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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Novas imagens do Super Street Fighter IV

Confira as novas imagens liberada pela Capcom do jogo Super Street Fighter IV.

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Super Street Fighter IV conta com todas as características do título Street Fighter IV e, ao mesmo tempo, apresenta novidades para os fãs da famosa franquia de luta da Capcom. Novos lutadores entram em cena, mas protagonistas de outros games da série — como T. Hawk, de Super Street Fighter II — também resolvem aparecer nas lutas ainda mais emocionantes deste título.

Além dos novos integrantes no elenco de lutadores, foram realizadas alterações no equilíbrio das lutas com os protagonistas já existentes em SFIV. Novas combinações de golpes foram adicionadas para que os combates entre jogadores contem com estratégias de luta ainda mais elaboradas. É visível a presença de novidades criadas com base no "feedback" dos fãs em relação a SFIV.

Super Street Fighter IV vai chegar à América do Norte no dia 27 de Abril e à Europa no dia 30 de Abril para Xbox 360 e PS3

Teste o Windows 7 pelo navegador

“Windows 7 Test Drive” já está no ar. Confira!

Semelhante ao que foi feito com o Windows Vista, a Microsoft lançou o Windows 7 Test Drive, que nada mais é do que um site onde o usuário pode testar o Windows 7 e todos os seus recursos, como se ele estivesse instalado em uma máquina virtual no computador, mas sem precisar instalar nada.

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A edição disponibilizada no site é o Windows 7 Professional. Para testar o novo sistema operacional sem precisar instalar nada, faça isso:
  1. Entre neste site usando o Internet Explorer;
  2. Clique em um dos tópicos no menu lateral;
  3. Veja se todos os itens estão OK. Se faltar o ActiveX, por exemplo, há o botão “Click Here to Install”;
  4. Se o controle foi instalado corretamente, o quadrado de status de instalação ficará verde dizendo que foi instalado. Clique em Return to Setup;
  5. Se aparecer uma janela pedindo autorização, clique em “Yes”;
  6. O test drive do Windows 7 deverá ser iniciado.

video engracado de mario

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olha gente de video game brasil hoje eu vou moustra um video aqui muito engracado de mario, da olhada ai rsrrsrs XD





Xbox 360 Com Disco de 250 GB Chega a Portugal Já Em Março

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Para celebrar a chegada da série Final Fantasy à Xbox 360 a 9 de Março, a Microsoft e a Square Enix criaram o Bundle “FINAL FANTASY XIII” Special Edition para a Xbox 360, que vai incluir pela primeira vez, uma Consola Elite com um disco de 250 GB, mais o jogo Final Fantasy XIII, disponível em Portugal por um PVP de €329.99.

A novidade foi anunciada pela Microsoft Corp. durante o X10, um evento de gaming organizado pela marca em São Francisco. A Consola Elite de 250 GB, disponível para já no Bundle “Final Fantasy XIII”, permite à Xbox alargar a sua gama de consolas disponíveis no mercado, que contava até agora com Xbox 360 Arcade com 512 MB e com a Xbox 360 Elite com 120 GB. No X10 também foi divulgada a data de lançamento da versão beta multijogador do maior fenómeno de entretenimento deste ano, o “Halo: Reach”, a 3 de Maio e o arrepiante e misterioso “Alan Wake” com lançamento a 21 de Maio, ambos disponíveis apenas no sistema de jogo e entretenimento Xbox 360.

Disponível na Europa a partir de 3 de Setembro, “Dead Rising 2” retoma o suspense da primeira versão, à medida que os jogadores lutam para sobreviver a hordas imensas de mortos vivos. A Microsoft e a Capcom Co. Ltd. anunciaram também que estão a trabalhar num novo projecto que irá redefinir os limites dos jogos de narrativa, através do prólogo exclusivo transferível para o “Dead Rising 2” só através do Xbox LIVE. O “Dead Rising 2: CASE ZERO” estará disponível pouco antes do lançamento do título principal em Agosto e irá permitir que os jogadores da Xbox 360 possam espreitar a história de “Dead Rising 2” com conteúdos exclusivos não disponíveis no jogo completo.

No último mês de Novembro, a editora Infinity Ward levou os jogadores de volta ao mundo recheado de acção e intriga política, traição e heroísmo de “Call of Duty: Modern Warfare 2”, tornando-se no maior lançamento de entretenimento da história, esmagando todos os recordes de lançamentos do Xbox LIVE. Agora, os proprietários de uma Xbox 360 serão os únicos jogadores do mundo a desfrutarem totalmente dos maiores títulos blockbuster com expansões exclusivas, incluindo um pack de conteúdos para o “Call of Duty: Modern Warfare 2” que chegará primeiro ao Xbox LIVE esta Primavera.

“Este vai ser um ano fantástico para a Xbox 360 e para os jogadores de todo o mundo. É o nosso maior ano em termos de lançamentos e novidades, cheio de jogos e entretenimento que não existem noutras consolas”, anunciou Phil Spencer, vice-presidente da Microsoft Game Studios. “Fico todos os dias espantado com o que a equipa do ‘Crackdown 2’ está a fazer e a Bungie está a concretizar o impossível, ultrapassando mesmo os seus próprios limites com o ‘Halo: Reach’. Mal posso esperar para entrar no Xbox LIVE com alguns amigos e tentar bater alguns recordes de jogo ou desafiar outros jogadores”2.

Os jogadores podem pegar nos comandos da Xbox 360 e entrarem em contos heróicos de revolucionários e reis, lutas para salvar a humanidade da aniquilação e histórias recheadas de acção com mistério e espionagem, ou simplesmente desfrutarem de divertimentos nostálgicos com a família e amigos de todo o mundo no Xbox LIVE através dos seguintes jogos:

· “Halo: Reach” (Bungie). O prólogo do franchise Xbox mais famoso de todos os tempos, o “Halo: Reach”, criado em exclusivo para a Xbox 360 pelo aclamado estúdio da Bungie, coloca-o na frente de batalha dos momentos fatídicos que forjaram a lenda “Halo”. Enquanto membro da Noble Team, um pelotão de soldados Spartan heróicos, será recrutado para defender o planeta Reach, a última linha de defesa da Humanidade entre a Terra e os terríveis Covenant. A partir de 3 de Maio, a versão beta multijogador de “Halo: Reach” irá dar-lhe a oportunidade de testar os avanços mais recentes da experiência de jogo multijogador no franchise êxito de vendas que deu origem a tudo o resto no Xbox LIVE. O acesso à versão beta estará disponível através do disco de jogo “Halo 3: ODST” no Xbox LIVE.
· “Alan Wake” (Remedy Entertainment Ltd.). Com lançamento a 21 de Maio na Europa, os pesadelos tornam-se reais neste exclusivo da Xbox 360 que irá dar origem a um novo género de jogo: o thriller de acção psicológica. Este jogo foi criado como uma série de terror para televisão, onde a coragem e a luz são os seus únicos aliados.. Quem quiser ir mais além neste universo de mistério, também pode encomendar a edição limitada para coleccionadores, que inclui discos bónus com imagens de bastiadores, comentários de jogo exclusivos e dicas da Remedy, banda sonora do jogo, o livro “The Alan Wake Files”, e muito mais, tudo fornecido num pacote de capa dura digno de figurar em qualquer prateleira.
· “Crackdown 2” (Ruffian Games). Disponível em exclusivo para a Xbox 360 e com chegada às lojas prevista para o final do ano, a sequela do êxito de vendas de 2007 está recheada de acção, um mundo real imenso, funcionalidades online e multijogador nunca antes vistas e gráficos topo de gama. Reserve já a sua cópia e seja um dos primeiros a espreitar este mundo — irá receber um código para fazer o download de quatro armaduras Agency-Issue: Gold, Brushed, Red e Blue Metal.
· “Dead Rising 2” (Capcom). No seguimento do jogo de aventuras “mata-zombies” e “esmaga-ossos” de 2006, “Dead Rising 2” coloca uma nova personagem excêntrica no coração da luta para salvar os Estados Unidos da “zombificação” total. Antes do lançamento previsto para Agosto e Setembro, “Dead Rising 2: CASE ZERO” estará disponível como Expansão exclusiva só para o Xbox LIVE.
· Pack de conteúdos “Call of Duty: Modern Warfare 2” (Infinity Ward/Activision). Os primeiros packs de conteúdos para este premiado título que foi também o maior lançamento de entretenimento da história estarão disponíveis primeiro na Xbox 360 e no Xbox LIVE.
· “Tom Clancy’s Splinter Cell Conviction” (Ubisoft Entertainment). Com lançamento exclusivo para a Xbox 360 e PC a 15 e 16 de Abril na Europa, “Tom Clancy’s Splinter Cell Conviction” é a muito aguardada sequela da série “Splinter Cell” que vendeu milhões em todo o mundo e um dos franchises mais aclamados pela crítica de todos os tempos. Unindo melhoramentos revolucionários da experiência de jogo com uma história de adrenalina máxima e de acção sem limites, o jogo inclui igualmente missões de espionagem intensas no Xbox LIVE, tornando a Xbox 360 na única consola onde pode libertar o espião renegado que há em si.
· “FINAL FANTASY XIII” (Square Enix). O Bundle “FINAL FANTASY XIII” Special Edition para a Xbox 360 inclui um disco rígido de 250GB, dois comandos, itens para avatar de download exclusivo e uma cópia de edição standard da sequela dramática desta série êxito de vendas. A Xbox 360 é a única consola fora do Japão com bundle de jogo, disponível nas lojas a partir de 9 de Março, limitado ao stock existente. Adicionalmente, o designer Tetsuya Nomura concebeu um número limitado de protecções Limited Edition “FINAL FANTASY XIII”. Estas protecções só estão disponíveis promocionalmente em quantidades predefinidas nos revendedores seleccionados da Europa, América do Norte, Austrália e Nova Zelândia.
· “Fable III” (Lionhead Studios). “Fable III” proporciona uma experiência de acção e aventura sem igual, à medida que os jogadores passam de revolucionários a reis de Albion e mais além. Com o seu fiel companheiro canino, irá embarcar numa demanda épica contra a injustiça, forjar alianças, esmagar os seus inimigos e assumir o controlo do reino. Mas com grande poder vêm grandes responsabilidades. Irá honrar os compromissos feitos na sua escalada para o trono ou sacrificar alianças para tirar proveitos pessoais? Tome decisões sábias, já que estas terão um impacto posterior neste mundo em constante mudança.
· “Lost Planet 2” (Capcom). O capítulo mais recente deste popular third-person shooter irá levá-lo a ambientes de tirar a respiração, Vital Suits exclusivos e bosses impressionantes do mundo E.D.N. III. A história é retomada 10 anos após o jogo original e os jogadores acompanham as descobertas do seu pirata da neve personalizado em busca do controlo total deste mundo em constante mudança. Também está disponível o modo de campanha recheado de acção e aventura com três amigos no Xbox LIVE. “Lost Planet 2” chega à Europa a 18 de Maio.
· “Left 4 Dead 2: The Passing” (Valve). A primeira expansão do jogo traz os sobreviventes do “Left 4 Dead” original mais para sul ao encontro do elenco de “Left 4 Dead 2”, fornecendo uma experiência em modo de jogo individual, multijogador e cooperativo, em exclusivo na Xbox 360 e PC. Com lançamento previsto para a Primavera, “Left 4 Dead 2: The Passing” irá incluir um novo modo de campanha cooperativa e narrativa associada, novas arenas para os modos Survival, Versus e Scavenge e irá também introduzir um novo modo de desafio cooperativo.2
· “Toy Soldiers” (Signal Studios). Um jogo de acção intenso que chegará ao Xbox LIVE Arcade House Party a 3 de Março. “Toy Soldiers” leva os jogadores para um mundo em miniatura fantástico em que soldados de brincar antigos combatem em dioramas vintage da Primeira Guerra Mundial. Para comemorar o lançamento de “Toy Soldiers” no Xbox LIVE Arcade, a Microsoft lança uma nova experiência Facebook a 12 de Fevereiro: “Toy Soldiers: Match Defense”, onde poderá juntamente com os seus amigos recolher itens para ganharem países e conquistarem a Europa.
· “Game Room” (Krome Studios Pty Ltd.). Com lançamento programado para Março como parte do Xbox LIVE Arcade House Party, o “Game Room” permite que os jogadores voltem a sentir a glória dos jogos clássicos para arcade e consola nas suas formas originais, à medida que cada avatar de jogador revive os cenários, sons e experiências de jogo originais só na Xbox 360 e PCs Windows.
· “Perfect Dark” (4J Studios). Prepare o seu Farsight e aguarde a sua missão: a Escuridão regressa no próximo mês de Março como parte do Xbox LIVE Arcade House Party. A agente Joanna Dark traz a sua cruzada épica de conspirações galácticas na América do futuro para a Xbox 360 com imagens remasterizadas, modos multijogador activados para o LIVE, tabelas de pontuações e prémios de conquistas e avatar.
· “Scrap Metal” (Slick Entertainment Inc.). Com lançamento previsto para Março como parte do Xbox LIVE Arcade House Party, “Scrap Metal” permite que os jogadores contornem esquinas de arma em riste disparando sobre os adversários neste jogo de corridas de ritmo pulsante. Os jogadores abrem caminho em missões explosivas recheadas de acção, enfrentam bosses poderosos e podem entrar no Xbox LIVE para correrem contra os amigos, em exclusivo na Xbox 360.

Desde o lançamento da consola em 2005 que não havia uma melhor altura para aderir à Xbox 360. Com este conjunto de lançamentos blockbuster composto por exclusivos há muito aguardados e com lançamento previsto durante todo o ano de 2010, culminando na estreia do “Projecto Natal”, só a Xbox 360 é capaz de oferecer a experiência de jogo e entretenimento revolucionário que todos
ambicionam.

Mushkin apresenta kit de memória de 4GB DDR3 Blackline

Para reforçar sua linha de memórias, a Mushkin anunciou o lançamento do novo kit DDR3 Blackline com uma incrível frequência de 2000 MHz.


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O novo kit é composto por dois pentes de memória de 2GB DDR3-2000, e promete muito desempenho para ser usado na plataforna Intel.

“O nosso mais novo kit DDR3-2000 é uma realização real para nós. Oferece o melhor dos dois mundos: desempenho de topo com uma confiabilidade e estabilidade que os nossos clientes esperam”, disse Brian Flood, diretor de desenvolvimento de produtos da Mushkin.

As novas memórias são destinadas à plataforna LGA1156, da Intel. O novo kit estará disponível em breve com preço em torno de 180 dólares
Agora vai! O que o PSP Go precisa para deslanchar?

“Revelado” na conferência de imprensa da Sony da Electronic Entertainment Expo do ano passado e lançado oficialmente no dia 1º de outubro de 2009, o PSP Go é a “evolução” natural das plataformas de jogo portáteis da Sony.

PSP Go!Menor, mais fino, mais ergonômico e por que não, portátil, do que os seus antecessores, o PSP Go é a consolidação do futuro digital da Sony, um console pequeno e pronto para as tendências do amanhã.

Entretanto a evolução parece não conhecer as leis darwinianas e o que deveria ser melhor e mais adaptado não chega a superar seu predecessor “genético”, o PSP 3000.

Sem alcançar as expectativas dos executivos, o console perde cada vez mais terreno para os seus concorrentes (incluindo seus próprios companheiros de marca).

Agora, em meio a rumores de que a Sony estaria planejando um “relançamento” da plataforma — em uma tentativa desesperada de “resgatar” os anos de investimento, desenvolvimento e produção gastos com o console — o Baixaki Jogos sugere algumas atitudes que podem ajudar o PSP Go a alcançar todo o seu potencial.

Mexe no bolso da galera

Menor, mais fino e mais barato!


Antes de qualquer outra coisa o preço do PSP Go deve ser reduzido. Se o PSP 3000 já não é “leve” para o bolso dos jogadores, o novo portátil é ainda mais “salgado”.

E pior, oferece menos funcionalidades (não possui suporte para mídias físicas, bem como vários acessórios e cartões de memória do seu antecessor).

A primeira coisa a ser feita para salvar o PSP Go é reduzir o seu preço para que o sistema torne-se mais barato do que a sua contraparte mais robusta, o PSP 3000. A Sony afirma que a tabela vigente oferece uma margem maior para os revendedores, mas quem se importa com isso.

Além disso, a escolha pela distribuição digital como única forma de adquirir novos jogos impede que os jogadores comercializem cópias dos títulos adquiridos (como acontece com as cópias físicas) e maximiza os lucros da Sony — que por conta disso poderia arcar com um corte significativo nos preços da plataforma.

Deixe tudo mais fácil!

Simplicidade é uma virtude

O Baixaki Jogos já testou o PSP Go e de fato o console possui grandes valores, mas parece que a Sony testa a paciência dos jogadores (talvez seja uma pesquisa para saber quão fieis são os usuários da plataforma).

Três  gerações diferentes

A emoção de desembalar o video game e ligá-lo pela primeira vez é sublimada pela frustração que vem ao perceber que você só pode jogar após um longo e tedioso período de download.

Isso porque o console não vem com nenhum tipo de conteúdo (bem que a Sony poderia incluir a DEMO de um jogo ou um PSPmini qualquer para dar um gostinho antes da consequente decepção).

Outra necessidade básica do PSP Go é a introdução de um sistema de suporte para downloads em segundo plano, bem como um gerenciador, que permita pausas e eventuais interrupções sem comprometer todo o processo.

Imagine ser incapaz de jogar ou fazer qualquer outro tipo de operação no seu computador toda vez que ele for fazer um download?

On demand

Eu quero esse jogo e eu quero agora!

Se o console depende exclusivamente da distribuição digital para receber novos jogos e conteúdos, espera-se que eles sejam disponibilizados instantaneamente através de uma loja virtual especial. Os donos do PSP Go podem adquirir seus jogos, bem como uma sorte de itens e conteúdos extras para o console e para os jogos, através da PlayStation network (PSN).

Jogos em UMD? Esqueça com o goEntretanto, a Sony apresenta um novo testa a fidelidade dos fãs, já que nem todos os títulos produzidos para o PlayStation Portable são disponibilizados simultaneamente em suas versões físicas e digitais (sendo que as cópias virtuais sempre chegam com algum atraso).

A falta de interesse da empresa na sua própria loja virtual afasta muitos jogadores e prejudica prejudica a qualidade do serviço (que apresenta grande potencial). Afinal de contas, quem quer comprar um video game se não pode comprar jogos para ele?

A guerra entre a Sony e a Microsoft pode ensinar algumas lições para ambos os lados. A Microsoft exige prazos bem definidos para o lançamento de conteúdos na Xbox LIVE, ao contrário da Sony, que não se envolve com as distribuidoras quando o assunto é distribuição digital na PSN (entretanto a Xbox LIVE é paga, enquanto que a PSN é gratuita).

Somente para o PSP Go!

Desonesto, mas eficiente

Uma das práticas mais desonestas com os jogadores, mas inegavelmente eficiente para a promoção de uma determinada plataforma, é a produção de títulos exclusivos de qualidade.

Vale?   Depende do que você quer

Apesar de questionável — convenhamos: as exclusividades servem para intensificar a briga entre as plataformas, apesar de não se apoiarem necessariamente sobre o hardware (Gears of War poderia rodar perfeitamente no PlayStation 3 e God of War não teria problemas com a estrutura do Xbox 360) — o elenco de exclusividades pode de fato impulsionar as vendas do console.

Se jogos de alto padrão fossem lançado exclusivamente para o PSP Go (sem direito à versão para o PSP 3000), isso faria com que muitos consumidores, antes em dúvida, optassem pela nova plataforma.

Será que vale a pena?

Insistir ou recomeçar

Essa é a pergunta que não quer calar: será que vale a pena “salvar” o PSP Go? A plataforma mostrou algum potencial, mas obviamente não está alcançando as expectativas (dos fãs, da crítica e da própria Sony).

O design atraente não é necessariamente “melhor” para jogar (exceto se você tiver mãos muito pequenas) ,e a ausência de suporte para mídias físicas é outro fator que prejudica a avaliação final.

Alia-se a isso um preço muito alto (aproximadamente 40 dólares a menos do que um PS3) e temos uma verdadeira bomba nas mãos.

A linha PlayStation Portable é muito boa e já mostrou que veio para ficar (apesar da recente escassez de títulos e do aparente descaso da Sony) e o sistema de distribuição digital e suporte da PSN também são outro trunfo da Sony.

Isso que nos faz pensar apenas em um suposto PSP 4000 com mais funções e suporte estendido para PSN e não em um PSP Go revigorado.

No final das contas será que vale mais a pena investir em um PSP Go remodelado ou em um PSP 4000 (ou quem sabe no eventual PSPhone)?

Falemos de Alan Wake.

Não há dúvida de que Alan Wake é um game bastante aguardado pelo público. Tanto pela hype quanto pela propaganda que está sendo feita em torno do título, mas também pela temática original. Então vamos à compilação das informações mais recentes deste exclusivo do Xbox 360 — lembrando que a versão para PC foi cancelada recentemente.

Mais do que só um jogo

Essa é a ideia na mente dos desenvolvedores. Segundo Sam Lake, escritor do título, o objetivo sempre foi criar mais do que simplesmente um game. A franquia Alan Wake deve expandir-se para além do produto que chegará às lojas no dia 18 de maio, seja através de sequências ou de interação com outras formas de mídia — como cinema e afins.

Nada disso é concreto, no entanto. Aparentemente, o game que inaugura a marca não possui sequer um final, por enquanto, já que os criadores buscam uma forma de finalizar a história deste primeiro capítulo de forma coerente ao mesmo tempo em que deixam abertas as possibilidades para possíveis tramas futuras. Ou seja, tudo depende da resposta do público a esta primeira tentativa.

O cancelamento da versão para computadores foi um desapontamento para vários jogadores que esperavam poder apreciar a narrativa na plataforma. No entanto, os desenvolvedores explicam que o Xbox, e sua apresentação em uma tela de TV grande, contribui para uma experiência mais ampla, cinematográfica — o que, segundo eles, é mais apropriado para este título.

Além disso, deram aquela tradicional explicação: focar em uma plataforma permite a criação de um produto melhor e mais focado. Ou seja, nada de versão para PC agora, em um futuro próximo ou mesmo em um futuro distante. A não ser que a situação da franquia mude radicalmente, o jeito é conformar-se com a exclusividade para X360.

Modular

Quanto à existência de DLCs para extensão da vida útil do game, os criadores são enfáticos: eles existirão. O formato será similar ao de um seriado de televisão, no qual o jogo original será uma espécie de “primeira temporada”, enquanto os conteúdos adicionais terão o papel de expansões no formato de temporadas seguintes.

Desta forma, eles pretendem finalizar as narrativas em determinados períodos ao mesmo tempo em que permitem à narrativa continuar, ao perseguir outros focos e pontos diferentes. Quem já assistiu seriados de TV americanos sabe como funciona: uma determinada trama pode estar contida em um episódio somente, enquanto outras passam por vários e algumas se estendem por múltiplas temporadas.

Tal estilo foi definido após muita tentativa e erro. No início do desenvolvimento os criadores consideraram até mesmo a possibilidade de fazer com que Alan Wake fosse um jogo “sandbox”, de mundo aberto. No entanto, consideraram que a história era uma parte essencial da experiência e que é mais importante manter o ritmo da narrativa.

Para maiores informações, o jeito é esperar. Já existem algumas versões demonstrativas rolando lá fora, no exterior, mas severas restrições e NDAs (non-disclosure agreements; acordos de não divulgação do que foi visto) fazem com que nada seja revelado ao grande público. Quem sabe em breve

Novo DLC de Uncharted 2 no dia 25 de fevereiro.

Se você já enjoou das possibilidades que Uncharted 2 oferece — será que isso é possível? — ficará agradavelmente surpreso em saber que um DLC está sendo programado para o dia 25 de fevereiro. E se for fã do primeiro game da franquia, ficará feliz em dobro, já que o conteúdo a ser disponibilizado é nostálgico e traz vários elementos vistos no Uncharted original.

O pacote trará vários troféus novos, treze medalhas para o modo multiplayer do jogo, novas “skins” de personagem de Drake’s Fortune — Drake, Elena, Atoq Navarro, Eddy Raja, Gabriel Roman e Javier — e dois novos mapas. Estes últimos são The Flooded Ruins e The Facility, dois cenários vistos durante a primeira aventura de Nathan Drake.

O preço previsto é de 5,99 dólares para o pacote inteiro. Caso prefira, é possível também adquirir somente as skins por 2,99 e os mapas por 3,99 dólares.

Skate 3

Nada de mudanças drásticas, revoluções ou mesmo novidades gritantes. Skate 3 busca mais uma vez refinar a fórmula introduzida pelo primeiro game da série e expandida pelo segundo. Mas, então, qual é o apelo de um título que pode ser apenas mais do mesmo? O segredo está nas pequenas alterações que fazem toda a diferença, e que prometem aparecer em grande estilo neste game.

Você é o cara

Basicamente, este novo capítulo da franquia parte da premissa de que seu personagem dentro do jogo já é um skatista renomado. Assim, você não precisa simplesmente provar seu valor — é preciso criar, desenvolver, divulgar e reforçar sua marca; algo feito através das mais diferentes atividades, desde realizar manobras em parques até criar cenários nos quais outras pessoas andam.

Cada uma dessas atividades resulta em “vendas de shapes”. Quanto mais você vende, maior é seu sucesso, e assim é determinado o esquema de recompensas de Skate 3. Mas o lado empreendedor dessa aventura se limita a comportar o sistema de pontuação, já que você não estará de fato gerenciando uma empresa; as vendas aumentam conforme desafios são completados.

E não está sozinho!

Além dessa premisa básica, desta vez a coisa toda irá girar em torno de um sistema de equipe. O que significa que você terá sempre dois outros companheiros de time com você durante as partidas, sejam eles controlados pelo computador ou mesmo outros jogadores — caso você esteja conectado à internet e decida encarar os desafios em multiplayer.

Para se adaptar a esse tipo de jogabilidade, o modo carreira não é baseado em uma história específica, mas sim em diferentes tarefas que podem ser realizadas conforme a vontade do jogador. Você anda naturalmente de skate pelas ruas e decide quais são as atividades que resultarão em um maior score — e, consequentemente, mais vendas de shapes.

O que isso quer dizer é que o jogador está livre para realizar suas manobras em pistas de skate, no centro da cidade ou mesmo em lugares remotos — a imaginação é o limite. A liberdade parece estar ainda mais presente neste título do que no capítulo anterior da série.

Fácil de aprender, difícil de dominar?

O ditado que muitos game designers consideram como um objetivo louvável a ser buscado parece guiar também os criadores de Skate 3. Visando tornar o game mais acessível a um público iniciante e casual, os desafios serão divididos em duas categorias. A primeira consiste em completá-los, normalmente, coisa que quase todos poderão fazer sem problemas.

Já a segunda é para os mais dedicados, e consiste de tarefas mais difíceis e manobras mais radicais, elevando o nível da experiência — e aumentando o número das vendas de shapes! Assim, é possível aprender sem ter a sensação de que você está falhando em praticamente tudo aquilo o que tenta, algo realmente frustrante para aqueles que não querem passar horas a fio treinando.

No geral, a jogabilidade deve continuar na mesma linha que caracteriza a franquia, algo que os fãs certamente apreciarão. Não existem muitas diferenças ou modificações neste aspecto do jogo, com a exceção de novas manobras e um polimento maior no sistema de controles como um todo.
Skate 3 deve chegar às prateleiras do mundo todo ainda em Maio deste ano, então fique de olho para maiores informações em um futuro próximo.

Crysis 2 terá elementos inesquecíveis.

Sequências de jogos deveriam ser sempre melhores do que os games que as precederam. No mínimo por respeito ao jogador. Porém, sabemos que nem sempre é o caso, já que muitas vezes os desenvolvedores se perdem no meio do caminho — um erro que a Crytek pretende evitar a todo custo. Na verdade, segundo algumas das promessas que fizeram, Crysis 2 será memorável.

A afirmação partiu de Nathan Camarillo, produtor executivo do game, que disse que a empresa agora sabe o que foi bom no Crysis original e é possível expandir os conceitos centrais na sequência. Assim, “poderemos ter aqueles momentos-chave que apenas a Crytek pode proporcionar em tempo real — aquelas cinco coisas grandes das quais você se lembrará para sempre”.

Ousado? Certamente, mas se considerarmos o trabalho feito no primeiro jogo da série, podemos ter certeza de que essa é uma empresa com o potencial de cumprir a promessa. Quanto à forma como isso será feito, o presidente Cevat Yerli dá algumas indicações, afirmando que filmes como “Eu Sou A Lenda” e “O Dia Depois de Amanhã” serviram de inspiração para a ambientação.

Segundo ele, ambas as produções cinematográficas possuíam uma visão única e própria de Nova Iorque, e a Crytek também pretende criar algo bastante novo — e inteiramente integrado à Nanosuit. Yerli afirmou que já mudaram a ilha de Manhattan de maneiras inesperadas em Crysis, e a sequência o fará de forma ainda maior: “será uma Nova Iorque como nenhuma outra vista nos games ou no cinema”.

Kings and Castles, o novo RTS de Chris Taylor.

Reis e castelos. É o que sabemos até agora sobre o conteúdo do novo game da Gas Powered Games — empresa responsável pela criação de Supreme Commander, Dungeon Siege e Demigod — chamado de Kings and Castles. O universo será um de fantasia, com poucos limites com relação ao que ele conterá. No entanto, o que chama atenção sobre este jogo é a forma como se dará seu desenvolvimento.

Isto porque a empresa promete expor aos jogadores todo o processo de criação do título, revelando gradualmente as etapas de produção através de ferramentas da web como o facebook e o twitter — além de video blogs que relatam diferentes partes da empreitada. Você pode conferir no vídeo abaixo o primeiro capítulo, que já define o tom irreverente do sistema:

No que diz respeito ao jogo em si, ele será sério o suficiente. Contará com visuais de ponta, escala nunca antes vista em um game do gênero e será um jogo de estratégia em tempo real. O jogador controlará um rei e terá seu próprio castelo, que será, nas palavras de Chris Taylor, algo imponente e enorme, uma verdadeira fortaleza digna do nome.

Como é um experimento novo, é difícil prever o resultado de tamanha exposição e comunicação com o público. Se os desenvolvedores estão dispostos a tentar, no entanto, então o melhor que podemos fazer é apoiar a iniciativa — e quem sabe aprender uma coisa ou outra a respeito de criação de jogos e de game design no processo.

Embora o press release mencione que o jogo sairá para PCs e plataformas de próxima geração, tudo indica que a empresa se refere ao PS3 e ao X360. Afinal de contas, não há nenhum tipo de previsão para sucessores desses consoles, por enquanto. Se você aprecia um pouco de humor em vídeos expondo assuntos sérios, não hesite a acompanhar o desenvolvimento de Kings and Castles — um game que pode revolucionar a indústria não pelo seu conteúdo, mas pelo seu desenvolvimento.

Sid Meier’s Civilization V é anunciado para PC.

Fãs do gênero estratégia acabam de receber uma excelente novidade. A 2K Games revelou recentemente que Sid Meier?s Civilization V será lançado neste outono nos PCs. A série é conhecida como uma das maiores do gênero, e vem trazendo muita diversão desde a década passada.

Desta vez, os jogadores terão ainda mais motivos para se aprofundar no game. A companhia revelou que o game terá grades hexagonais, o que permitirá movimentos mais estratégicos e uma experiência completamente inédita. Além disso, Civilization V trará uma nova engine, a qual renderá animações sem precedentes.

Como de costume, o game também terá um belo suporte à comunidade, permitindo modificações, componentes multiplayer e muito mais. Fique atento para mais informações.

Em breve

Nintendo pode apresentar seus novos consoles na GDC 2010.

A Game Developers Conference 2010 promete grandes surpresas para os jogadores, especialmente para os fãs da Big N. Ao que tudo indica a empresa deve apresentar oficialmente os seus novos consoles durante o tradicional evento.

Primeiro foram os rumores que já corriam pela internet a Nintendo estaria trabalhando em uma nova plataforma (boato confirmado por Shigeru Miyamoto) — que todos acreditam ser o Wii HD — depois a “escorregada” de Satoru Iwata (presidente da empresa) que afirmou que a Nintendo estaria trabalhando com um novo DS, com suporte a controles com sensores de movimento.

Agora com mais "équio"!Agora, o buchicho ganha mais força e torna-se mais concreto com a veiculação de rumores de que a Pokémon Company teria recebido kits de desenvolvimento (consoles utilizados para a criação de jogos) do suposto DS 2.

Segundo a mesma reportagem esse novo Nintendo DS conta com sensores de movimento similares aos do iPhone (como sugerido e mais tarde desmentido por Iwata). Como nada foi confirmado e a Big N continua fazendo mistério resta aos fãs apenas esperar até o começo da GDC 2010 e pela conferência da Nintendo.

Enquanto isso, a revista japonesa GAME LABO, trouxe mais rumores e aumentou ainda mais a expectativa dos fãs da Nintendo ao afirmar em sua última edição que a empresa estaria trabalhando no desenvolvimento do Virtual Boy 2 — o mal fadado console portátil com gráficos 3D estereoscópicos.

O suposto Virtual Boy 2 deixaria de lado o conceito de portabilidade, transformando-se em um novo acessório para o Wii — com previsão de lançamento, para o final de 2010. resta agora saber se há alguma verdade nesta história.

Fallout: New Vegas levará centenas de horas para ser totalmente explorado.

Sem entrar na discussão se Fallout: New Vegas deve ser chamado de uma sequência ou não, Pete Hines, da Bethesda, expôs recentemente um pouco mais sobre o que pode ser esperado do vindouro título da empresa.

O cenário, como já pode ser obviamente adivinhado pelo nome do game, é a cidade de Las Vegas. A data é 2280, poucos anos após os acontecimentos de Fallout 3 — no entanto, New Vegas não trará nenhum dos personagens ou atividades de seu antecessor, embora existam referências pontuais. Desta vez, são protagonistas novos e situações diferentes.

Ao contrário da tradição da franquia, que geralmente colocava o jogador na pele de um habitante de um Vault, agora a coisa começa de uma forma um pouco mais dramática. Você é um transportador que leva um tiro e é largado em uma cova no deserto. Um robô o resgata e, a partir daí, os eventos se desenrolam. O principal é descobrir o que lhe foi tomado e por que isso aconteceu.

Os desenvolvedores prometem a mesma experiência de qualidade que caracteriza a franquia, com o mesmo estilo de jogo mas uma sensação nova — que se reflete em uma ambientação e apresentação inéditas para a série. Além disso, não é preciso ter jogado nenhum outro Fallout para conseguir entender o que está acontecendo; New Vegas será um jogo completo que contará uma história inteira ao jogador.

Ainda segundo Hines, serão necessárias centenas de horas para explorar cada canto do universo que está sendo construído. O que não será algo monótono, já que a cidade está longe de ser um local deserto — na verdade, ela está bastante ativa e funcionando. O jogo deve sair na primavera deste ano, então fique de olho para maiores informações nos próximos meses.

Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned

Quando os jogos relacionados aos filmes e às séries televisivas são lançados (os famosos “Tie-in”, como Transformers, Lost ou até mesmo G.I. Joe: The Rise of the Cobra), normalmente a intenção das desenvolvedoras é justamente recontar a história que se passou nas telonas, aproveitando temática e herói.

Para o novo jogo da franquia Piratas do Caribe — intitulado Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned — a vontade do diretor Alex Peters é justamente se livrar do enredo central dos filmes, reutilizando apenas o universo mágico, rodeado de cidades costeiras e de muitos fenômenos sobrenaturais.

Infelizmente, isso significa que também não teremos o misterioso e divertido Jack Sparrow. Quem entra em cena é o capitão Jamer Sterling, supostamente dotado das mesmas reviravoltas humorísticas, mas com uma visão bem mais abrangente de seu mundo, algo que possibilitará aos jogadores muitas viagens.

Explorando os sete mares

Armada of the Damned é em grande parte um jogo livre, seguindo o exemplo de Grand Theft Auto. Você tem o direito de seguir para praticamente todas as localidades já de início (incluindo a ilha de Tortuga), cumprindo com as missões principais — em partes mais lineares — ou seguindo pelas tarefas adicionais, as famosas “sidequests”.

Se há deslocamento de um ponto ao outro, isso significa que você passará bom tempo de suas partidas navegando pelos mares e oceanos, em busca de tesouros e aventuras. Na realidade, esse game trará muito mais características de RPGs do que seus antecessores. Saiba que isso não significa de modo algum a ausência de ação: a intenção é fazer com que os jogadores passem por muitos momentos de desespero, com cenários inteiros explodindo pelos ares.

O combate foi revitalizado, entrando na jogada uma fórmula mais simplificada que permite aos mais inexperientes prosseguir pela maioria das situações apenas pressionando os botões de ataque. Cabe notar que magias também têm espaço aqui, ao lado das tradicionais espadadas e de outros golpes variados.

Amaldiçoados pela eternidade

Como você pode perceber, a proposta neste novo game é muito similar à trazida por outro RPG: Fable. Até mesmo a transformação do seu personagem se dará de forma similar: de acordo com o seu alinhamento (entre bem ou mal), o guerreiro terá sua aparência modificada, indo desde um lendário capitão com vestes douradas até o mais podre e amaldiçoado visual, com esqueleto à vista, proteções de ferro e âncora como arma.

Sua moral é formada pelas ações lendárias ou pelos atos temidos (Legendary ou Dreaded Acts). O primeiro envolve fugas épicas, com explosões e ação de primeira, exatamente como visto nos filmes. Já os atos temidos remetem diretamente à matança de inocentes e de outras ações mais do que deploráveis...

Mas ao contrário da maioria dos outros jogos, Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned promete atormentar constantemente a consciência do jogador, botando em xeque as decisões, sejam elas boas ou ruins, oferecendo recompensas ou castigos pelas tomadas de decisão. Em outras palavras, será complicado manter o alinhamento firme no decorrer da história.

Uma mudança considerável

Ainda é muito cedo para julgarmos Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned, entretanto, é inegável o esforço da equipe de desenvolvedores em tentar revitalizar o nome da franquia no mundo dos jogos, considerando que os capítulos passados foram no mínimo uma enorme decepção para os fãs.

O novo episódio está partindo para longe da simples ação linear, abrindo espaço para que os jogadores explorem enormes cenários e mares de todos os tipos, com rochas, perigos e muito ouro para os grandes aventureiros. Fiquem ligados, pois esta aventura chega às prateleiras até setembro deste ano.

Crackdown 2

Muitos afirmam que Crackdown nunca recebeu a devida fama. O título ganhou mais notoriedade por conta da promoção que concedia convites para o multiplayer beta de Halo 3 do que pelo jogo em si; uma pena, já que Crackdown realmente possui méritos próprios.

Agora, a continuação produzida pela Ruffian Games pretende mostrar para todos porque Crackdown merece ser respeitado. Para tanto a empresa aposta na divertida dinâmica de jogo, com mundo aberto e um sistema de progressão envolvente e recompensador.

Recentemente o título fez uma conturbada aparição na Microsoft X10 — evento realizado no dia 11 na cidade de São Francisco — e revelou um pouco mais da sua jogabilidade em uma demonstração especial. Dividida em duas partes, a demo mostrou como o jogo é flexível, alternando entre as missões da campanha e o modo livre (sandbox), que se mostrou extremamente divertido e par com o que fora apresentado no primeiro jogo.

Maior, melhor e sem censura!

A primeira parte da apresentação acompanhou as missões da campanha, conforme um agente — de nível relativamente baixo, ou seja, antes de acumular dezenas de orbes de evolução — tenta infiltrar-se na base de um grupo terrorista chamado The Cell.

Os membros dessa organização acreditam que a Agency (da qual você faz parte) é a grande responsável por uma epidemia de zumbis que assola a cidade. Como você limpou a cidade de todas as gangues (durante o primeiro jogo), os zumbis e a Cell, são os únicos antagonistas desta nova aventura.

O objetivo principal da sua missão é recuperar uma valiosa tecnologia que os terroristas roubaram da Agency. Durante a demonstração ficou claro a nova estrutura de missão, que agora engloba a resolução de vários objetivos principais, além dos secundários.

"Já tava  assim quando eu cheguei!"Ao contrário do que acontecia no primeiro título que apresentava uma dinâmica mais limitada, Crackdown 2 possui mais variedade dentro de uma mesma missão — que por sinal vem acompanhada de mais história (algo muito superficial no primeiro).

Uma volta por Pacific City

Terminada a senda principal, os desenvolvedores passaram para a segunda parte da demonstração, que exibiu o mundo de Crackdown 2 em toda a sua glória. Além de um extenso mapa a ser explorado, Crackdown 2 também conta com um ciclo de dias e noites que trazer mudanças significativas a cidade, especialmente quando a noite cai.

Sob o manto negro da noite os monstros saem de seus esconderijos e tomam conta das ruas da cidade, transformando-a em uma filial do inferno. O produtor da Ruffian, James Cope, mostrou como um pouco da jogabilidade dentro desse cenário apocalíptico e atrás do volante de um carro da Agency, Cope, mostrou pouco ou nenhum respeito pelas leis de transito, transformando os pobres zumbis em sujeira presa ao pára-choque do carro.

John Noonan, designer chefe da Microsoft Game Studios, também estava presente na demonstração e afirmou que conforme a trama avançar para a sua conclusão o jogador terá que enfrentar criaturas mais poderosas, sugerindo inclusive a possibilidade de alguns zumbis serem ex-Agentes infectados.

Crackdown pode não ter chamado muito a atenção quando foi lançado, mas seu sucessor deve reivindicar uma fama maior. Se você gostou do primeiro, trata-se de uma nova volta pelas ruas de Pacific City. Se não conhecia o original esta é uma boa oportunidade para juntar-se a Agency. Crackdown 2 ainda não tem data de lançamento definida, mas deve chegar às lojas ainda este ano.

Fable III

Quem acompanhou as notícias acerca de Fable III viu Peter Molynuex — o criador e diretor da série — provocar muito antes de liberar informações concretas a respeito do game e das mudanças que entrariam em cena. Como de costume, a palavra chave foi inovação e ambição, com a promessa de que agora viria uma revolução.

Em uma das entrevistas Peter chegou até mesmo a dizer que as revelações deixariam muitos dos jogadores irritados. Mas qual o motivo de tantos comentários? Será que teremos uma revolução em Fable ou trata-se apenas de uma manobra para promover o título? Descubra!

Destrua a tirania

Cerca de cinquenta anos se passaram desde a última aventura nas terras de Fable. Os cenários calmos e campestres cercados pela natureza aos poucos foram se perdendo em meio à nova invasão com a qual os jogadores de Fable III se depararão: a grande revolução industrial. As terras foram dominadas por um rei tirano que colocou crianças para trabalhar pesado nas fábricas. Cabe então a você reverter esta situação.

A primeira metade do novo Fable será sua jornada rumo ao poder, enquanto a segunda — e mais misteriosa — porção dará a você a escolha do que fazer com o poder do rei. As mesmas regras permanecerão em vigência ou a paz aos poucos retornará, enquanto escolas e a natureza são recuperadas?

Remando contra a maré

Enquanto grande parte dos jogos (até mesmo aqueles que não são RPGs) vem adotando o sistema de nivelamento por pontos de experiência — o que é o caso até mesmo de alguns dos FPSs mais quentes do momento, como Call of Duty: Modern Warfare 2 — Fable III irá abandoná-lo por completo.

Em seu lugar entra o número de seguidores que seu personagem possui no momento, algo que faz todo o sentido, dada a proposta de fama e de poder trazida pela continuação.

O poder do toque

A influência de seu personagem sobre os demais será bem maior desta vez, graças ao sistema “Dynamic Touch”, ou melhor, de toques. O que isso significa? É muito simples: seu herói agora poderá interagir com os outros os tocando, seja pegando pela mão, fazendo carinho (no caso de uma relação entre pai e filho) ou até mesmo empurrando.

Na demonstração exibida durante a X10 (evento da Microsoft) Peter Molyneux demonstrou duas situações específicas. Na primeira, você acalmava uma criança para que ela prosseguisse em sua companhia. Na segunda, você andava de mãos dadas com um andarilho, convencendo-o a segui-lo até uma fábrica.

Depois de cruzar os portões, o pobre mendigo percebe que está sendo levado apenas para ser vendido como um escravo, ponto no qual ele começa a relutar e força o seu personagem a usar os músculos...

Força sem precedentes

O sistema de combate manterá a mesma proposta vista no jogo anterior, isto é, de facilitar a vida do jogador e de tornar a experiência mais emocionante. Para tal, os golpes complexos serão todos eliminados, permanecendo em cena apenas o sistema básico de combate, que requer apenas um botão.

Molyneux justificou tal decisão citando que poucos jogadores aproveitaram ao máximo o segundo game. A velocidade e a força dos golpes são ditadas pelo tempo que o botão permanece pressionado, sem haver limites para força final (se você segurar o botão por um bom tempo, o resultado será um ataque devastador). As magias e os ataques distantes permanecem, com direito ao mesmo tratamento de jogabilidade e de carregamento de força.

A violência está no seu sangue

Mas afinal de contas, como você utilizará seu poder? Os que optarem pelo caminho escuro dos assassinatos sem propósito logo se depararão com personagens mais sinistros, algo já explorado pelos jogos anteriores. A novidade é que a sua arma sofrerá mutações junto com você.

Guerreiros sem escrúpulos terão armas que pingam sangue o tempo inteiro, enquanto os corajosos e corretos carregarão auras brilhantes, que aumentam de tamanho com o aumento do alinhamento. Aqueles que se aproximarem dos níveis máximos de alinhamento ainda terão a oportunidade de ver suas armas “cantando” a respeito de seus feitos, sejam eles bons ou ruins.

A influência da arma

De acordo com o tipo de ataque utilizado, a arma terá sua forma modificada, ficando mais larga e pesada ou mais pontuda, para penetrar armaduras. Por fim, o tipo de equipamento escolhido é que define as características físicas do guerreiro, ou seja, armas pesadas o tornarão um brutamonte, enquanto adagas e outras lâminas mais leves tendem a deixá-lo magro e ágil.

Novamente, a decisão da equipe da LionHead Studios e do próprio Peter Molyneux decorreram das dificuldades encontradas com Fable II. De acordo com eles, a troca e a obtenção de novas armas é um processo tedioso (até mesmo a criação é chata), logo, é melhor deixar que os jogadores criem suas próprias “feras” jogando da forma como acharem mais adequada.

A interação online

Depois de toda a devoção à forja de uma espada perfeita, você pode muito bem resolver se livrar do equipamento, vendendo-o online para um jogador qualquer, que continuará a torná-lo ainda mais forte. Embora o comércio e a troca já tenham sido confirmados, mais detalhes a respeito de como tudo será feito — seja por meio de mensagens ou de uma casa de vendas — não foram revelados.

Chegamos então a outro ponto crucial de Fable III: as partidas online em modo cooperativo. Os jogadores serão convidados uns aos mundos dos outros, podendo carregar consigo suas armas e cachorros. A relação ficará mais íntima, graças à possibilidade do toque (assim como explicado acima para os outros personagens que perambulam pelos cenários).

Se casamento não é o bastante para você, saiba que os personagens não mais ficarão presos uns aos outros, podendo explorar os cenários livremente. Cabe notar que, uma vez que os caminhos tomados durante a história são diferentes, os mundos serão bem distintos entre si.

Pelo que foi mostrado até o momento, Fable III realmente é o mais ambicioso título da franquia, abandonando muitos dos elementos tradicionais para criar uma experiência mais emocionante, com possibilidade de interação pesada entre os jogadores e demais personagens. Tudo permanecerá familiar, mas o que surge é um novo jogo.

Alice in Wonderland

Tim Burton — o diretor que tem em seu currículo obras como Batman Forever e Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet — está na ativa, cuidando do que parece ser uma das mais curiosas, divertidas e misteriosas adaptações literárias já feitas na história dos cinemas: Alice no País das Maravilhas.

A releitura está praticamente pronta, com previsão de chegada para abril deste ano aqui no Brasil. Mas as telonas não vão ser o único local de espetáculo, afinal de contas, o diretor está trabalhando pesado com a Disney para trazer até vocês dois jogos: um para o Nintendo DS, com gráficos 2D e perspectiva lateral, e outro para o Wii, com gráficos de ponta e cenários realmente pirados.

A inspiração na obra é clara, com uma saturação considerável nas cores e todos os elementos que a tornaram um sucesso ao redor do mundo.

Você não é a Alice...

A primeira coisa que você deve saber é que Alice não é o seu nome, não nesse jogo. Sua função aqui é proteger a garota de cabelos dourados, utilizando para tal um verdadeiro arsenal de personagens que figuram na trama do livro e do filme.

Alguns dos exemplos mais famosos incluem o Chapeleiro Maluco (Mad Hatter), Dormidongo (Dormouse), Coelho Branco (White Rabbit), a Lebre de Março (March Hare) e o Gato Risonho (Cheshire Cat). Cabe notar que cada um deles possui uma habilidade peculiar, que os torna úteis de acordo com cada quebra-cabeça que surge pelas partidas.

Pense em poderes como remoção de objetos do cenário (caso do Gato Risonho), alteração de perspectiva (de cenas em 3D para visão completamente lateral em 2D) e até mesmo a famigerada manipulação do tempo, o que abre espaço para muita diversão. A ação estará presente, mas é inegável que será exigida uma boa linha de raciocínio dos jogadores.

Segundos para o seu fim

Como já mencionado, você deve sempre proteger Alice, que é na realidade um personagem controlado pela inteligência artificial do game. Ela estará sempre perambulando pelos cenários (assim como a sua parceira em Resident Evil 5), enquanto você resolve os problemas mais sérios.

Entretanto, caso ela seja apanhada, será iniciada uma espécie de contagem regressiva. Se você salvá-la a tempo, a história prossegue normalmente. Caso não consiga, prepare-se para tentar passar de novo pela mesma parte da fase.

A aventura aos poucos está tomando a forma de uma grande produção. Sim, tivemos muitos jogos péssimos baseados em filmes, entretanto, depois de games como Batman, vemos que ainda há motivo para termos esperança em adaptações, ainda mais com a mente criativa de Tim Burton por trás dos bastidores. Fiquem ligados para mais novidades em breve!

Halo: Reach

Brian Jarrad, gerente de comunidade da Bungie, e o diretor de criação, Marcus Lehto, fizeram uma apresentação especial de Halo: Reach durante a Microsoft X10 — evento realizado no dia 11 de fevereiro na cidade de São Francisco.

Este prólogo da série mostrará a história de sacrifício e honra do esquadrão de Spartans, Noble Six (os Seis Nobres), em sua luta pela defesa do planeta Reach. No entanto, o destino de Reach já está selado.

A mitologia do universo Halo já contou a história da última linha de defesa dos humanos contra as hordas invasoras do Covenant — como visto na livro, The Fall of Reach. Mas a Bungie percebeu que apesar do final sombrio Reach possuía uma história muito rica para ser esquecida.

Os seis nobres

Lehto explica que você assumirá o papel de um dos membros do esquadrão Noble Six, formado exclusivamente por Spartans (vale lembrar que Reach é a base que sediou o programa Spartan, que mais tarde daria origem ao notório Master Chief).

O diretor da Bungie aponta que apesar de fazerem parte do mesmo programa que Master Chief (um Spartan modelo 2), os membros do Noble Six são bem diferentes, já que são modelos mais ultrapassados (Spartan 3).

Entretanto, o que eles perdem em tecnologia eles ganham em recursos táticos, já que trabalham em equipe. Além disso, os membros do Noble Six também possuem uma capacidade surpreendente de adaptar-se ao ambiente e a situação, criando soluções para os problemas em questão. Pede pra sair!

A Bungie aproveitará Reach para explorar vários elementos pouco abordados da mitologia Halo, especialmente os elementos do programa Spartan, além de reintroduzir a ameaça Covenant, começando pelos Elites.

A ideia é fazer com essas criaturas transformem-se em algo muito mais ameaçador, cuja fama bélica é capaz de causar terror antes mesmo de aparecerem na tela. Retomando o tom ameaçador que o Covenat apresentava nos primeiro títulos da franquia.

Do zero

O representante da Bungie também aproveitou a oportunidade para expor alguns dos processos técnicos utilizados no desenvolvimento. Segundo Lehto, a engine Halo foi totalmente desconstruída e retrabalhada para acomodar mais detalhes nos modelos dos personagens e ambientes, além de produzir animações mais realistas.

Outro aspecto gráfico de destaque é o âmbito, a escala, dos cenário. A demonstração realizada na X10 revelou mapas do modo multiplayer com grande quantidade de detalhes e uma visão de distancia realmente impressionante.

Para se ter uma idéia do escopo a Bungie afirma que as batalhas poderão abrigar até quatro Spartans, oito fuzileiros e mais de 30 Covenants. Para reforçar o conceito de que as batalhas são épicas e que o jogador estará imerso no ambiente, a Bungie explora o design sandbox, com maior liberdade de ação e menos eventos pré-definidos.

É faca na caveira galera!Os desenvolvedores querem deixar claro que os jogadores poderão explorar as situações da forma que acharem mais interessante, sendo que esta maneira de agir resultará em reações diferentes.

A Bungie não está poupando esforços e deixa bem claro que Reach será o melhor jogo de toda a série. As melhorias gráficas e sonoras (o som também foi retrabalhado para tornar-se mais intimidante) já são evidentes, agora resta apenas esperar pelo multiplayer beta para conferir algumas das inovações da jogabilidade.

Halo: Reach ainda não tem data de lançamento definida, mas o multiplayer beta tem início no dia 3 de maio a quem possui o jogo Halo: ODST.

Yakuza 3

A franquia Yakuza traz boas recordações aos fãs do PS2. A série que sempre foi popular no Japão vem ganhando cada vez mais espaço no ocidente. Depois da chegada de Yakuza 2 (em setembro de 2008, quase dois anos após o lançamento original no Japão) é a vez de seu sucessor, Yakuza 3, aportar por aqui.

Na verdade Ryū ga Gotoku 3 — como é conhecido na Terra do Sol Nascente — já foi lançado há um bom tempo, em fevereiro do ano passado para ser mais exato, mas somente agora recebe um lançamento oficial fora das terras nipônicas.

Yakuza 3 dá continuidade à jogabilidade que consagrou a franquia no PS2, mas agora respaldada pelo poderio técnico do Playstation 3. O cenário é a região de Kamurocho — uma fiel recriação da zona boêmia de Tóquio, Kabukicho — e Kazuma Kiryu, o “Dragão da Família Dojima”, esta de volta e com sede de vingança.

Depois de conferir uma “enigmática” versão demonstrativa em japonês, a equipe do Baixaki Jogos finalmente pode conferir a versão que será lançada no ocidente (no dia 9 de março de 2010), com direito a dublagens em japonês com legendas.

A mesma coisa

Na realidade trata-se da mesma demo japonesa lançada em fevereiro de 2009, mas traduzida. Você poderá explorar um peque trecho de Kamiyacho, com direito a muita pancadaria e alguns dos minigames típicos da série.

Como de costume as cenas cinematográficas (cutscenes) são o destaque do jogo. Os gráficos apesar de limitados são bem trabalhados, e oferecem uma boa quantidade de detalhes, porém nas animações a qualidade é muito maior e realmente impressionam o jogador.

Para quem não conhece a série Yakuza vale destacar que a dinâmica de jogo é bem similar a de GTA, você perambula pelo mapa até encontrar pontos que ativam diferentes missões. Por isso o cuidado da Amisement Studio na criação de um cenário envolvente e realista.

Ops! Foi mal ai  cara, meu braço escorregou.Você poderá conferir o bom tratamento dado pela desenvolvedora nos ambientes urbanos. As ruas são povoadas com vários transeuntes, que reagem de forma bem natural, desviando de Kazuma, ou mesmo se estatelando no chão após um encontrão.

Em linhas gerais tudo foi melhorado, porém a essência continua a mesma, o que transparece um clima próprio da geração passada, um estilo old school. A pancadaria desenrola-se no melhor estilo “beat-em-up”. Quem teve a oportunidade de conferir Yakuza Kenzan (nunca lançado no ocidente) não terá dificuldades para adaptar-se ao sistema de combate.

Os jogadores que só conhecem a dinâmica de Yakuza 2 encontraram muitas novidades, porém nenhuma delas realmente altera a estrutura presente nos jogos anteriores. Uma dessas novidades é a possibilidade de mapear diferentes armas ao direcional do controle. Na demo estão disponíveis somente três: nunchaku, bastão e soco-inglês, mas pode-se conferir perfeitamente o estrago causado por cada uma delas.

Os fãs da série certamente encontraram mais uma bela edição da franquia, para quem não conhece esta é uma boa oportunidade para ser apresentado a “família”. Yakuza 3 é divertido, mas os jogadores mais exigentes podem ficar decepcionados com a falta de “inovação” do jogo e o estilo retrógrado.