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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Mulher perde 50 quilos jogando Wii Fit

Junto de uma dieta balanceada e muita boa vontade, britânica diz que o acessório salvou sua vida
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De acordo com o site Kotaku, um mulher britânica de 38 anos, conseguiu perder cerda de 50 kg com ajuda do “Wii Fit”. A mulher, que atende pelo nome de Lara Roberts, comunicou que passava por um mal estágio com seu corpo, ao ponto de sentir receio de fazer sexo com seu marido.

Por conta de um regime alimentar balanceado e do acessório do console Nintendo Wii, Lara voltou “a passear de lingerie pela casa” – como ela mesma admite. Ela também se mostra grata ao aparelho por ele permitir que se exercite em casa, pois se sentia muito pouco à vontade para frenquentar uma academia ou fazer outros exercícios em público.

Durante um ano de treino com o “Wii Fit”, começando a prática desde às 05h da manhã, ela diminuiu seu peso de 114 kg para 63,5 kg. Mas também vale ressaltar que a sua dieta alimentar ajudou significativamente na mudança.

Segundo falou ao jornal inglês “News of the World”, ela era adepta ao “comfort eating” - que significa comer porque se sentia mal, e não porque sentia fome – chegando a ingerir mais de 4.000 calorias diárias.

Hoje, Lara refere-se ao aparelho com um salvador de sua vida. Melhorando a sua vida sexual e sua auto-estima. “No que me diz respeito, o 'Wii Fit' salvou minha vida”, assume.
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PS: essa é minha primeira news, qualquer erro perdão

Você conhece o Funtendo Zii ?

A série de desenho animado Os Simpsons novamente fez uma paródia em homenagem ao sistema de jogos eletrônicos Wii, da Nintendo.

Os Simpsons detêm o recorde de serem o seriado que há mais tempo está no ar. Afinal, desde 17 de dezembro de 1989, são 21 anos (e 21 temporadas) seguidos de televisão, e 452 episódios (por enquanto).

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O 11º episódio da 21ª temporada, titulado Million Dollar Maybe, que foi ao ar no dia 31 de janeiro de 2010 (nos Estados Unidos), conta com a participação da banda de rock Cold Play, do telefone móvel myPhone (paródia ao iPhone, da Apple) e do console Zii, da Funtendo -- uma paródia ao console Wii, da Nintendo.

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No desenho aparece inclusive um controle (sensível aos movimento) semelhante ao Wii-Remote, do console Nintendo. Ao longo do episódio podem ser conferidas versões cômicas do jogo Wii Sports e do jogo de guerra Medal of Honor Heroes 2, que utiliza uma "metralhadora" semelhante ao acessório Wii-Zapper. "Alguns cérebros nazistas são explodidos durante o desenho", menciona o blog Kotaku.

Novos detalhes de Crysis 2

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A Crytek vai revelando aos poucos novidades sobre Crysis 2, a sequência do jogo de ação em primeira pessoa para PC, PlayStation 3 e Xbox 360 que se passará em Nova Iorque, três anos após os acontecimentos do Jogo original.

A atualização da armadura do protagonista, a Nanosuit 2, vai contar agora com um novo modo tático. Ao ativarmos esta opção vamos saber informações sobre o terreno, as posições dos inimigos, os soldados mortos e as armas que deixaram para trás.


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Crysis 2 vai fazer uso do CRYENGINE 3, a última evolução do motor multiplataforma do estúdio. A data de lançamento do jogo ainda não está confirmada, mas a Electronic Arts revelou recentemente que espera que o título seja lançado no ano fiscal de 2011, que tem inicio no próximo dia 1 de Abril de 2010.


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Microsoft renova consoles e Xbox 360 passa a custar R$ 1.250 no Brasil

A Microsoft anunciou nesta terça-feira (2) o lançamento de novos kits oficiais do Xbox 360 no Brasil. A partir desta quinta-feira (4), o país terá dois modelos de videogame, o Arcade e o Elite, que custarão R$ 1.250 e R$ 2 mil, respectivamente.

“Começamos 2010 forte com o lançamento de dois novos ‘bundles’ [pacotes] oficiais”, afirma Guilherme Camargo, gerente de marketing do Xbox 360 da Microsoft Brasil. “Tanto para o modelo Elite quanto para o Arcade, incluímos dois jogos, ‘Fable II’, que é bem conceituado e ‘Banjo-kazooie’, voltado para a família, e o cabo HDMI”.


O modelo Elite é o principal lançamento da empresa. Com um console na cor preta, o kit possui um controle sem fio de mesma cor e um disco rígido de 120 GB. “Trazer o modelo Elite é uma questão de demanda de mercado e de estética. A cor é importante para quem quer ter um videogame preto combinando com o home theater preto” explica Camargo. “Temos mais essa possibilidade dentro do nosso portfólio de produtos”.

O kit oficial Arcade é mais simples, contendo apenas um controle sem fio. Há uma memória interna de 256 MB para salvar o progresso nos games. Os dois pacotes contam com cabo HDMI, para conectar o videogame em televisores de alta definição e dois games, “Fable II”, de RPG, e “Banjo-Kazooie”, de plataforma.

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Com o anúncio, o Brasil terá nas lojas os mesmo modelos vendidos nos Estados Unidos. Lá, o Elite custa US$ 300, enquanto o Arcade sai por US$ 200. Pelo câmbio desta segunda-feira (1º), isso equivale a cerca de R$ 560 e R$ 374, respectivamente.

Os aparelhos comercializados no Brasil já possuem novos componentes internos que prometem acabar com o problema das “três luzes vermelhas”, que apareciam quando o console danificava por conta do calor. “Desde fevereiro do ano, os consoles que vieram para o Brasil já apresentavam a placa Jasper, que é a que todos os jogadores queriam”, diz Camargo.

A partir deste mês, os brasileiros poderão comprar novos acessórios oficiais do Xbox 360. A empresa comercializará um HD de 60 GB, compatível com todas as versões do videogame, um controle sem fio na cor preta e um kit para recarregar a bateria. Até o fechamento desta reportagem o preço do HD não havia sido divulgado, mas o controle e o kit de recarga custarão R$ 189 e R$ 99, respectivamente.

Com o lançamento, o kit oficial nacional que apresentava HD de 60 GB e custava R$ 1.500 tem sua venda descontinuada no Brasil.

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Project Natal será lançado no Brasil
Com o lançamento dos dois pacotes de videogames, a Microsoft aproveitou para anunciar três games que chegarão às lojas brasileiras ainda no primeiro semestre: “Crackdown 2 de ação que se passa em uma cidade invadida por mutantes; “Alan Wake”, em terceira pessoa, que tem como principal característica a liberdade de movimento e suspense; e o game musical “Lips: party classics”. Todos terão manual e caixa em português.

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Camargo revela que novos títulos que poderão chegar às lojas no próximo semestre, inclusive voltados ao Project Natal, o acessório que dispensa joystick para jogar games, serão apresentados na Game Developers Conference (GDC), que ocorre no início de março em São Francisco, nos EUA, e na Electronic Entertainment Expo (E3), que acontecerá em junho na cidade norte-americana de Los Angeles. “A Microsoft aguardará estes grandes eventos para liberar mais informações segmentadas e direcionadas”, afirma Camargo. “A empresa já deu um grande avanço na CES ao anunciar que o Natal chega este ano. Com certeza [o Project Natal] será lançado no Brasil.

O gerente de marketing falou sobre a possível vinda da Xbox Live, a rede de jogos e serviços on-line da Microsoft, no Brasil: “[A vinda da Live] está super encaminhada, mas sem data de lançamento. É uma luta constante. Estamos caminhando. A expectativa é grande, mas não há data para revelar”

GTX 480 e GTX 470 serão os nomes das placas high-end da família Fermi

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Através de mensagem postada em seu Twitter, a NVIDIA disponibilizou os nomes usados para o lançamento da proposta high-end da família Fermi. A GeForce GTX 480 e 470, serão as primeiras placas baseadas em sua Gpu GF100 com suporte para API DirectX 11. A gigante da Califórnia decidiu ignorar a GTX 300 para evitar confusão com a entrada de outros cartões de nível no mercado.

Infelizmente, nenhum detalhe foi dado sobre a freqüência de operação ou mais detalhes sobre as características técnicas, a não ser aquilo que já sabemos. As duas versões serão compatíveis com DirectX 11, suporte a OpenGL 3.x, CUDA, PhysX e a tecnologia 3D Surround vision com a possibilidade de ampliar o suporte de vídeo para até três monitores simultaneamente. Mais uma vez, não foram liberadas informações sobre a data de lançamento

Dicas para uma máquina nova

Nunca se deve pensar mais em um componente e esquecer literalmente de se preocupar com determinado outro. É o mais importante na montagem de um computador. Isso geralmente acontece com fontes de alimentação, o pessoal investe bastante em processador e principalmente em placa de vídeo e esquece dela, sendo que é totalmente necessário uma fonte boa para suportar bem o computador sem uma queima de componentes e insegurança. Caso você se importe mais em determinada peça, não recomendo nem comprar um computador novo que vai ser uma bela dor de cabeça. Saiba antes de tudo, equilibrar os compenentes.
Para que equilibrar um processador e placa de vídeo? Para não acontecer o famoso gargalo.

Muitas pessoas utilizam muita placa de vídeo e pouco processador, o que no final causa uma bela perca de desempenho. O que acontece é o seguinte: a placa de vídeo, trabalha a 10, vamos por números. E o processador trabalha a 5. O que acontece? A placa de vídeo é limitada para trabalhar a 5 também, ou seja, metade do que pode. Vou mostrar na prática, em dois gráficos.

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Vejam vocês mesmos, que os processadores piores geram bem menos FPS. Graças ao gargalo, pouco processador com muita placa de vídeo, no caso, GTX 280.

Veja esse outro com uma HD 4890.

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Na verdade, todos estão tendo gargalo. Mas os piores, receberam FPS bem mais baixos.

Também existem outros gargalos, como o de placas de vídeo com o slot PCI-Express. Como todos sabem, existe o 1.0 e o 2.0. As placas de vídeo recentes vem com 2.0, e colocadas no slot 1.0, alguns modelos pode se sentir diferença. Existe outro também relacionado a placas de vídeo, como é o caso de CrossfireX e SLI em 8x, enves de 16x.

O melhor modo de se saber se há gargalo, qualquer um que seja, é pesquisar.
No caso de placas de vídeo, é só ver se sua placa-mãe apresenta PCI-Express 1.0 ou 2.0 (os dois encaixam perfeitamente bem, só limita o desempenho). O melhor jeito é entrando no site do fabricante e pesquisar a respeito.

Outra coisa boa é sempre ver reviews, os famosos testes de peças, onde informa-se tudo, desde overclock, desempenho e até ruídos.
Os melhores sites são os seguintes:

Tom's Hardware

X-bit labs
AnandTech
techPowerUp!
Clube do Hardware


Enfim, são vários, mas esses eu considero os melhores.

Uma parte essencial são as lojas que serão comprados os componentes. Sempre é necessário visar o Custo x Benefício nessa hora. Para ajudar, veja:

Ranking de Lojas de Informática

Chega de papo furado, se você sabe que se deve equilibrar os componentes, onde procurar testes e as melhores lojas vamos saber escolher cada peça.

PROCESSADOR
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Processador é a peça mais importante quando o computador é visado para desempenho em programas, em jogos nem tanto (claro que sim quando estiver em conjunto com uma placa de vídeo muito boa, para não dar o gargalo).
Eu pessoalmente gosto muito de overclock, que é basicamente aumentar o clock e outros itens de um processador para obter maior desempenho. Isso pode ajudar a retirar o gargalo, propriamente dito. Caso se interesse em overclock, não se canse de fazer pesquisas se seu processador é bom disso. É sempre bom estudar sobre os componentes antes de se compra-los. Até fazer uma pergunta aqui em nosso fórum é uma ótima idéia.

Agora, o que mais gera brigas no quesito de processador é a marca. AMD x Intel, eis a questão.

Ambas marcas são boas, cada uma com seu prós e contra. Normalmente, AMD é melhor para computadores e processadores de baixo custo, pelo Custo x Benefício que apresenta ser bom. Intel já comanda em computadores e processadores top de linha (tanto é que seu Core i5 750 é superior ao melhor processador a AMD, e não é por pouco). Ambas as marcas são ótimas de overclock, mas a Intel fica na frente nesse caso, para overclocks caseiros. Em vista que um E8400 com o clock nativo de 3,0GHz chega facilmente a 4,0GHz (mas não vem ao caso).
Como já dito, o melhor jeito de saber se seu processador, ou o escolhido processador é bom é sempre pesquisando. O Google ajuda muito com isso (os sites de review que mostrei acima também).

Melhores processadores Custo x Benefício:
Até R$ 150,00 = AMD Athlon II X2 240 2,8GHz
Até R$ 200,00 = AMD Athlon II X3 425 2,7GHz
Até R$ 250,00 = AMD Phenom II X2 550 3,1GHz BE
Até R$ 300,00 = AMD Phenom II X3 720 2,8GHz BE
De R$ 350,00 até R$ 400,00 = AMD Phenom II X4 955 3,2GHz BE e 945 3,0GHz
Até R$ 500,00 = AMD Phenom II X4 965 3,4GHz ou Intel Core i5 750 2,6GHz
Até R$ 800,00 = Intel Core i7 860 2,8GHz ou Core i7 920 2,6GHz.

Também tem outros, como podem ver Intel só apareceu no fim, mesmo assim tem os de baixo custo dela, só não são tão bons quanto os AMD em Custo x Benefício.
Até R$ 200,00 = Pentium Dual Core E5300 2,6GHz
Até R$ 250,00 = Core 2 Duo E7200 2,53GHz ou E7300 2,6GHz
Até R$ 300,00 = Core 2 Duo E7500 2,93GHz
Até R$ 400,00 = Core 2 Quad Q8200 2,33GHz
Até R$ 450,00 = Core 2 Quad Q8400 2,66GHz

Melhores não vejo motivos de se citar, afinal são poucos os modelos disponíveis (e só da Intel). Preços retirados do Mercado Livre.
O Intel Core i5 750 merece destaque, mesmo tendo um ótimo preço ele sempre é superior ao Phenom II X4 965, o que lhe dá um ótimo destaque. Sem dúvidas é o melhor Custo x Benefício de atualmente para quem precisa de um processador bom por pouco dinheiro. Pena que uma placa-mãe compatível seja razoavelmente cara e memória (que deve ser DDR3) também.

Outra coisa interessante de se falar, é que a AMD mentiu um pouco sobre o TDP do Phenom II X4 965 na revisão C3. Ela promete um TDP de 125 Watts, enquanto nos testes ele chega a mais de 140 Watts. Por isso o Core i5 750 acaba ganhando mais uma grande vantagem, que seria o menor consumo de energia e aliviar o bolso a cada mês. O consumo do Core i5 750, nesse caso, é de somente 71 Watts (ambos um full load).

Para saber mais sobre esse assunto, leia aqui.

Outra questão bastante discutida em processadores, é se vale a pena investir em dual core hoje em dia, sendo que existem quad core por preços literalmente iguais e menor clock.
Nas aplicações antigas os dual core lideram (até no Crysis, mas isso não importa agora), mas no futuro, não. Portanto, hoje em dia, vale mais um Q8200 que um E8400, por exemplo.
Só vale investir em dual core caso esteja com orçamento curto, caso não, vá de tri ou quad core sem nem pensar.

PLACA-MÃE
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Outro item essencial. Placas-mãe genéricas sempre apresentam componentes ruins, como capacitores eletrolíticos e bobinas de ferro. Prefira as mais recentes e de marca sempre conhecida, que possuem capacitores sólidos e bobinas de ferrite.
Sempre busque uma placa-mãe com uma boa quantidade de Fases, veja mais a respeito do Circuito Regulador de Tensão aqui.

Sempre, antes de comprar seu computador, procure saber se o modelo de placa-mãe escolhido é compatível com o processador. A melhor maneira de se fazer isso é acessando o site da fabricante, localizando a devida placa-mãe e procurando a lista de processadores compatíveis e a versão da BIOS requirida.
As melhores marcas de placa-mãe são sempre ASUS e Gigabyte, apresentando os melhores Custo x Benefício, além de ótimo suporte a overclocks. Claro que também outras, como EVGA produz ótimas placas-mãe, mas fora do Custo x Benefício.

Sempre procure, caso seja visado overclock, se sua placa-mãe apresenta suporte e veja resultados de outras pessoas com ela. Como sempre, o Google e os sites de testes ajudam bastante nisso.

Uma coisa que não é diretamente placa-mãe, mas envolve mais ela pelo chipset e socket, é a questão de AM3 x 1156 x 1366.
Cada um tem seus prós e contras.

AM3:
  1. Baixo custo de placas-mãe;
  2. Baixo custo de processadores;
  3. Aceita memórias DDR2 e DDR3;
  4. Suportará no futuro processadores de 6 núcleos (placas-mãe com TDP maior)
  5. Dependendo do chipset, suporta dual SLI / CrossfireX em 16x e quad em 8x
  6. Tem alto consumo de energia (no caso dos processadores mais tops);
  7. Menor poder de overclock;
  8. Suporta somente dual channel;
  9. Não tira proveito de memórias DDR3 acima de 1333MHz.


LGA 1156:

  1. Baixo custo de processadores pelo desempenho voltado (Custo x Benefício);
  2. Alto poder de overclock;
  3. Alto desempenho (as vezes até passa um i7 920, veja);
  4. Placas-mãe caras;
  5. Precisa de memórias DDR3;
  6. Limite de memórias de até somente 1,65V;
  7. Suporta somente dual channel;
  8. É necessário um altíssimo uncore para tirar proveito de memórias com mais de 1600MHz;[/color]
  9. Não suporta dual SLI / CrossfireX em 16x, somente 8x.


LGA 1366:

  1. Alto desempenho;
  2. Alto poder de overclock;
  3. Bom consumo de energia pelo poder que tem de desempenho;
  4. No futuro, terá suporte a novos processadores com 6 núcleos;
  5. Suporta triple channel;
  6. Suporta dual SLI / CrossfireX em 16x
  7. Alto custo de processador, placa-mãe e memórias;
  8. Limite de memórias de até somente 1,65V;
  9. Precisa de memórias DDR3;
  10. É necessário um alto uncore para memórias com mais de 1600MHz.


PLACA DE VÍDEO
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O componente vital para jogos, e o que mais causa discuções.
Os Fanboys ATi x nVidia sempre atacam nesse caso. Portanto o melhor jeito de se saber qual a melhor compra é analisar testes.
Vamos ver os prós e contras de cada marca.

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Prós:

  1. Tem preço relativamente bom;
  2. Em alguns casos apresenta um menor consumo de energia;
  3. Produz placas de vídeo com ótimo Custo x Benefício;
  4. Pioneira em placas de vídeo com Directx 11;
  5. Maior compatibilidade de placas-mãe com CrossfireX.

Contras:
  1. Sempre há algum jogo incompatível ou que há algum problema;
  2. Dificilmente patrocina algum jogo;
  3. Não apresenta o 3D Vision;
  4. Drivers com menor qualidade.


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Prós:

  1. Placas de vídeo com ótimo desempenho em quase todos os casos;
  2. Apresenta o PhysX que gera gráfico muito mais bonitos que o DX11;
  3. Não apresentam problemas com compatibilidade com jogos;
  4. Drivers de ótima qualidade;
  5. Apresenta a tecnologia 3D Vision.

Contras:
  1. Preço relativamente maior;
  2. Consumo de energia maior;
  3. Menor quantidade de placas-mãe com suporte a SLI.


Sobre o Directx 11, não vale a pena investir nele. Se quizer ir de ATi só por isso, pode esquecer. Ele não gera um gráfico superior e faz a placa de vídeo perder muito desempenho. Já o PhysX, da nVidia, vale a pena, graças aos belos gráficos.

Vamos para as placas de vídeo com bom Custo x Benefício, dessa vez separado por marcas, afinal, não quero Fanboys discutindo aqui. Como todos já sabem para saber qual a melhor é só pesquisar nos testes (como HD 4650 x 9500GT, por exemplo).

Vamos começar com as vermelhinhas, ATi (ordem de pior para melhor):
Até R$ 200,00 = ATi Radeon HD 4550 ou HD 4650
Até R$ 300,00 = ATi Radeon HD 4670
Até R$ 350,00 = ATi Radeon HD 4830
Até R$ 400,00 = ATi Radeon HD HD 4770 ou 4850 (de preferência de 1GB daqui para baixo)
Até R$ 500,00 = ATi Radeon HD 4870
Até R$ 600,00 = ATi Radeon HD 4890
Até R$ 900,00 = ATi Radeon HD 5850
Até R$ 1200,00 = ATi Radeon HD 5870
Até R$ 2000,00 = ATi Radeon HD 5970

Como pode ver as novas DX11 só apareceram no fim. Isso ocorre devido eu já falei acima, uma HD 5770 por exemplo, custa o mesmo preço que uma HD 4890. Mas o desempenho é pior que o de uma HD 4870. Ainda mais com o DX11 ativado, que cai lá em baixo o desempenho.
Tecnicamente não é uma boa escolha.

Vamos agora de nVidia, as verdinhas:
Até R$ 200,00 = 8600GT ou 9500GT ou GT220(de preferências pelas DDR3)
Até R$ 300,00 = 9600GT
Até R$ 350,00 = 9800GT
Até R$ 500,00 = GTS 250 (de preferência de 1GB daqui para baixo)
Até R$ 600,00 = GTX 260 192SP ou 216SP (maior melhor)
Até R$ 1000,00 = GTX 275

Dai para frente é obvio, somente tem GTX 285 e GTX 295. Não precisa ficar citando elas.

Outro conteúdo interessante a ser pensado em placas de vídeo, é sobre placas de vídeo concorrentes e qual ganha (tem desempeho superior). Vou fazer uma lista básica, caso você não prefira nem uma nem outra marca e quer comprar uma placa de video nova.

9500GT e 8600GT perde para HD 4650
HD 4670 perde para 9600GT
HD 4770 e HD 4850 perdem para GTS 250 (no caso da HD 4850 é por pouco, mas a GTS fica na frente pelo PhysX)
HD 4870 512MB empata com GTX 260 192SP
HD 4870 1GB perde e empata em alguns testes com GTX 260 216SP
HD 4890 empata e perde da GTX 275
GTX 285 perde para HD 5850
HD 5870 perde para GTX 295

Caso queira saber mais os sites de reviews estão lá esperando sua visita.

FONTES DE ALIMENTAÇÃO


Fonte é uma das partes mais críticas. Não adianta ter um super computador com uma fonte genérica que ele não vai funcionar como deve. Mas também não precisa de uma fonte de 1000 Watts reais (como uma HX1000W) para um computador de casa.
O ideal é se ter uma fonte com Watts sobrando. Eu recomendo sempre a metade da potência que a fonte pode suprir para o consumo do computador. Por exemplo:
Meu computador consome 250 Watts, então o ideal é uma fonte com 500 Watts.
Além de te permitir mais folga para upgrades, te garante um bom overclock sem peso na consciência (medo de queimar tudo).
Uma coisa a respeito de fontes que quase ninguém sabe é que se ela queimar/explodir tem uma grande chance de levar os componentes de seu computador junto. Imagina você comprar uma placa de vídeo nova, ficar todo feliz com ela. Liga no seu computador e a fonte queima e ele queima junto? A garantia não irá cobrir nada.
Portanto, o melhor jeito de se saber qual a fonte ideal é calculando quanto o sistema irá precisar e analisar testes da fonte escolhida para ver qual é a dela. O melhor jeito de ver isso é com reviews, como os sites que passei lá em cima. Nesse caso quem ganha é o Clube do Hardware, por ser em português e de fácil entendimento.
Vamos aprender a calcular quanto consome um sistema.

O que deve saber? O consumo de seus componentes. Você deve saber analisar quanto consome seu processador e placa de vídeo, o que literalmente puxa uma energia danada das linhas +12V.
Como saber quanto uma placa de vídeo gasta? Simples. Lembra os sites de review que coloquei acima? O mais interessante nesse caso é o X-bit labs. Com os reviews de uma placa de vídeo, eles colocam o consumo dela sem os outros componentes, o que fica fácil para medir.
Vou fazer um exemplo, com uma configuração fictícia: HD 4770 com um Core 2 Duo E8400.

Para saber o consumo dos processadores, é só entrar no site da Intel, ou no próprio Google, e pesquisar seu modelo. Veja na seguinte imagem como é o link:

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Nele você encontra várias informações de seu processador, como clock, cache, etc. Inclusive o TDP, que nesse caso é de 65 Watts:
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Sabendo ver as informações de TDP do processador, vamos ao consumo da placa de vídeo.

No review do X-bit labs da HD 4770, o Power Comsumption se localiza na página 5.

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Veja como é de fácil entendimento. No full load 3D, que é o ultimo valor mostrado na reta, é o que deve ser pego, que seria o consumo em 100% da placa de vídeo. Nesse caso é 50 Watts.
Depois de somado, 50+65=115 Watts, sempre adicione 50 Watts, que é o normal para HDs e fans. Também uma margem de erro. Então o consumo do sistema seria de 165 Watts por hora consumidos das linhas +12V.
Para saber se a fonte apresenta essa potência real, é só entrar no review dela do CDH e ir em testes de carga. Localize o teste que no final apresenta aprovada, que mostra que ela forneceu determinada potência com estabilidade e segurança. Vamos supor que seja uma fonte que
forneceu 150 Watts em cada linha +12V, totalizando 300 Watts reais. Essa fonte seguraria o sistema suposto tranquilamente.

Porém em alguns casos, pode-se confiar na etiqueta da fonte, como nas fontes da Corsair (ótima marca de fontes).
Veja a etiqueta da Corsair HX750W:

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Ela fornece 744 Watts nas linhas +12V. Ou seja, suporta com mais folga ainda.

Caso na etiqueta só mostre os amperes (A), é só multiplicar por 12 para saber os Watts. Veja que na etiqueta acima mostra 62A, ou seja 62x12, que daria 744 Watts.

Não se deve pensar só em potência também em uma fonte. Tanta coisa necessária, como PFC ativo, alta eficiência (pode ser medida pelo selo 80 Plus), se ela é modular, suas proteções, enfim vários quesitos.

Saiba mais sobre o selo 80 Plus:
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1694

Saiba mais sobre vários itens fundamentais da fonte lendo esse outro ótimo artigo do Clube do Hardware:
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/976

Saiba mais sobre o PFC ativo:
http://forum.gamevicio.com.br/i/topicos/52/52094-o-que-significa-equot-pfc-ativoequot-em-uma-fonte/index.html#msg476365

Outra questão muito importante em fontes são os cabos. Muitas fontes são boas de potência de sobra para determinada placa de vídeo, mas não tem os cabos de alimentação necessários. Porém isso é resolvido facilmente, todas as placas de vídeo que necessitam de cabos extras vêm com os cabos.
Depois de saber tudo sobre fonte, vamos passar para as memórias.

MEMÓRIAS

Memória é um caso bem sério. Depende muito de qual plataforma você está escolhendo, Intel ou AMD, e mais ainda de qual socket, seja AM2+ ou LGA 775, seja AM3 ou LGA 1366.
Vou explicar qual a melhor escolha para cada plataforma.

Antes de tudo, vamos ver qual frequência é ideal para cada latência (nunca se esqueça, menor latência maior desempenho, sempre invista mais em latência):

DDR2 667MHz - CL3 ou 4 (quanto menor melhor)
DDR2 800MHz - CL4
DDR2 1066MHz - CL5
DDR3 1333MHz - CL6
DDR3 1600MHz - CL7
DDR3 1800MHz - CL8
DDR3 2000MHZ - CL9


Marcas como Kingston e outras de baixo custo sempre apresentam latências mais altas, o que gera menor desempenho, além de voltagens mais altas também.

Agora as plataformas, começando por AMD:

AM2+:
Nessa plataforma, o melhor é ir de DDR2. Prefira DDR2 com frequências altas e latências mais baixas. Aproveite que AMD não apresente limite de tensões e nem FSB (que limitaria os MB/s) para investir em memórias parrudas. Prefira dois pentes iguais, para dobrar os MB/s e ativar o dual channel. Quantidade é sempre bom, mesmo não gerando desempenho, o ideal seria 4GB (2x2GB).

AM3:
Essa plataforma permite ambos, DDR3 e DDR2. O que você deve seguir é o padrão da sua placa-mãe, ambas se dão muito bem com os processadores. Como eu já disse placas-mãe, o ideal se for DDR3 é ser de 1333MHz e não mais, pelos processadores não tirarem proveito. Por isso, também é interessante comprar uma de maior frequência, como 1600MHz e apostar em latências menores ainda, para mais desempenho. Caso seja DDR2, 1066MHz com CL5 é ideal. Sempre com dual channel, pegue 4GB (seja DDR3 ou DDR2), mais que sulficiente hoje em dia.

LGA 775:
Essa é a plataforma que literalmente não se deve investir muito em memórias, pois não há retorno algum de desempenho (graças ao FSB). Isso se deve aos MB/s. Vamos analisar:

DDR2 667MHz = 5333MB/s
DDR2 800MHz = 6400MB/s
DDR2 1066MHz = 8533MB/s

Com o dual channel seria o dobro:

DDR2 667MHz = 10666MB/s
DDR2 800MHz = 12800MB/s
DDR2 1066MHz = 17066MB/s

Vamos ver os FSB agora:
FSB 1066MHz = 8533MB/s
FSB 1333MHz = 10666MB/s
FSB 1600MHz = 12800MB/s

Como pode ver, se o processador tiver um FSB de 1333MHz, não seria justificativa comprar uma memória de mais de 667MHz em dual channel. Mais que isso já gargalaria com o FSB.
Então o ideal pode ser sim comprar memórias 1066MHz, mas usa-las a 667MHz com uma latência extremamente baixa. Ou então pegar uma 667MHz com a latência que eu indiquei na lista que é ideal. Sempre dois pentes para dual channel, e 4GB é mais que sulficiente. Aqui também é sem limite de tensão.

LGA 1156:
Aqui o bicho pega, existe um limite de tensão um tanto chato, de 1,65V. Mas é bom até que a maioria das memórias agora vem com menos que isso. Essa merece destaque:
G.Skill ECO
Ela apresenta somente 1,35V! Aguenta um belo overclock.
Como essa plataforma não apresenta FSB (igual os AMD e LGA 1366), não há limite de MB/s, então pode-se pegar memórias com frequências bem altas. O problema é o alto clock do uncore, que faz o processador esquentar muito além de diminuir a vida útil.
O que eu recomendo é com o dual channel, usar memórias de 1600MHz com CL7 (nesse caso não é necessário alto uncore, é aceitavel). 4GB, seriam 2 pentes de 2GB cada (sempre com menos de 1,65V).

LGA 1366:
Bem parecido com o acima, mesmo limite de tensão, mesmo alto clock do uncore. A diferença é que esse aceita triple channel, que seria o ideal. Então seriam 3 pentes de 2GB cada.

HD

Com HD não há muita coisa a se falar. Mas, a primeira coisa que se deve saber, é que quantidade não te gera velocidade. Claro que um HD de 160GB lotado vai ser lento, mas não é a quantidade de GBs que vai influenciar na velocidade.
O ideal é maior RPM e maior MBs de buffer. Afinal, um HD de 500GB com 7200RPM é mais rápido que um de 1TB com 5400RPM. E assim vai.
Outra coisa interessante para velocidade é o RAID0, que é necessário que você tenha 2 HDs idênticos.

Veja mais sobre RAID:
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/651

E saiba montar um sistema RAID:
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1296

GABINETES, FANs E COOLERs


Etapa final...
Prefira gabinetes com mais baias, apresentam mais espaços e melhor ventilação. Os que apresentam vários espaços para fans também são interessantes (mas também não exageiro, exageiro nunca é bom). Caso prefira os fans com LED, eles são muito bonitos e não esquentam. Também é uma ótima escolha para gabinetes bonitos e estilosos.
Cooler bom é essencial para overclock. Não pense em ir longe com um cooler box que não da.
Sempre refrigere bem seus componetes.
Existem também hoje em dia WC (water coolers) que são bem interessantes, como o Corsair H50, que apresenta uma ótima refrigeração e preço de coolers a ar.


Espero que gostem...

Novo console da SEGA neste Verão

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A SEGA assinou um acordo com o fabricante de consoles Zone 40 para comercializar o "Zone SEGA". Não se trata realmente de uma rival da Nintendo, da Sony ou da Microsoft, mas sim de um console onde os gamers poderão jogar 20 clássicos da SEGA.


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O desenho do console e controles são bastante semelhantes aos do Nintendo Wii, além dos clássicos da SEGA os gamers vão poder jogar alguns mini- jogos de esporte que fazem uso da detecção de movimentos.

O "Zone SEGA" tem lançamento marcado para este Verão, apenas no Reino Unido e deverá custar cerca de 57€. Veremos se algum dia o console chega ao nosso país.


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Versões Elite e Arcade de Xbox 360 a serem comercializados nesta semana no Brasil.

Como muitos devem saber, o modelo Premium de Xbox 360 (também conhecido como Pro) deixou de ser comercializado oficialmente pela Microsoft há muito tempo no exterior, restando apenas os modelos Elite e Arcade como opções. Porém, no Brasil isso não tinha acontecido ainda.

Enfim, o velho Xbox 360 custando R$ 1.499, incluindo os jogos Too Human e PGR4 além do disco de 60GB, não será mais comercializado no Brasil.

No lugar dele, serão vendidas as versões Elite com 120GB de HD custando R$ 1.999 e a versão Arcade – sem disco rígido – custando R$ 1.249. Ambos os modelos terão os jogos Fable 2 e Banjo-Kazooie: Nuts , além do cabo HDMI dentro do kit de venda. A data de lançamento é nesta quinta-feira (dia 4).

A Microsoft também pretende lançar títulos como Alan Wake, Crackdown 2 e Lips: Party Classics no território brasileiro com manuais em português. Outro pequeno passo é a intenção de trazer a Xbox Live para cá, mas não há previsões sobre quando isto vai acontecer.

Battle of Forli não oferece nenhuma conquista.

O primeiro dos dois DLCs (conteúdo adicional disponível para download) para Assassin’s Creed 2 já está a venda por 320 MP no Xbox 360 e US$3,99 no PS3. Todavia, a aventura extra não oferece nenhuma conquista ou troféu para os consumidores.

Sobre o segundo DLC planejado, Bonfire of Vanities, só se sabe que está programado para ser lançado ainda neste mês. Além disso, a Ubisoft já confirmou um novo jogo da franquia de Assassin’s Creed para o próximo ano com a novidade de ser o primeiro a possuir modo multiplayer online.

DICE mostra interesse em continuação de Battlefield 1943.

A DICE — desenvolvedora da franquia Battlefield — revelou o seu interesse em produzir uma continuação para o bem recebido Battlefield 1943, título disponibilizado digitalmente através das redes online do Xbox 360 e PlayStation 3 (com rumores atribuindo uma possível versão para PC).É guerra!

O produtor executivo de Battlefield: Bad Company 2, Karl-Magnus Troedsson, falou a respeito da possibilidade:

Nós veremos mais desses jogos? Pode ser. Como uma franquia nosso foco é sempre o futuro, mas nada impede que o futuro traga projetos menores, como este.”

Troedsson também aproveitou para confirmar que a empresa já está trabalhando em novos conteúdos (mapas e modos de jogo) exclusivos para Battlefield 1943.

Discos rígidos externos de 500GB para PS3 licenciados pela Sony.

Os fabricantes de componentes para PC da Buffalo ganharam a permissão da Sony para produzir um disco rígido externo para o PS3 – para entrada USB. Serão duas versões com capacidade de armazenamento de 500GB.

Esta é a primeira vez que a Sony permite que uma concorrente produza um disco rígido periférico, segundo a Buffalo. Para alcançar os padrões exigidos da Sony, o produto deve ser prático a ponto de funcionar assim que for conectado no PS3.

A série HD-AVU2 possui dois modelos compatíveis com o PS3. O modelo na posição horizontal (na foto) é o Piano Black HD-AV500U2/SC, com os LEDs azuis indicando o que já foi ocupado de espaço de armazenamento. Este modelo será vendido no Japão por 14.800 ienes (equivalente a cerca de R$ 307,78).

Outro modelo também será vendido por 11.800 ienes (equivalente a cerca de R$ 245,40), porém sem possuir as luzes azuis, a cor escura não é brilhante como a do outro HD-AVU2 e a posição dele é vertical.

Ainda não há confirmação de licenciamento ou compatibilidade das versões de 1TB, 1.5TB e 2TB da série HD-AVU2 da Bufalo, mas os modelos de 500 GB estão confirmados para funcionarem com o PS3. Um dos motivos para a Sony ter licenciado os produtos seria o lançamento em março do Torne, um aparelho que permitirá gravar e assistir programas televisivos no PS3 no Japão.

Deadly Premonition

Quando alguma coisa faz sucesso no mundo da mídia, é natural que outros venham e peguem a mesma fórmula para tentar algo diferente. Alguns são bem-sucedidos, outros não; e ao que parece, Deadly Premonition não parece ter muito com o que se destacar. Ou come mais feijão, ou então está destinado a permanecer nas prateleiras como aquele jogo que você nem sabe sobre o que é. Mas por que?

Já vimos isso antes

O jogo é do gênero “survival horror”, mesmo estilo que encompassa grandes nomes como Silent Hill e Resident Evil. No entanto, compará-lo a essas franquias não é muito justo, já que, pelo que foi mostrado até agora, Deadly Premonition não mostra nada de novo, revolucionário ou mesmo parcialmente renovador dentro do gênero.

A história coloca o jogador no papel de Francis Morgan, um investigador do FBI que deve resolver — sozinho, obviamente — o assassinato de uma vencedora de concurso de beleza na cidade de Greenvale. O local é pequeno, com apenas seiscentos habitantes, e aquela tradicional sensação esquisita que acompanha todos os games de terror ambientados neste tipo de município.

Se você achou clichê, não é à toa: realmente o é. E enquanto a semelhança da apresentação remete a outros games mais famosos, a ação lembra o ainda não lançado Alan Wake, já que os monstros que espreitam as ruas da cidadezinha não demoram muito para encontrar o protagonista e decidir que ele deve morrer — das formas mais horríveis possíveis.

Estas monstruosidades, na forma de mulheres sem olhos que se curvam de maneiras que você não achava possíveis, gostam mesmo é de enfiar o braço goela abaixo de Morgan caso ele se descuide e chegue perto demais. Nada sutil, mas os desenvolvedores prometem que esta não será a única forma de susto que o jogador presenciará — existirão momentos mais tensos e de suspense, também.

A ousadia dos criadores do game vai além, inclusive. Segundo eles, muitos jogos por aí possuem tramas baratas que revelam demais sobre o jogo e o estragam, mas dizem que este não será o caso de Deadly Premonition. Enfatizando que ela é realmente boa e não atrapalhará a jogabilidade, o diretor do game — conhecido como SWERY, o que quer que isto signifique — garante a qualidade.

O diretor revelou também algumas informações adicionais a respeito de personagens secundários da trama e inimigos a serem descobertos, mas nada que valha a pena mencionar de especial, já que são personalidades bastante padronizadas que já vimos em outros títulos semelhantes.

Ficaremos de olho no resto do desenvolvimento do game, até seu lançamento no dia 22 de fevereiro deste ano, mas a não ser que as próximas novidades sejam realmente empolgantes, este será apenas mais um título no meio de tantos. Ao menos ele será vendido pela metade do preço dos lançamentos tradicionais.



Split/Second

Muito já se falou a respeito de Split/Second e sua mistura de ação e aventura com um jogo de corrida. No entanto, quanto mais o tempo passa, mais consideramos que a experiência se aprimora e se aproxima de uma produção hollywoodiana em que explosões e destruição em larga escala são moeda corrente. Esperamos não estar desapontados, já que isto é exatamente o que buscamos neste título!

Uma espécie de Mônaco destrutível

Na maioria das demonstrações até então, Split/Second revelava uma ambientação à beira do mar, perto de um porto. E este de fato é um dos cenários em que se passará a ação no jogo final, mas está longe de ser o único. Há alguns dias, a desenvolvedora revelou também uma pista que está situada no meio da cidade, por entre viadutos e túneis e cruzamentos — e como todos sabemos, acidentes não faltam nestes lugares. A diferença é que nós seremos as pessoas que os provocam.

Qualquer pessoa que já tenha lido a respeito do game está familiarizada com o sistema de “power plays”. Eles são os “poderes” que podem ser ativados após encher a barra através de diversas ações, como drifting, pulos e outras manobras radicais. Quando a dita barra atinge um certo ponto, é possível ativá-la para desencadear eventos cada vez maiores no cenário, dependendo da quantidade de poder armazenada.

Existem três estágios de “carregamento” deste medidor. Os dois primeiros servem para atrapalhar os oponentes de forma direta, enquanto o terceiro consiste da verdadeira diversão: detonar o cenário de tal forma que todos pensarão que você comprou explosivos no atacado. Essas são as catástrofes que mudarão a forma do circuito e farão com que os corredores tenham de se adaptar às alterações em uma fração de segundo — dá para entender agora o nome do jogo?!

Essas “super power plays”, como o terceiro estágio de destruição é chamado, foram o foco das exposições por parte da desenvolvedora este mês. Um exemplo: utilizar isto na pista urbana pode derrubar uma imensa parte de um viaduto, fazendo com que você deslize enquanto tudo entra em colapso ao seu redor e um trem desgovernado se espatifa. Nem é preciso dizer que o objetivo é sair ileso da situação, certo?

Outro bom exemplo é um que mostra as alterações sucessivas em cada volta do circuito — sim, a maioria das corridas consiste de três voltas na “mesma” pista. Mesma entre aspas, porque as ações dos jogadores certamente farão com que o circuito não seja mais o mesmo a cada volta, algo que adiciona uma dimensão inteiramente nova às corridas.

Nesse exemplo, a pista é novamente aquela à beira do porto, e você passa primeiro embaixo de um navio elevado. Depois que um espírito de porco use uma “super power play” e derrube o barco, ele cai e você deverá passar através dele na próxima volta. Se alguém resolver detonar a embarcação mais uma vez, o traçado muda mais uma vez. Tudo para manter as coisas variadas, mesmo em uma só partida.

Variedade não só nas pistas

Para complementar a diversão com ainda mais diversidade, existem três classes de carros a serem escolhidas pelo jogador antes de entrar na ação. Uma de supercarros, leves e extremamente rápidos, porém bastante suscetíveis aos impactos das catástrofes; os “muscle cars”, que são balanceados em termos de aceleração, resistência e velocidade; e os carros mais pesados, estilo picapes, que aguentam o tranco da grosseria que está rolando em volta mas não são muito ágeis.

Fora os carros, existem também outros modos de jogo, como o Nemesis. Nele, o jogador deve sobreviver pelo maior tempo possível enquanto o cenário entra em colapso a seu redor — ao mesmo tempo em que tenta ultrapassar o maior número possível de carros evitando barris explosivos que podem tirá-lo de vez da competição.

Com tudo isso rolando ao mesmo tempo, é impossível não pensar que haverá um pouco de confusão inicial por parte de jogadores novatos. Algo que passou pela cabeça dos desenvolvedores, que decidiram removar o máximo possível de informação inútil da tela, de forma a deixar o usuário visualizar o que realmente faz a diferença na hora das partidas.

E por informação inútil, queremos dizer quase tudo. A única coisa que se vê na interface é a volta em que você se encontra, a barra de “power play” e sua posição na corrida — tudo mostrado logo abaixo do pára-choques de seu carro. Nem mesmo a velocidade é mostrada, já que sobreviver muitas vezes é mais importante do que ir mais rápido.

Se você é fã de jogos de corrida, de jogos de ação, de jogos de aventura, de dois desses três, de todos — ou mesmo de qualquer gênero de jogo! — não deixe de conferir Split/Second quando de seu lançamento em maio de 2010. O caos promete ser mais divertido do que nunca, e quem sabe não vemos uma revolução no gênero de corrida como a que Mario Kart proporcionou

MAG

AVALIAÇÃO

Jogabilidade:
8.0
Gráficos:
7.0
Áudio:
7.5
Diversão:
8.0
Desafio:
9,0
total da nota
7,9
(ps3)

Cenários caóticos irrompem na tela de uma forma prática, divertida e...

As promessas foram intensas. O resultado final, nem tanto. MAG — Massive Action Game, ou Jogo de Ação em Massa — foi anunciado com base em uma proposta inédita no mundo dos video games: agrupar 256 jogadores em um campo de batalha, cada um controlando um combatente em perspectiva de visão em primeira pessoa.

Por mais que o nome do game não seja muito criativo, a ação é envolvente e é capaz de prender a atenção dos fãs do gênero por várias horas. Cada embate conta com uma duração extensa e não apresenta empecilhos no que diz respeito a desempenho, o que é ideal para quem procura mergulhar de ponta em tiroteios e explosões sem se preocupar com peculiaridades da jogabilidade.

Trata-se, portanto, de "uma mistura entre Call of Duty e Counter-Strike". Por quê? Apenas pelo fato de que o game desenvolvido pela Zipper Interactive conta com características presentes em cada um dos títulos citados anteriormente. As semelhanças com outros jogos do gênero são inevitáveis, mas são bem-vindas na fórmula de MAG.

Pois é, há a possibilidade de "criar" um soldado (são poucos os aspectos personalizáveis, infelizmente), escolhendo uma das três facções disponíveis ou PMCs (Private Military Companies, companhias militares privadas). É importante lembrar que, uma vez que o gamer cria um personagem, não há como mudar de PMC, a não ser que o combatente seja excluído e outro seja criado. Afinal de contas, lealdade é tudo na Shadow War.

Enquanto o pessoal da Valor Company agrupa veteranos dos países Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e México, o exército da Raven Industries conta com soldados do Leste Europeu e está armado com muita tecnologia. Além disso, os combatentes da S.V.E.R. — Seryi Volk Executive Response — são rebeldes do Oriente Médio e da Rússia que chamam a atenção de muitos gamers.

Popularidade é fundamental para que novos recrutas sejam convocados. No momento em que esta análise foi escrita, a S.V.E.R. é a PMC mais popular, pois conta com o maior número de soldados e, consequentemente, vence mais conflitos em todos os modos de jogo. Assim, os bônus passivos (uma barra indicadora mostra qual facção está melhor de acordo com o modo de jogo escolhido) são adquiridos de forma frequente pelos rebeldes violentos.

Há diferenças, ainda, no tipo de armamento empregado pelos combatentes das três facções. Cada PMC conta com armas e equipamentos únicos, o que é essencial para uma diversificação dos tiroteios. Há quem diga que a S.V.E.R. é superior em relação às outras PMCs, mas, dentro de combate, o que realmente importa é a habilidade do soldado.

Se houver um desequilíbrio entre as facções, é difícil acreditar que o pessoal da Zipper Interactive não fará nada a respeito. Jogos online são frequentemente contemplados com diferentes patches e pacotes de atualizações, que costumam ajudar no conserto de problemas referentes a desempenho, jogabilidade e equilíbrio entre os gamers.

Destrinchando os básicos

Antes de tudo, é interessante conferir a seção Training. Durante o treinamento, o jogador recebe lições básicas de movimentação, conhecimentos básicos sobre equipamentos bélicos e informações sobre captura de pontos estratégicos. É uma boa maneira de descobrir os principais controles e começar a ganhar experiência militar.

No início, o modo Suppression é ótimo para quem procura embarcar em tiroteios sem nenhum tipo de preocupação com captura de locais estratégicos ou escolta de veículos. Até 64 soldados de uma mesma facção participam dos "war games" que, por motivos óbvios, não arcam em recompensas globais para a PMC organizadora dos embates.

Enquanto isso, a seção conhecida como Sabotage é uma das mais acessadas pelos jogadores. Tradicionalmente abordando o estilo "ataque contra defesa", este modo também leva até 64 pessoas a um campo de batalha. Só que o objetivo, aqui, é sabotar ou proteger três pontos estratégicos do mapa.

Gradativamente progredindo através do sistema de níveis de MAG, o gamer consegue prestigiar Acquisition, um modo que envolve "armas, munição e combustível". Até 128 pessoas brigam pelo controle de veículos. Assim, o caos fica um pouco mais intenso.

Ao atingir o nível oito, são desbloqueadas as áreas Domination e Directives. Domination é, talvez, o principal atrativo do jogo distribuído pela própria Sony Computer Entertainment. Até 256 combatentes trocam tiroteios alucinantes na disputa pelo domínio de oito pontos estratégicos. A área conhecida como Directives faz com que o jogador entre em qualquer modo no qual o combatente controlado é mais requisitado pela facção.

A área conhecida como Armory permite que o gamer personalize até cinco conjuntos de configurações ("classes") de armas e equipamentos com base em um número específico de créditos. Novas armas e acessórios, entretanto, são desbloqueadas com pontos de habilidade na seção Barracks.

Aí, é possível conferir diferentes telas de status, como pontos de experiência e medalhas, bem como liberar bônus — semelhantes aos "perks" de Call of Duty — com os pontos de habilidade. A cada nível superado, um ponto é adquirido. É bom reforçar que armas e bônus mais impactantes custam mais de um ponto para serem liberados.

Com isso, são necessárias várias horas de jogo para que o gamer tenha um acesso mais amplo aos recursos de MAG. Para assumir papéis de liderança, por exemplo, o combatente deve estar no nível 15, no mínimo. O que você acha de se tornar um Squad Leader (líder de grupo), Platoon Leader (líder de pelotão) ou Officer in Charge (oficial responsável)?

Aprovado

Do que nós gostamos


Muitas, muitas pessoas

Se você pensa que está se safando de levar tiros ao percorrer locais distantes dos objetivos, cuidado. A grande quantidade de soldados espalhados pelo mapa é impressionante. E, por mais que o gamer esteja sozinho em certos momentos, bastam poucos minutos para que um inimigo passe por perto e fuzile o personagem controlado.

É possível convocar um grupo de combatentes através da comunicação por voz e aplicar táticas de guerra muito interessantes. Os líderes podem fazer a diferença se souberem como fazer para comandar os demais soldados e obter os melhores resultados nos tiroteios, seja no ataque ou na defesa. É claro que não é fácil liderar grupos grandes de atiradores sedentos por violência.

Sem problemas de desempenho

Quem diria que um jogo para PlayStation 3 pudesse comportar 256 pessoas em um mesmo ambiente? Os desenvolvedores da Zipper Interactive conseguiram programar um game que interage perfeitamente com os servidores online e, embora o infame "lag" (atraso na resposta da conexão) seja presenciado por vários jogadores brasileiros, a constância das batalhas é admirável.

Queda na taxa de quadros por segundo (FPS)? Mínima. Optando por gráficos pouco convincentes, os programadores propiciaram uma experiência sólida, que não causa travamentos de qualquer tipo. O pior que pode acontecer — no que diz respeito a desempenho, é claro — é uma eventual desconexão com o servidor global.

Praticidade em tudo

"A la Counter-Strike", é oferecida uma mecânica de jogo extremamente agradável. Em poucos momentos, o gamer percebe que o conjunto de comandos de MAG é bem parecido com o que ocorre em boa parte dos títulos do mesmo gênero criados para consoles. São pequenos fatores (como o "sprint" realista, que depende inteiramente do item equipado pelo jogador no momento da corrida, e a execução de música quando o combatente mata vários oponentes em seguida) que tornam o jogo divertido.

Dado o contexto do game, muitos pensaram que seria difícil começar a participar dos tiroteios. Que nada. Toda a interface é amigável, o que transforma tanto a entrada quanto a saída dos combates em ações simples. É bem difícil encontrar empecilhos que dificultam a administração dos equipamentos e a habilidades e a própria jogabilidade dentro dos embates caóticos.

Reprovado

O que espantou o video game brasil... No mau sentido


Tecnicamente fraco

Quem olha a reprodução de MAG em uma tela pela primeira vez, pode falar que o jogo foi criado para um console da sétima geração. O problema é que a quantidade de falhas visuais é tão grande que é impossível atribuir uma nota alta ao aspecto gráfico do jogo. "Pop-ins" (surgimento abrupto de objetos, texturas e outros itens), animações deploráveis (muitas vezes, não há animações) e, de modo geral, um nível muito baixo de realismo.

Quanto à ambientação sonora, o pior quesito a ser avaliado é a qualidade dos poucos diálogos que aparecem. A trilha musical é interessante e os sons são razoáveis, mas as falas dos combatentes — principalmente à beira da morte — são simplesmente ridículas.

Pequenos problemas

Infortúnios de menor porte mostram que houve uma certa pressa no lançamento do jogo ou os desenvolvedores acabaram se esquecendo de caprichar no polimento geral. Esses problemas aparecem tanto na jogabilidade quanto na estrutura técnica de MAG.

Exemplos? Por que não é possível acompanhar um soldado enquanto o gamer espera o término do "respawn time" (tempo de ressurgimento)? Além disso, por que não há a chance de segurar um pouco a granada na mão antes de arremessá-la? E por que o tempo do "respawn time" às vezes congela no 0 e deixa o jogador sem ação?

Inovador?

O fator de inovação de MAG — até 256 em um campo de batalha — não foi o suficiente para que o game se destacasse entre os demais títulos do gênero. Tudo bem, é impressionante a fluidez dos tiroteios, mas a sensação de "falta alguma coisa" é praticamente inevitável.

Por mais que haja uma boa flexibilidade nos momentos de escolher uma facção, um conjunto de armas personalizável e um modo de jogo, são poucos os itens que fazem a diferença. O game tinha tudo para ser um dos melhores títulos do PlayStation 3, mas...

Conclusão

Vale a pena?


MAG cumpre bem o seu papel. É uma pena, entretanto, que os desenvolvedores não tenham encontrado uma maneira satisfatória de conciliar recursos técnicos de peso com fluidez no desempenho dos combates. Felizmente, a decisão certa foi tomada e a tudo pendeu para a criação de um jogo muito prático, envolvente e dinâmico.

Na realidade, essa atmosfera constante dos tiroteios do game é uma faca de dois gumes. Os amplos cenários da Shadow War oferecem boas possibilidades muito interessantes de emboscadas e estratégias militares, mas podem se tornar repetitivos para certos jogadores. Mais uma vez, é importante lembrar que são necessárias várias horas de jogo para que os aspectos interessantes do game sejam desbloqueados.

Pode-se dizer que a falta de polimento dos gráficos e dos sons entra em sintonia com a falta de capricho em determinados pontos da jogabilidade. Sim, a mecânica de jogo é simples e aprazível, mas poderia ser ainda melhor se a equipe da Zipper Interactive corrigisse os problemas e oferecesse ainda mais destaques e características marcantes na fórmula de MAG.

A escalada dos Gigabytes nos Jogos de Computador e Console

Você se lembra quando comprava um jogo que vinha em um único CD e instalava o jogo sem se preocupar com o espaço ocupado? Pois então, isso ficou tão no passado que parece ser utópico nos dias atuais.

Hitman Codename 47 lançado em meados de 2000 chegou ao mercado em uma única mídia de CD, ocupando somente 290 MB do disco. E não é por falta de tecnologia, pois trouxe o famigerado ragdoll – boneca de pano – onde os membros dos corpos se comportavam de forma mais realista.

Mas voltando um pouco mais no passado, em 1998, a editora Globo lançou no Brasil o jogo Byzantine: O Império da Traição. Muita gente deve ter comprado pelo impressionante tamanho de seis CDs – a justificativa para isso era os 45 minutos de vídeo com atores reais.

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Nos anos seguintes, a quantidade de espaço ocupada tanto pela mídia quanto pelas instalações deixou de ser medida em megabytes e saltou para gigabytes. Analisando o quadro abaixo veremos que o computador leva vantagem neste quesito.

PlataformaTipo de mídiaCapacidade máxima
WiiDVD4,7 GB
X360DVD Dual Layer8,5 GB
PS3Blue Ray Disc/dual25/50 GB
ComputadorTodasLimitada apenas pelos HDs


Essa possibilidade de armazenamento “infinita” do PC é uma faca de dois gumes, por um lado o desenvolvedor pode criar ambientes maiores, acrescentar atributos extras que podem ser exclusivos da versão de Computador, mas por outro lado ele deixa de comprimir vídeos e texturas e a otimização às vezes fica em segundo plano.

Claro que os Consoles não ficam presos a uma única mídia, vejamos o jogo Blue Dragon lançado em 2007 sendo o primeiro a ocupar incríveis 3 DVDs de dupla camada. Mas a comodidade é algo que pesa muito e ficar trocando de mídia é um transtorno ao jogador.

Em 2008, GTA 4 foi lançado em um único DVD dual para o X360, depois de um ano chega a versão para o Computador só que em dois DVDs duais e mais 16 a 18GB de espaço livre para a instalação.

Rage atualmente é o jogo que mais está sofrendo limitações pelas capacidades de armazenamento. Segundo Tim Willits – designer da Id Software – os ambientes Wasteland foram cortados de 5 a 6 para apenas 2 devido às limitações de capacidade do X360, além disso a compressão mais elevada no X360 degradará ligeiramente sua qualidade. John Carmack confessa que o ideal seria três DVDs do X360, mas poderão lançar em apenas dois devido aos custos elevados. O PS3 leva vantagem no armazenamento, mas perde pela dificuldade de programação e otimização de seus recursos de processamento.

O HD do X360 antes era visto como um dispositivo para armazenar mídias e baixar demos, mas nota-se claramente que terá um papel mais importante no futuro. Já o HD do PS3 desde o início tem papel fundamental devido à exigência de uma instalação assim como no Computador.

Embora hoje o custo de HDs com mais de 1 Terabyte esteja acessível, o jogador de Computador sente que nunca tem espaço em disco suficiente. Enquanto o jogador de Console está confortável nesta posição, isto é, o desenvolvedor que deve se adaptar às limitações da plataforma. Alguns jogos não justificam seu tamanho elevado, muitas vezes parece que simplesmente querem impressionar tentando atrelar tamanho com qualidade e sabemos que são atributos bem diferentes.

Da Redação