve ter ouvido esta história algumas vezes aqui no Baixaki Jogos. Mas, aparentemente, os rumores estão ficando cada vez mais fortes. Depois do dublador, surgiram indícios de um possível anúncio em uma revista internacional oficial do PlayStation.

Segundo a PlayStation Official Magazine, a dona do Cavaleiro Negro está preparando três grandes sequências para este ano. Resistance 3, Killzone 3 e InFamous 2? Talvez... Infelizmente a Sony não comentou sobre o assunto. Mais um capítulo da novela “Exclusivos da Sony 2010”.

Cole não aguenta mais esperar

A Activision Blizzard também bomba com diversas novidades.

Depois da Electronic Arts bombardear os jogadores com dezenas de jogos e anúncios, a Activision Blizzard também decidiu fazer o mesmo. Novamente, o Baixaki Jogos deixará todos por dentro, trazendo alguns dos jogos revelados pela companhia e muito mais. Um novo Call of Duty, o retorno do retorno de Tony Hawk e muito, mas muito mais.

Sendo assim, fique atento, pois esta notícia será atualizada constantemente. Mantenha seu dedo na tecla F5 ou no botão “atualizar” de seu navegador para não perder nenhuma novidade.

A maior companhia do mundo dos games

“Também somos quentes”

Palavras da Activision Blizzard


Call of Duty, Guitar Hero, Spiderman, Tony Hawk e mais

Ah, doce inveja. Parece que a Activision não ficou muito contente com o show que a EA deu ontem ao revelar uma série de jogos completamente bombásticos. Obviamente, a maior rival da companhia não deixou barato, e decidiu anunciar algumas belezinhas hoje.

A Activision foi direto ao ponto, dizendo que até o final do ano os jogadores devem conferir novas iterações de jogos como Call of Duty, DJ Hero, Guitar Hero e Spiderman. Além disso, a segunda versão de Ride, estrelado por Tony Hawk, também deve chegar em breve.

Matt Bellamy, do Muse, em GH 5. Quem será a estrela do próximo game?

Para os fãs de jogos de multiplayer em massa, o lado Blizzard da companhia mostrou que não abandonou seus fieis seguidores. Cataclysm, uma expansão do lendário World of Warcraft, e StarCraft II devem se tornar disponíveis também em 2010. A sequência de StarCraft será disponibilizada para download junto com a estreia do novo site Battle.net 2.0.

E mais: uma versão beta de SCII deve chegar ainda neste mês, enquanto o jogo completo aterrissa na metade de 2010, conforme afirma a Activision Blizzard. Quanta novidade, não é mesmo? Ainda tem mais...

Multiplayer Beta de Blur vem aí

A Actiblizz, nosso apelido carinhoso para a companhia, acaba de confirmar que a versão beta do multiplayer de Blur será disponibilizada em março. Infelizmente, não se sabe para qual plataforma ela será disponibilizada. Contudo, um órgão de classificação etária alemão classificou a beta para Xbox 360, tornando-o o console mais provável para receber o beta. O jogo, que envolve corridas insanas e destruição veicular, chegará somente no segundo trimestre de 2010, nas plataformas Xbox 360, PC e PlayStation 3.

Que venha a pancadaria!

Sobe ou desce?

Grana. Muita grana. Em seu relatório financeiro referente ao quarto trimestre de 2009, a Actiblizz demonstrou seu poder — mas também deixou claro que ninguém é de ferro. A companhia alcançou uma receita de 1,56 bilhões de dólares, um pouco abaixo do mesmo período de 2008, no qual o rendimento foi de 1,6 bilhões. Quanto ao ano inteiro, 2009 faturou 4,28 bilhões, enquanto no ano retrasado alcançou 3 bilhões, um acréscimo de 42,6%. Os lucros foram de 107 milhões (2008) para 113 (2009).

Cada vez mais ricos

Problemas com WoW

Um dos maiores jogos online de todos os tempos parece estar começando a demonstrar sua idade. Segundo pesquisas da própria Actiblizz, somente 30% dos jogadores que atingem o nível 10 em World of Warcraft continuam jogando o game. Ou seja, os outros 70% simplesmente desistem do game. Entretanto, a companhia afirmou que tudo isto deve mudar com a chegada da expansão Cataclysm, que trará muitas novidades ao game.

Além disso, o chefe da Blizzard, Mike Morhaime, revelou que o número de assinantes de World of Warcraft ainda é de 11,5 milhões de usuários. Ou seja, o mesmo número do final de 2008. É isso mesmo, WoW parou de crescer.

Vocês de novo?

Novo Tony Hawk deverá ser decente

O último game estrelado por Tony Hawk não foi um grande sucesso de vendas e nem aclamado pela crítica. Como você deve saber, o título trazia um periférico que simulava uma prancha de skate que era utilizado para realizar as manobras — imagine um Wii Fit, mas mais radical.

Para tranquilizar quem comprou o game, a Activision mencionou que o software (no caso, o jogo) não conseguiu extrair todo o poder do periférico, pois a equipe se focou mais no hardware. Contudo, agora a companhia promete lançar um game de Tony que utilize com decência todo o potencial do skate. Será?

Tombo ou perfeição?

James Bond, Singularity, Transformers e ainda mais jogos

Nós avisamos que ainda teríamos mais jogos. Além dos títulos já mencionados, a Actiblizz ainda preparou mais alguns games que devem render boas horas de diversão em 2010. Um deles é Transformers: War for Cybertron, game que não é baseado em um filme e por isso merece atenção. O título chegará em maio deste ano.

Além disso, a companhia também revelou que Singularity, um FPS no qual o jogador pode manipular o tempo, chegará junto com o jogo dos Autobots. Um dos jogos que mais chamou a atenção foi o novo True Crime — um forte concorrente de Grand Theft Auto — que aterrissa na metade do ano, ao lado de um novo game de Bond, James Bond.


Será que você aguentará todos esses jogos?

Algumas informações sobre o novo Call of Duty

Uma das maiores franquias da Activision receberá um novo jogo neste ano. Alguma surpresa? Não. Querendo ou não, Call of Duty vende muito, e isto é realmente bom para a companhia e também para os games, que continuam desfrutando de jogos de qualidade.

A Actiblizz indicou que o jogo — o qual, supostamente, retratará os eventos da guerra do Vietnam — deverá ser lançado perto do Natal, sem divulgar uma data precisa. Além disso, a companhia sabe que não será tão fácil alcançar o mesmo sucesso do lendário Modern Warfare 2 em termos de vendas. Por fim, e menos interessante, a companhia mencionou os termos “inscrições pagas” e “Call of Duty” na mesma frase. Será que teremos de pagar por mês para jogá-lo?

Como será o próximo CoD? Comente!

Bit.Trip Runner (wii)

O canal WiiWare é um dos principais recursos do console de última geração da Nintendo. Muitos jogos destinados ao Wii distribuídos apenas pelo serviço têm provado que não é preciso empregar técnicas avançadas para conquistar a atenção dos gamers. A série Bit.Trip é uma das que, com extrema simplicidade, conseguiu atrair vários fãs ao redor do globo.

Depois de desenvolver três bons títulos, o pessoal da Gaijin Games resolveu arriscar e inovar em um projeto ambicioso: Bit.Trip Runner. O novo jogo nada mais é do que uma combinação expressiva entre recursos técnicos cativantes (principalmente a ambientação sonora), aspectos nostálgicos e uma jogabilidade bastante envolvente.

O quê? Um personagem?

Pois é. Ao invés de controlar uma forma abstrata, o jogador tem a possibilidade de assumir o protagonista Commander Video. A proposta é simples: o personagem saiu para correr pelo cenário bizarro e cabe ao gamer comandá-lo para que todos os obstáculos sejam superados.

Portanto, é você que deve fazer Video pular, deslizar ou empregar a arte do kung fu para quebrar objetos encontrados no caminho. É claro que, durante o trajeto, haverá a chance de coletar ouro. Adquirindo todas as peças douradas, é possível desbloquear uma espécie de "homenagem" a games 4-bit do glorioso Atari 2600, como Pitfall.

O mundo de Runner é composto por três áreas, cada uma com 12 fases. É importante ressaltar que o final de cada nível conta com uma batalha contra um chefe. Imagine a seguinte cena: brigando contra vermes gigantes em um mundo alienígena, você acaba se deparando com uma nave inimiga que derruba pedras contra o personagem e envia pequenos óvnis para o ataque.

Gostou? Então o desfecho do embate poderá ser ainda mais impactante. Sobrevivendo por um bom tempo, o personagem terá a chance de observar a nave descendo e aplicar um chute preciso. Adeus, nave maligna!

O melhor de todos, provavelmente

As informações liberadas pelos desenvolvedores mostram que este deverá ser o melhor título da série. Se não o melhor, talvez o mais louco. Em certas regiões, o caos tomará conta e uma quantidade absurda de objetos será arremessada de forma insana para que Video não vença o caminho.

Gravar o estilo de cada fase e manipular o protagonista com precisão — de acordo com o ritmo do nível — serão ações decisivas para o sucesso. Levando em consideração que não há Checkpoints, o jogador deverá recomeçar a etapa se fracassar em algum momento. Ainda bem que as fases serão curtas e não há limite de tentativas para superá-las.

Mais uma vez, um dos destaques é a trilha musical. Respeitando os demais games da série, Runner contará com músicas 8-bit que reforçam o clima nostálgico. Desta vez, a banda Anamanaguchi foi convidada para colaborar na criação de faixas muito divertidas. Além disso, efeitos sonoros muito interessantes entrarão em sintonia com o fato de que, assim que o gamer avança nas fases e coleta mais ouro, a música fica mais intensa.

Ainda não há data de lançamento para Bit.Trip Runner, mas espera-se que o game apareça no canal digital do Nintendo Wii ainda em 2010.

Last Rebellion

Talvez Last Rebellion não chame tanta atenção em um primeiro momento. Afinal, salvo por características próprias em relação à história, a impressão que dá é a de um típico JRPG (RPG nipônico), com tudo o que se espera do gênero: uma história épica, espadas gigantescas, diálogos dignos do gabinete de um analista e, é claro, uma demonologia própria.

Entretanto, surge uma esperança quando se bate o olho no nome da publicadora do game: NIS (Nippon Ichi Software). Para quem não conhece, trata-se da mesma que trouxe à luz pedradas como Disgaea, Ar Tonelico e a série Atelier. Melhorou? Pois é.

Um deus para a vida, um deus para a morte

O que acontece quando há um desequilibrio entre a vida e a morte?Last Rebellion se passa em Junovald, um mundo controlado por dois deuses, Meitilia e Formival. Meitilia é o deus da morte, e preside sobre tudo que envolva a destruição da vida. Formival é o deus da vida, capaz de proporcionar o renascimento aos espíritos descarnados. Juntos, eles representam o equilíbrio perfeito de Junovald, em uma típica mitologia oriental.

Um belo dia, eis que esse equilíbrio é quebrado pelas ações inconsequentes de Formival, que passa a reviver mais almas do que deveria, e tudo vai rapidamente ao caos. Nesse ponto, Meitilia cria duas instituições com a incumbência de colocar as coisas novamente nos trilhos. Surgem Sealers e Blades. Estes responsáveis pela destruição física, aqueles capazes de despachar definitivamente as almas errantes — aqui conhecidas como Belzeds.

Após uma guerra civil de nove anos, são convocados então os dois protagonistas do jogo, Nine, dos Blades, e Aisha, dos Sealers. Durante todo o jogo, você terá que alternar entre ambos já que, conforme afirma a mitologia, apenas Blades e Sealers juntos são capazes de despachar definitivamente os terríveis Belzeds. Então tá.

Vai acertar a perna ou o braço? Quem sabe o abdômen?

Entre uma batalha e outra, Last Rebbelion assume a típica faceta D&D: explorar masmorras, colher espólios, conversar com transeuntes. E as batalhas mantém o mesmo tom, apresentando rodadas em turnos, conforme você escolhe qual dos seus dois campeões atacará em cada momento — sim, são apenas dois personagens, e você conta com apenas um ataque por turno.

Entretanto, é justamente no sistema de batalha que Last Rebellion mostra a sua característica mais singular. Em vez de direcionar os seus golpes para partes genéricas do corpo do oponente, aqui você sempre poderá escolher qual parte do corpo será o alvo de determinado ataque. E o melhor: existe um grande valor estratégico nessas escolhas.

Por exemplo, caso você acerte uma das pernas de um inimigo, a sua movimentação será visivelmente prejudicada. Já um braço atingido por reduzir consideravelmente a eficácia dos golpes. Locais vitais ainda podem impossibilitar completamente um inimigo. Através dos chamados “chain points” você ainda poderá multiplicar diversas vezes o dano causado pelos seus ataques.

Uma bela vista para se apreciar

Last Rebellion de fato mostra as desventuras de Junovald através de ótimos gráficos, e também um bem bolado conceito artístico. Para efeito de comparação, as cenas de corte lembram muito Disgaea 3, e o ilustrador Akaya Kato realmente conseguiu dar aos personagens do game um visual fantástico. Complementando o quadro, você ainda conta com cenas de corte totalmente dubladas — é fácil reconhecer algumas figuras batidas de outros jogos da NIS.

Com vocês, o senhor Akaya Kato

Enfim, uma boa pedida para fãs da escola de RPGs criada em terras nipônicas. Conforme já mencionado, todos os elementos estão presentes: batalhas épicas, demonologia própria e um mundo à beira do completo colapso. Interessado? Então fique de olho: Last Rebellion deve dar as caras — exclusivamente no PS3 — no próximo dia 23. Aguarde novidades aqui no blog do video game brasil.

O VIDEO GAME BRASIL sugere temas que deveriam ser mais abordados nos video games.

Enquanto alguns temas são explorados a exaustão outros acabam ficando deixados de lado. Video games são uma indústria multimilionária, portanto esta se comporta como tal. Desta forma é melhor apostar no “cavalo” que está ganhando para não correr riscos.

Infelizmente este pensamento acaba minimizando a “liberdade criativa” dos desenvolvedores, que optam por temas e estilos já consagrados, cujo apelo já foi confirmado, o que acaba produzindo inúmeros jogos com estruturas similares e temas iguais.

Mas como fugir do “lugar comum” dentro dos jogos? Simples, vá para um lugar incomum! A resposta é óbvia, mas parece iludir os desenvolvedores que retomam quase que instintivamente os mesmos temas e os mesmos personagens.

Nós queremos por algo novo, uma pessoa desconhecida, um estilo inovador, um conceito diferenciado. Em suma queremos novidades e não a mesmice. Procuramos por jogos que apresentem cenários virgens, ainda não explorados — ou pouco observados nos video games.

Cicatrizes da guerra

Vietnã, Iraque, Coréia, Bálcãs...

Por alguma razão absurda os desenvolvedores acreditam que só houve duas guerras em toda a história da humanidade. Você não terá grandes dificuldades para encontrar um jogo de tiro ambientado na Segunda Guerra Mundial, mas tente encontrar um jogo que retrate a Guerra da Coréia, do Vietnã ou até mesmo conflitos mais recentes como a Guerra dos Bálcãs ou a Guerra do Golfo e do Iraque.

PlatoonDe fato, existem alguns poucos jogos que retratam alguns desses conflitos, mas se comparados a quantidade de jogos baseados na Segunda Guerra Mundial a diferença é gritante. Será que o conteúdo é tão controverso assim?

O cinema e a literatura não apresentam tantas restrições assim. A Guerra do Vietnã já foi vastamente abordada por uma série de películas, a Guerra da Coréia já serviu de cenário para um seriado humorístico.

Além disso, se a Segunda Guerra já foi explorada a exaustão porque não mudar o foco. Jogos de guerra devem necessariamente ser jogos de tiro? The Saboteur brincou com a fórmula e mostrou que é possível experimentar novas formas se abordar o tema, além de optar por uma história diferenciada (fora das trincheiras, mas dentro do conflito).

Já estamos cansados de ver pelotões estadunidenses desembarcando nas praias da Normandia, e até mesmo as campanhas russas já são figurinhas carimbadas, mas e quanto ao fronte do pacífico, as batalhas sino-japonesas e a campanha na Oceania? Todos são excelentes cenários para jogos repletos de ação que poderiam ser explorados sem cair na “rotina” da maioria dos jogos de tiro da Segunda Guerra Mundial.

Mas sem sombra de dúvida um dos ambientes mais interessantes e pouco explorados é a Guerra do Vietnã. Quem não gostaria de encarnar o Rambo nas florestas do sudeste asiático, explorar os intrincados túneis vietcongues com um pelotão de jovens desajustados (Platton) ou quem sabe fugir do cativeiro como o lendário coronel das Forças Especiais, James Braddock (o super somando).

Gregos e troianos

Caldeirão borbulhante

Esse caso é semelhante ao da Segunda Guerra. Apesar do mundo estar repleto de culturas e mitologias fascinantes parece que somente as lendas gregas e nórdicas merecem algum destaque nos video games. Heróis, deuses olímpicos e titãs são realmente interessantes, mas porque não abrir um pouco o foco e observar as riquezas do oriente. Lendas, mitologias e outros aspectos culturas do Japão, China, Índia e Arábia (para citar alguns) podem render jogos tão envolventes quanto o afamado God of War.

Ainda temos todo o panteão egípcio, com seus deuses e faraós, sem se esquecer das culturas americanas, dos povos pré-colombianos. O que dizer então do gigantesco panteão sumério-babilônico de Nergal e Tiamat.

E com a recente “moda” de adaptações literárias (Dante’s Inferno) não podemos deixar de lado poemas épicos como a Epopéia de Gilgamesh, e sua busca por imortalidade, ou quem sabe até uma versão do extenso, Mahabharata.

Gilgamesh

Imortalidade

O fardo dos anos

E se você não pudesse morrer? O conceito não é novo e alguns jogos já conseguiram explorá-lo com alguma qualidade, vide o clássico Planescape: Torment e o mais recente, Lost Odyssey. O que apenas reforça o fato de que se trata de um tema interessante, ainda pouco abordado.

Se a ideia de um protagonista imortal já é interessante (eras de conhecimento, de arrependimentos, de alegrias...) a jogabilidade inerente ao conceito pode ser ainda mais. Como construir um jogo desafiador quando você não pode morrer? Não estamos falando de um código secreto que torna o seu personagem indestrutível, mas de uma jogabilidade voltada para o desafio de viver uma existência sem fim.

Franquias consagradas já mostraram algumas possibilidades do conceito (alguém falou “Highlander, O Guerreiro Imortal”), porque não traduzi-lo para os video games.

Steampumk

Distopia tecnológica gótico-vitoriana

Para quem não sabe Steampunk é um subgênero da ficção científica, no qual a realidade proposta gira em torno de uma estética reminiscente da Era Vitoriana (Século XIX). Roupas, tecnologia e costumes da época perduraram, sendo que os avanços da humanidade baseiam-se neste paradigma.

O  PS3 já entrou na onda Steampunk!Engenhocas repletas de engrenagens de bronze e estrutura de madeiras trabalhada funcionam com a força do vapor, que impulsiona os avanços tecnológicos de uma distopia disfarçada de utopia.

Talvez a forma mais fácil de definir o gênero é exemplificando-o, referindo algumas obras que marcaram a sua estética. A graphic novel (e conseqüente adaptação cinematográfica) de "A Liga Extraordinária" é um bom exemplo (recente e “jovem” do estilo Steampunk), o livro e o filme “A Bússola Dourada” é outro bom exemplo.

Talvez o melhor exemplo de todos seja a animação de Katsuhiro Otomo, SteamBoy. Também não podemos esquecer o caricato “As Loucas Aventuras de James West”, bem como os místicos, “O Cavaleiro sem Cabeça” e “Van Hensing”, além dos clássicos, “A Máquina do Tempo”, “20.000 Léguas Submarinas” e “Um Século em 43 Minutos”, entre outros.

Nos video games BioShock mostrou que o gênero tem espaço e capacidade para render boas tramas e cenários para jogos envolventes e divertidos. Ao mesmo tempo Damnation provou que, se mal abordado, a estética e ambientação Steampunk podem transformar-se em uma grande piada.

Mesmo assim, o estilo é válido e o fato de não ter sido extensivamente explorado nos jogos é uma boa razão para que os desenvolvedores elaborem novas aventuras neste mundo. Imagem jogos de aventura em um cenário fantástico como os imaginados pelos autores do gênero (algo como um Assassin's Creed gótico-vitoriano).

Essas são apenas algumas sugestões que podem diversificar um pouco o combalido universo narrativo dos jogos. Temas não faltam certamente vocês também devem ter algumas boas ideias, portanto fiquem a vontade para compartilhá-las com todos deixando o seu comentário.


BioShock 2

Em 2007, BioShock conseguiu se distinguir de tudo e de todos. O jogo de tiro em primeira pessoa contou com uma ambientação única: Rapture, a cidade submersa em que todos eram livres de censura, de governo e de leis, o ambiente em que poderiam desenvolver seus sonhos e projetos, além de evoluir livres dos problemas alheios.

O título trouxe uma série de questionamentos morais, além de uma visão alternativa — e completamente deturpada — do que seria o auge da década de 1950. Cidadãos logo se tornaram vítimas de seus desejos, consumindo a própria sanidade em busca de poder e de habilidades.

BioShock 2 é um regresso às profundezas do oceano. Jack — o protagonista anterior — não faz mais parte da narrativa. Quem entra em cena agora é Alpha, um dos primeiros (senão o primeiro) protótipos dos Big Daddies a ser construído, dotado de livre arbítrio e de capacidades superiores se comparadas às dos demais alvos de testes. Ele foi também o primeiro a ter um elo efetivo com uma Little Sister — Eleanor Lamb. Infelizmente, esta ligação praticamente lhe custará a vida, graças ao desejo de Sofia Lamb de retomar sua filha.

Induzido por uma profunda hipnose, você é forçado a remover seu capacete e colocar uma bala no seu próprio cérebro, deixando a pequena vulnerável. Seu “sono” termina dez anos depois, graças ao chamado de Eleanor, que clama por libertação.

Aprovado
Do que nós gostamos

Na pele do Big Daddy

No papel de Alpha, você passará por uma experiência drasticamente diferente da vista durante o primeiro game (mesmo após a transformação de Jack). A visão é cercada pelos contornos do capacete o tempo todo, sua agilidade é mais alta do que a dos demais modelos, os saltos são seguidos de impactos que arrebentam os ouvidos (dado o peso da armadura).

Como sua couraça foi projetada para trabalhos submersos, você pode cruzar tranquilamente alguns trechos cobertos por água. Entretanto, o que mais chama a atenção no novo personagem é a sua furadeira. Além do fato de ela simplesmente destroçar os corpos alheios em modo de alta rotação, ainda há a possibilidade de executar um ataque deslizante que vai de um canto ao outro do corredor. Acredite: enfileirar oponentes é muito divertido!

Armas mirabolantes

Além da furadeira grotesca, Alpha ainda terá à sua disposição um arsenal pesado, adaptado ao seu tamanho considerável. Bons exemplos são a arma de rebites — que dispara cinco pregos industriais por vez contra os corpos alheios — e a metralhadora de alto calibre, capaz de transformar os adversários em peneira. O grande problema dela é o coice violento, portanto dispare com cautela.

Se a variedade de equipamentos não o atrair, saiba que há mais: praticamente todas elas trazem consigo suporte para três tipos de munição. Alguns causam mais dano, outros são voltados à perfuração de armaduras e outros servem inclusive como armadilhas (algo que descreveremos com mais detalhes adiante).

A própria invasão de circuitos (Hacking) agora conta com apoio mecanizado: uma das armas dispara ferramentas que facilitam (ou automatizam por completo) o processo. Vale notar que o minigame foi alterado, privilegiando tempo e velocidade. Mas a melhor novidade trazida pela continuação é a possibilidade de Dual Wielding, isto é, a utilização dos Plasmids e das armas de fogo ao mesmo tempo, algo extremamente necessário tendo em vista os desafios que você encarará pela frente...

Combates insanos

Dez anos depois, o que vemos na cidade submersa é uma evolução completa (em termos de inimigos) em relação ao primeiro game. Os Splicers (viciados em ADAM que modificam suas habilidades constantemente) estão com uma aparência mais deteriorada, mas em contrapartida conversam entre si e se tornaram bestas infernais, com maior propensão ao uso de explosivos e armas de alto impacto.

Há inclusive uma variante “gigante”, os Brutes, que simplesmente pulam com tudo para cima de você, drenando sua energia graças ao tamanho do impacto (aliás, todos os Splicers parecem estar mais fortes, acabando com a sua raça em instantes). Se ele vier acompanhado de uma trupe, a melhor estratégia é hipnotizá-lo para que ele limpe o caminho praticamente sozinho.

Conheça seu pior pesadelo...

As escolhas morais estão de volta (com direito até a participação de adultos). Caso você resolva proteger as crianças ao invés de simplesmente sugá-las, ainda terá que se defrontar com uma verdadeira situação de defesa de “base”: enquanto ela coleta o DNA dos corpos, uma onda de inimigos partirá em sua direção.

É nessa hora que pode surgir também o seu pior pesadelo: as Big Sisters, crianças do primeiro jogo que cresceram com habilidades (graças ao contato com o ADAM) e se transformaram em jovens com um temperamento indomável. Elas marcam território com seus gritos, saltam e somem da tela de um segundo para o outro e estão sempre o observando, prontas para apunhalá-lo pelas costas.

Derrubá-las não é tarefa fácil, aliás, é muito mais difícil do que abater um Brute, uma vez que elas possuem agilidade sobre-humana. Suas vozes são capazes de provocar calafrios nos jogadores e os encontros são sempre motivo de medo, ou melhor, experiências memoráveis.

Por isso é que a estratégia deve falar mais alto. O jogador tem que buscar todas as máquinas que possam auxiliá-lo no combate (torres de defesa e Bots voadores), bem como montar as defesas — algo possível graças às munições especiais, que se fixam nas paredes, no teto e no chão para formar armadilhas, que são ativadas apenas com a passagem dos Splicers.

Se tudo isso não bastasse, a aparição de munição é bem escassa, o que o força a buscar uma máquina de venda para reabastecer o arsenal. Em suma, Bioshock 2 é muito mais difícil do que o primeiro título e praticamente exige que o jogador preste atenção antes de pular em direção aos oponentes.

A evolução natural

Se estas feras estão dando trabalho, há uma saída: a evolução natural das habilidades, ou melhor, dos Plasmids. Através do uso de ADAM e das estações de aprimoramento, você terá acesso aos novos níveis de habilidades. O Plasmid Incinerate!, por exemplo, passa de um mero meio de incendiar a praticamente um jato de chamas.

O mesmo vale para a habilidade Winter Blast, que ao invés de congelar apenas um inimigo terá o poder de congelar qualquer coisa que cruzar o caminho do jogador. Entre as melhorias e as próprias habilidades assistenciais, existirão tantas possibilidades de evolução e de combate que os jogadores dificilmente seguirão exatamente pela mesma rota. Tudo depende da preferência de cada um.

Ambientação fenomenal

Tudo o que caracterizou o primeiro jogo em termos de ambientes e cenários está de volta, afinal de contas, você ainda circunda pela mesma cidade. As paredes de vidro causam agonia, enquanto as profundezas do oceano são complementadas por uma série de criaturas que pairam sobre a sua cabeça.

A arte do jogo é diretamente inspirada em trabalhos da década de 1950 (da fonte utilizada nos letreiros até as animações e gravuras que permeiam as telas), bem como as canções que o surpreendem em elevadores e nos bares: uma nobre combinação entre Blues e Jazz de ótima qualidade.

Junto com as músicas dignas de uma visão Noir, emerge também a trilha sonora principal do game. Ela é ume excelente mescla entre trechos curtos e sinistros (que fazem com que o jogador preste atenção na tela) e outros que pendem para o clássico, com direito a violinos e uma brilhante execução. O melhor de tudo é a sincronia com o que ocorre na tela. Tudo o que toca tem um motivo para estar lá, tornando a experiência ainda mais emocionante.

Mistérios por todos os lados

A narrativa de Bioshock 2 não recai sobre a necessidade de uma guinada inesperada. Elas ocorrem, sem dúvidas, entretanto tudo progride de forma mais natural. As pistas relacionadas ao seu passado são fornecidas em parte pelo contato que os outros já tiveram com você e em parte pelas gravações de voz, que dão uma boa ideia do relacionamento entre Sofia Lamb e Andrew Ryan.

Multiplayer bem variado

No caso do primeiro Bioshock, a justificativa da Irrational Games para a ausência de uma modalidade online foi a necessidade do foco na história, de modo a garantir a qualidade do projeto. Para a continuação, um segundo time de desenvolvedores foi alistado, o que livrou a equipe principal da 2K Marin para trabalhar na narrativa.

Como resultado, temos em mãos um multiplayer mais do que robusto, com cerca de sete modos de partida — dentre Deathmatch, partidas em grupo, captura e proteção das Little Sisters ou ainda de pontos estratégicos — e dez mapas inspirados em cenários da campanha. Você seleciona um dos seis personagens e parte direto para o combate.

O sistema de combate é similar ao do jogo normal, entretanto com um toque extra de velocidade. Na medida em que você prossegue pelas partidas, mais experiência e níveis são ganhos, algo que consequentemente o fornece mais opções de armamento, Plasmids e recursos auxiliares (pense em algo similar ao trazido por Call of Duty: Modern Warfare).

Cabe notar também que o multiplayer tem participação direta na narrativa, haja vista que ele mostra o início da guerra civil, com os habitantes de Rapture no estopim do declínio graças à presença de ADAM e de competição por negócios e territórios.

Reprovados
O que espantou o VIDEO GAME BRASIL... No mau sentido


Cadê todo mundo?

Tudo bem, as partidas online são realmente divertidas e oferecem uma boa dose de longevidade para o título. Entretanto, é inegável que em seu atual estado fica difícil jogar em algumas modalidades. Isso ocorre porque as salas estão sempre vazias, enquanto os servidores chegam a demorar cerca de quinze minutos até organizar todos os jogadores.

Enquanto você aguarda pela entrada de todos, não há nada para ser feito, além da personalização dos equipamentos e habilidades. Conversas por texto? Nem pensar... Opções de acelerar a entrada nos mapas? Sem chance...

Aliás, cabe aqui também outra ressalva importante com relação ao modo online: os gráficos são visivelmente piores que os mostrados durante a campanha. Basta prestar atenção em algumas das sombras e nas texturas que cobrem as paredes. Nos consoles isso tem justificativa, mas no PC os usuários deveriam ter mais controle sobre os ajustes.

Os gráficos já não são os mesmos...

E se o assunto é ajuste da qualidade gráfica, faltaram muitas opções para tornar o jogo mais bonito. Algumas passagens ainda mantém o charme (graças ao movimento da água e à aplicação de uma série de shaders de superfície, como para as lâminas de madeira do piso de algumas salas), mas de um modo geral o jogo já não impressiona.

O nível de detalhes é mediano, algumas texturas são de baixa qualidade (como na passagem pelo oceano, na qual é possível avistar até uma poeira falsa flutuando com o impacto do personagem na encosta) e as poças de óleo — ainda mais quando incendiadas — literalmente quebram com a imersão.

Mais do mesmo

Outro ponto a ser levado em consideração é que o jogador ainda estará passeando por Rapture, ou seja, você terá a sensação de que já viu tudo antes, seja sob a forma da arquitetura, dos corredores ou ainda das salas. Por mais bem projetados que tenham sido todos os cenários, o impacto obtido antes já não está mais presente.

Os Splicers já são conhecidos, os Plasmids — ainda que com o novo sistema de evolução — são basicamente os mesmos. Para tornar esta sensação ainda pior, as fases trilham formatos que lembram mais labirintos do que construções reais, sem oferecer a possibilidade do jogador voltar em alguns pontos (até mesmo uma mensagem é exibida, alertando que tudo o que for deixado para trás não poderá ser adquirido novamente).

Conclusão

Vale a pena?

Não tenha dúvidas: Bioshock 2 é um excelente jogo. As mecânicas de partida (como o próprio “Hacking”) foram revitalizadas e melhoradas em todos os aspectos. A possibilidade de manter a habilidade e o armamento simultaneamente abre novos precedentes em termos de jogabilidade.

Os combates são realmente infernais: fazem você suar na cadeira a cada encontro, tamanho o aumento no nível de dificuldade. É necessário tomar uma abordagem mais estratégica e cautelosa, em oposição ao tradicional “correr e atirar”. Como complemento a isso, temos o surgimento das Big Sisters, criaturas impiedosas que o caçarão ao longo de toda a história.

As modalidades online serão capazes de prender os jogadores por muito tempo, graças à diversidade de objetivos, mapas e ao sistema de progressão por níveis, que abre novas peças da história e poderes para o seu personagem. É um verdadeiro incentivo para que a matança siga em frente!

Entretanto, é inegável que a segunda viagem já não carrega a mesma impressão e nem mesmo a magia do primeiro jogo. Isso acontece porque todos já tiveram contato com Rapture, com sua sociedade apodrecida pelo desejo de poder e com suas perversões. Que os novos episódios (se é que um dia eles existirão) abordem pontos diferentes da narrativa — a exemplo da própria construção da cidade.