domingo, 10 de janeiro de 2010
GOD OF WAR
God of War é um jogo de ação em terceira pessoa focado no combate através armas mitológicas e poderes extraordinários. Contando com as temidas Blades of Chaos, presente do próprio deus da guerra, Kratos deve enfrentar criaturas mitológicas incríveis e puzzles de quebrar a cabeça para se livrar de pesadelos relacionados a um fato trágico de seu passado, que vem o assombrando há anos.
Entre os recursos do protagonista para sobreviver em meio ao caos instalado na cidade de Atenas estão poderes especiais concedidos pelos deuses, como a habilidade de transformar inimigos em pedras (o poder da medusa, presente da deusa Hera), os raios de Zeus ou campo elétrico de Poseidon. Contudo, o coringa de Kratos são as já mencionadas Blades of Chaos, que consistem em 2 espadas acopladas a correntes, e estas, por sua vez, atadas aos braços do espartano.
O jogo foi bastante aclamado pela crítica por conta de seu visual magnífico. Seus gráficos superam as espectativas de seu console e seu lado artístico é bastante fiel à Grécia antiga e sua mitologia. Estes atributos, juntamente com o enredo fascinante, fazem deste título essencial aos donos de Playstation 2.
GOD OF WAR 2
APB
MMO ou não?
O primeiro passo para isso é um sistema de criação de personagens elaborado, sobre o qual já falamos anteriormente aqui no Baixaki Jogos. Mas a remoção de “grinds” e tarefas repetitivas para evoluir o personagem não significa que formas de progressão estarão ausentes. Muito pelo contrário, já que Dave Jones — o principal responsável pelo projeto — afirma que uma das principais razões para as pessoas continuarem jogando este tipo de título é a possibilidade de serem únicas em seu universo.
Como os servidores de APB comportarão 100.000 jogadores, mas serão divididos em grupos de 100 (estes são os que jogarão juntos e irão compor o mesmo mundo), não é muito difícil fazer isto acontecer. Especialmente se levarmos em consideração a profundidade das opções de personalização existentes, que dão bastante liberdade aos usuários para criar o personagem que desejam.
Mas é claro que os principais elementos de distinção, como acessórios especiais ou carros sensacionais, serão obtidos conforme o jogador avança dentro do game. Afinal de contas, ser uma celebridade é importante neste título — os outros precisam saber quem você é. Nas palavras de Dave Jones, “este é um lugar no qual as pessoas não se importam se são boas ou ruins. O importante é estar bem na foto enquanto realizam suas atividades”.
Assim, todos terão roupas e cortes de cabelo extravagantes, inúmeras tatuagens e muito mais. Progredir no jogo significa tanto melhorar suas habilidades quanto aprimorar seu visual — algo que combina os elementos encontrados em diferentes gêneros de jogos online. E, para mostrar isto aos outros, existem três áreas em cada mundo de jogo: duas para combate e ação em geral e uma onde os jogadores podem socializar.
Personalizável ao extremo
Isto ocorre de diversas maneiras: concertos podem ser organizados no distrito social, onde ocorre a interação pacífica entre os jogadores; um pequeno trecho musical é tocado quando você mata outro jogador; e muito mais que ainda não foi revelado. Certamente algo para ocupar aqueles que se interessam por mais do que apenas a jogabilidade principal.
O cerne
Já falamos brevemente sobre isto anteriormente, mas não custa relembrar. APB é dividido entre duas facções: Criminals e Enforcers (algo que pode ser traduzido livremente como criminosos e seguranças, respectivamente). Os primeiros são os já conhecidos bandidos, que pegam o que querem na hora que querem. Já o segundo grupo não é uma força policial tradicional, e sim justiceiros que foram convocados pela cidade para manter a ordem.
Dentro de cada uma dessas facções principais existem dois grupos menores distintos, cada um com suas características e peculiaridades. Seus objetivos, porém, são os mesmos, dependendo apenas da facção principal à qual pertencem. Assim, pode-se dizer que o título retrata um conflito aberto entre os dois lados da lei.
Enquanto muitos fãs de MMOs já podem ter pensado no conflito Horda/Aliança de World of Warcraft, a equipe de desenvolvimento de APB é rápida para refutar muitas similaridades com o gigante do mercado. Segundo vários integrantes do time, este título tem muito mais em comum com Counter-Strike ou Quake do que com a jogabilidade mais tranquila encontrada em MMORPGs.
Outros pensam que será um GTA com 100 jogadores. Dave Jones também recusa esta definição, dizendo que não se trata de um “free-for-all” onde todos querem matar todos, mas sim de um conflito que depende de diversos fatores — é preciso que os antagonistas estejam em uma mesma missão para poderem se trucidar mutuamente.
Estas missões são obtidas através de contatos, NPCs que disponibilizam algumas tarefas. Além delas, é possível também agir por conta própria: seja roubando lojas, carros ou o que for como um Criminal; ou indo atrás deste tipo de gentalha sendo um Enforcer. Existe bastante dinâmica de jogo dentro dos sistemas para permitir que o próprio game coloque jogadores de nível similar contra oponentes equilibrados.
Alguns elementos já tradicionais de jogos de tiro em primeira pessoa estão ausentes, no entanto. Não existe dano localizado, por exemplo, o que significa que acertar alguém no pé ou na cabeça causa a mesma quantidade de dano. Esta é uma decisão de design do jogo, e não deve ser alterada a menos que haja uma demanda maciça por parte dos usuários, futuramente.
Existem vários sistemas de rankings, que vão desde notoriedade até o nível de ameaça de cada indivíduo para a sociedade. Estes sistemas são os responsáveis por criar lendas e tornar certos jogadores mais conhecidos — algo que, como já mencionamos, é vital para a experiência de jogo em APBExiste ainda muito mais que está sendo discutido para implementação no game, já que a equipe de desenvolvimento ainda está aberta a novas ideias e à experimentação com outros elementos. Assim, poderíamos falar até amanhã sobre o que eles gostariam de ver dentro do título. Entretanto, realistas que somos, preferimos aguardar mais um pouco para ver as ideias concretizadas digitalmente.
APB deve sair ainda no início deste ano — vale lembrar que já estamos em 2010! — com previsão em torno do mês de março, então fique de olho.
10 TOP JOGO RPG
5 TOP JOGO DE TIRO
5 top de jogo de espada
novidade
Prince Of Persia: The Forgotten Sands finalmente aparece!
project natal
Lembrando que a fonte desta notícia é o site Gossip Gamers. Confira:
O clipe mostra que há a possibilidade de que o título Half-Life 2 possa ser jogado através do Project Natal, a inovadora tecnologia de sensibilidade a movimentos da Microsoft. Pode-se dizer que as cenas exibem testes com o tão conhecido FPS — game de tiro em perspectiva de visão em primeira pessoa — da Valve.
A Microsoft foi indagada pelos críticos a respeito do vídeo. A resposta? "Sem comentários". Mais uma vez, a ex-companhia de Bill Gates se recusa a fazer comentários sobre rumores ou especulações. Portanto, fica a pergunta: será que o segundo game da famosa série de tiro terá suporte ao aparelho revolucionário?
ps3 (5 as 6 anos)
"A segunda edição de Uncharted rendeu grandes avanços e estamos aproveitando muito o processador Cell, no entanto ainda há muito potencial a ser explorado.
Não nos sentimos limitados pelo hardware, trata-se apenas de uma questão de quanto tempo podemos gastar no desenvolvimento e quão rápido podemos fazê-lo.
Quando o assunto é pode de processamento, parece que o PlayStation 3 é um poço sem fundo, temos apenas que adaptar as nossas necessidades as configurações do console".
Com tantos projetos sobre as futuras gerações de consoles é bom saber que desenvolvedores de peso ainda enxergam muito espaço dentro das plataformas atuais.
Mass Effect
O jogador pode afetar toda a história, fazendo alianças ou entrando em guerra com as mais diversas raças alienígenas, num Universo de possibilidades nunca antes visto no gênero. Além disso, a qualidade gráfica de Mass Effect impressiona: tanto o protagonista quanto os NPCs e o ambiente são profundamente detalhados, oferecendo realismo nas expressões faciais e nos efeitos de iluminação.
A trama gira em torno de uma ameaça alienígena que visa eliminar a humanidade, pondo em risco todas as colônias espaciais humanas, bem como a sede da raça, situada no planeta Terra.
Mass Effect 2
Alguém duvida de que Mass Effect 2 é um dos jogos mais esperados do ano? A segunda parte da trilogia espacial épica da BioWare nem estreou e já figura na maioria das listas de melhores de 2010.
Ao lado de grandes títulos como Gran Turismo 5, God of War 3 e Halo Reach, a continuação do aclamado RPG lançado originalmente em 2007 será uma das primeiras estreias de peso de um ano repleto de novidades quentes.
Recentemente a BioWare deu um gostinho do que está por vir e apresentou os momentos iniciais do jogo, revelando o salto evolutivo da franquia(inserir vírgula), que traz uma série de inovações técnicas e de jogabilidade.
Se você já conhece o título original os aprimoramentos saltarão aos olhos assim que você começar a jogar. O visual está melhor, a movimentação mais fluída e todo o sistema de jogo foi reformulado, tornando tudo muito mais eficiente e dinâmico.
A trama é apresentada de forma espetacular, digna de uma produção hollywoodiana — com direito a vários artistas de renome participando das dublagens, como Carrie Anne Moss (a Trinity de Matrix), Seth Green (o filho do Dr. Evil na série Austin Powers), Martin Sheen (de Apocalypse Now) e os astros da televisão, Yvonne Strahovski (Chuck), Tricia Helfer (Battlestar Galactica) e Michael Dorn (Jornada nas Estrelas: A Nova Geração).
Feitas as apresentações, o game introduz o jogador ao novo sistema de combate. Basicamente o conceito permanece o mesmo, porém tudo “funciona” melhor.
Jogadores já familiarizados com o sistema de cobertura (proteger-se atrás de barreiras), a roda de poderes, o gerenciamento de armas e a emissão de ordens para seus companheiros não terão dificuldades, enquanto os novatos serão guiados por um tutorial simples incrivelmente eficiente.
“A olhos vistos”
Os armamentos também receberam algumas melhorias, incluindo a adição de novos equipamentos pesados (como lança-granadas). Novas habilidades foram introduzidas em todas as classes, sendo que você deverá evoluí-las do zero.
As configurações de armamento e vestimenta são gerenciadas através de “armários” e não mais pelo menu de pausa. Assim, você não mais trocará de equipamentos a qualquer momento, adicionando um novo elemento estratégico a jogabilidade. Além disso, Mass Effect 2 também contará com roupas comuns, para os momentos mais “diplomáticos”, além das tradicionais armaduras de combate.
O mini-game de hacking também foi revisto, e agora o jogador conta com dois estilos diferentes, um para terminais de computador e outro para cofres. Ambos são derivações de jogos de memória: no primeiro você deve lembrar qual o “fio” correto para fechar o circuito e no segundo você deve lembrar-se da combinação correta.
Cruzador espacial
A nova nave de Shepard é outra preciosidade de Mass Effect 2. O layout é basicamente o mesmo da velha Normandy, no entanto novas áreas foram incluídas, com um quarto para Shepard (com direito a aquário e uma espécie de dock para iPod).
Além dos aposentos pessoais de Shepard e da nova tripulante Miranda (a mulher geneticamente alterada para ser perfeita), a nave também conta com um laboratório no qual você pode desenvolver novos upgrades para suas armas e equipamentos.
Escanear os planetas também ficou mais interativo, você deverá movimentar um cursor pelo mapa para encontrar o melhor local para lança uma sonda. Como recompensa depósitos minerais que por sua vez são utilizados na pesquisa e desenvolvimento de novos equipamentos.
Mass Effect 2 promete dar continuidade ao sucesso estabelecido pelo seu predecessor, ao mesmo tempo em que pavimenta o caminho para a conclusão da saga com o lançamento do terceiro jogo. Ainda é cedo para afirmar que Mass Effect 2 será o melhor do ano, mas já é certo que se trata de um forte concorrente ao título.
nada de impossivel?
Metal Gear Solid 3: Subsistence É PRIMEIRO LUGAR TOP JOGO DE PS2
Metal Gear Solid 3 Subsistance é uma readaptação com pequenas melhorias para o jogo Metal Gear Solid 3: Snake Eater. Este título perpetua as principais características da série, com algumas pequenas melhorias em termos de jogabilidade, além de alguns extras que beneficiam especialmente os mais ávidos fãs da série.
A principal novidade é um novo foco dinâmico de câmera em terceira pessoa, que facilita os movimentos de Snake assim como ajuda na movimentação pelo cenário. Junto ao jogo, estão os 2 primeiros títulos de toda a história da franquia, ainda na plataforma MSX, em versão emulada. A história — o resgate de um cientista dotado de conhecimentos importantes, que está nas mãos da terrível União Soviética — permanece o mesmo, assim como os ótimos gráficos, permeados pela selva e densas florestas, e uma trilha sonora de qualidade e participativa com a jogabilidade.
Diante desses fatores, Metal Gear Solid 3: Subsistance é apenas uma melhoria ligeira para a versão Snake Eater, o que não faz do jogo nem um novo título, nem mesmo uma expansão.Conheça a saga de Hideo Kojima, um gênio dos video games.
Setagaya, Tóquio, 24 de agosto de 1963. Nasce, então, uma das mentes mais brilhantes no mundo dos video games: Hideo Kojima (ou 小島 秀夫). O atual produtor de jogos eletrônicos se mudou para a cidade de Kobe aos três anos de idade. Depois Shiraski. Depois Kawanishi. E, desde então, uma ambição começou a brotar... Diretor de cinema.

Epa, diretor de cinema? É isso mesmo. O pai da fantástica franquia conhecida como Metal Gear (mais além, Metal Gear Solid) não embarcou diretamente nos games. Antes de pensar na carreira cinematográfica, Kojima também aspirou algo na área de ilustrações artísticas, mas foi desencorajado logo no começo de sua vida. Por quê? Bem, um simples — e um tanto clichê — motivo: mercado desfavorável.
Muitas pessoas afirmam que, no Japão, é comum procurar empregos com estabilidade e segurança ao invés de, digamos, "seguir os próprios sonhos". Portanto, o pequeno nipônico, por mais que vivesse sozinho na maior parte do tempo, não conseguiu colocar suas ideias profissionais em prática.
Felizmente, um hobby levou Kojima a enveredar por outros caminhos. Sim, o japonês gostava de assistir filmes nas horas vagas, mas os video games eventualmente acabaram participando de seu lazer. Durante o curso de Economia na universidade, o jovem começou a ficar deslumbrado por títulos de consoles como Super Mario Bros. (Shigeru Miyamoto) e Portopia Renzoku Satsujin Jiken (Yuuji Horii) e não tardou para que finalmente ingressasse na indústria de video games.
Foi um quarto ano de universidade muito influente na história do mercado de jogos eletrônicos.
Hideo Kojima
Uma carreira de sucesso
Em 1986, Kojima ingressou na divisão para computadores pessoais MSX da Konami, a tão conhecida distribuidora de games. Funções: designer e "planejador". Os primeiros anos de empresa foram duros para ele. Ideias menosprezadas, falta de intimidade com programação de jogos, diversas falhas... É curioso pensar nisto, mas Hideo Kojima quase deixou a companhia logo no início de sua carreira.

Pontos de partida? Bem, o primeiro jogo que contou com a participação do japonês foi Penguin Adventure, uma sequência do título Antarctic Adventure. Nesse caso, Kojima atuou como diretor assistente. Mas, em 1986, o produtor finalmente teve a chance de participar do desenvolvimento de um game. Lost World, infelizmente, foi rejeitado pelos superiores do desenvolvedor.
Cerca de um ano depois, veio a bomba. Metal Gear (1987), o primeiro jogo de Hideo Kojima, foi lançado para a plataforma MSX2 no Japão e em certas regiões da Europa. Solid Snake aparece pela primeira vez para revolucionar a história dos video games. Mais tarde, a divisão da Konami conhecida como Ultra Games criou uma versão para o NES (Nintendo Entertainment System), um tanto criticada por Kojima devido às mudanças criadas.
O produtor sempre foi influenciado por longas-metragens. Isso consta claramente em Snatcher, projeto concretizado em 1988 nas plataformas NEC PC-801 e MSX2. O filme Blade Runner é bastante semelhante ao game, que teve sua trama cortada devido à falta de tempo no desenvolvimento.


Ascensão constante
A partir de 1990, só alegria. Infelizmente, certos games de Kojima foram lançados apenas no território nipônico. Além disso, a versão do primeiro Metal Gear para NES recebeu Snake's Revenge sem o envolvimento do produtor no projeto. O bom é que o título levou Kojima a criar uma verdadeira sequência para o game original. Metal Gear 2: Solid Snake foi um dos últimos jogos desenvolvidos para MSX2 e apareceu mais tarde no game Metal Gear Solid 3: Subsistence, lançado em 2006.
Enfim, o que importa é que títulos interessantes começaram a aparecer no mundo dos games desde a inclusão de Hideo Kojima na indústria. Um novo Snatcher (1992), Policenauts (1994) e, por fim, Metal Gear Solid. Solid Snake causou estrago quando reapareceu em 1998 no primeiro PlayStation. E como.
Gráficos em três dimensões, trabalho de vozes e uma ambientação digna de filmes de Hollywood foram apenas o começo. A trama de Metal Gear Solid foi uma das obras-primas de Kojima, agora uma celebridade na mídia dos video games.
Mas Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty mexeu ainda mais com as mentes dos jogadores. Lançado em 2000 para PlayStation 2, o segundo jogo da série simplesmente explodiu. Visuais espetaculares que combinaram perfeitamente com um enredo envolvente e intrigante. Mais uma vez, Kojima acerta em cheio.
Então, Zone of the Enders: The 2nd Runner (PS2) e Boktai: The Sun Is in Your Hand (Game Boy Advance) foram lançados, mas não fizeram tanto sucesso quanto a série de Solid Snake. Falando nisso, é importante mencionar que um time de desenvolvimento da Konami resolveu criar Metal Gear Solid: The Twin Snakes, nada mais que um remake do primeiro MGS lançado para GameCube em 2004 com muitos elementos de jogabilidade presentes no segundo game.
Em seguida, veio Metal Gear Solid 3: Snake Eater. Este game é fortemente caracterizado pela nova abordagem realizada por Kojima: ambientes fechados. Além de Snake Eater, o produtor também trabalhou em Boktai 2: Solar Boy Django, uma expansão satisfatória para o primeiro Boktai. Tudo em 2004.
Depois disso, apenas sucessos. Metal Gear Ac!d, para PlayStation Portable (PSP), Metal Gear Ac!d 2, aparição de Solid Snake em Super Smash Bros. Brawl, Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots... Por mais que Kojima tenha dito que Guns of the Patriots foi o último MGS no qual ele participaria, surgiram dois novos games: Metal Gear Solid: Rising (como produtor) e Metal Gear Solid: Peace Walker (como produtor, roteirista e diretor).
Durante a Electronic Entertainment Expo (E3) deste ano, uma pequena surpresa. Castlevania: Lords of Shadow (PS3 e Xbox 360) contará com a participação de Hideo Kojima. E, como se isso não bastasse, o desenvolvedor já está preparando novos projetos para a alegria dos fãs.
Tudo isso faz jus às próprias palavras do produtor durante o recebimento de um Lifetime Achievement Award no MTV Game Awards 2008, na Alemanha:
"Eu tenho que dizer que, mesmo tendo recebido este prêmio, eu não me aposentarei. Eu vou continuar a criar jogos pelo resto da minha vida."
Impacto
Paixão pelos games
O que falar da repercussão de Hideo Kojima no mundo dos video games? Nada que os nomes Metal Gear, Snatcher, Policenauts, Zone of the Enders e Boktai não possam expressar. O reconhecimento é global, visto que o trabalho do produtor é simplesmente surpreendente.
Kojima já foi vice-presidente da Konami Computer Entertainment Japan, mas atualmente trabalha como diretor executivo e chefe de desenvolvimento da Kojima Productions. O blog do produtor conta com quase 14 milhões de acessos.
O japonês, ainda, já apareceu em várias listas de "Top 10" referentes a diretores de jogos Em 2008, a Next Generation Magazine colocou o produtor na sétima posição na lista de Hot 100 Developer 2008. Além do prêmio recebido durante o MTV Game Awards 2008 da Alemanha, Kojima foi condecorado com um Lifetime Achievement Award durante a GDC (Game Developers Conference) de 2009.
E qual o segredo para tamanho sucesso? O constante esforço e a superação a cada trabalho feito são dois dos pilares, sem dúvida, Há quem diga, porém, que a forte afinidade de Kojima por filmes forme um diferencial importante. De fato, o próprio desenvolvedor deu a entender que a ambientação e a trama de um jogo eletrônico são cruciais para um entretenimento de qualidade.
(PS2)
GRAFICO 10 SOM 10HISTORIA 10 JOGABILIDADE 10
VIDEO
Epa, diretor de cinema? É isso mesmo. O pai da fantástica franquia conhecida como Metal Gear (mais além, Metal Gear Solid) não embarcou diretamente nos games. Antes de pensar na carreira cinematográfica, Kojima também aspirou algo na área de ilustrações artísticas, mas foi desencorajado logo no começo de sua vida. Por quê? Bem, um simples — e um tanto clichê — motivo: mercado desfavorável.
Felizmente, um hobby levou Kojima a enveredar por outros caminhos. Sim, o japonês gostava de assistir filmes nas horas vagas, mas os video games eventualmente acabaram participando de seu lazer. Durante o curso de Economia na universidade, o jovem começou a ficar deslumbrado por títulos de consoles como Super Mario Bros. (Shigeru Miyamoto) e Portopia Renzoku Satsujin Jiken (Yuuji Horii) e não tardou para que finalmente ingressasse na indústria de video games.
Foi um quarto ano de universidade muito influente na história do mercado de jogos eletrônicos.
Em 1986, Kojima ingressou na divisão para computadores pessoais MSX da Konami, a tão conhecida distribuidora de games. Funções: designer e "planejador". Os primeiros anos de empresa foram duros para ele. Ideias menosprezadas, falta de intimidade com programação de jogos, diversas falhas... É curioso pensar nisto, mas Hideo Kojima quase deixou a companhia logo no início de sua carreira.
Pontos de partida? Bem, o primeiro jogo que contou com a participação do japonês foi Penguin Adventure, uma sequência do título Antarctic Adventure. Nesse caso, Kojima atuou como diretor assistente. Mas, em 1986, o produtor finalmente teve a chance de participar do desenvolvimento de um game. Lost World, infelizmente, foi rejeitado pelos superiores do desenvolvedor.
Cerca de um ano depois, veio a bomba. Metal Gear (1987), o primeiro jogo de Hideo Kojima, foi lançado para a plataforma MSX2 no Japão e em certas regiões da Europa. Solid Snake aparece pela primeira vez para revolucionar a história dos video games. Mais tarde, a divisão da Konami conhecida como Ultra Games criou uma versão para o NES (Nintendo Entertainment System), um tanto criticada por Kojima devido às mudanças criadas.
O produtor sempre foi influenciado por longas-metragens. Isso consta claramente em Snatcher, projeto concretizado em 1988 nas plataformas NEC PC-801 e MSX2. O filme Blade Runner é bastante semelhante ao game, que teve sua trama cortada devido à falta de tempo no desenvolvimento.
Ascensão constante
A partir de 1990, só alegria. Infelizmente, certos games de Kojima foram lançados apenas no território nipônico. Além disso, a versão do primeiro Metal Gear para NES recebeu Snake's Revenge sem o envolvimento do produtor no projeto. O bom é que o título levou Kojima a criar uma verdadeira sequência para o game original. Metal Gear 2: Solid Snake foi um dos últimos jogos desenvolvidos para MSX2 e apareceu mais tarde no game Metal Gear Solid 3: Subsistence, lançado em 2006.
Enfim, o que importa é que títulos interessantes começaram a aparecer no mundo dos games desde a inclusão de Hideo Kojima na indústria. Um novo Snatcher (1992), Policenauts (1994) e, por fim, Metal Gear Solid. Solid Snake causou estrago quando reapareceu em 1998 no primeiro PlayStation. E como.
Mas Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty mexeu ainda mais com as mentes dos jogadores. Lançado em 2000 para PlayStation 2, o segundo jogo da série simplesmente explodiu. Visuais espetaculares que combinaram perfeitamente com um enredo envolvente e intrigante. Mais uma vez, Kojima acerta em cheio.
Então, Zone of the Enders: The 2nd Runner (PS2) e Boktai: The Sun Is in Your Hand (Game Boy Advance) foram lançados, mas não fizeram tanto sucesso quanto a série de Solid Snake. Falando nisso, é importante mencionar que um time de desenvolvimento da Konami resolveu criar Metal Gear Solid: The Twin Snakes, nada mais que um remake do primeiro MGS lançado para GameCube em 2004 com muitos elementos de jogabilidade presentes no segundo game.
Em seguida, veio Metal Gear Solid 3: Snake Eater. Este game é fortemente caracterizado pela nova abordagem realizada por Kojima: ambientes fechados. Além de Snake Eater, o produtor também trabalhou em Boktai 2: Solar Boy Django, uma expansão satisfatória para o primeiro Boktai. Tudo em 2004.
Depois disso, apenas sucessos. Metal Gear Ac!d, para PlayStation Portable (PSP), Metal Gear Ac!d 2, aparição de Solid Snake em Super Smash Bros. Brawl, Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots... Por mais que Kojima tenha dito que Guns of the Patriots foi o último MGS no qual ele participaria, surgiram dois novos games: Metal Gear Solid: Rising (como produtor) e Metal Gear Solid: Peace Walker (como produtor, roteirista e diretor).
Durante a Electronic Entertainment Expo (E3) deste ano, uma pequena surpresa. Castlevania: Lords of Shadow (PS3 e Xbox 360) contará com a participação de Hideo Kojima. E, como se isso não bastasse, o desenvolvedor já está preparando novos projetos para a alegria dos fãs.
Tudo isso faz jus às próprias palavras do produtor durante o recebimento de um Lifetime Achievement Award no MTV Game Awards 2008, na Alemanha:
"Eu tenho que dizer que, mesmo tendo recebido este prêmio, eu não me aposentarei. Eu vou continuar a criar jogos pelo resto da minha vida."
O que falar da repercussão de Hideo Kojima no mundo dos video games? Nada que os nomes Metal Gear, Snatcher, Policenauts, Zone of the Enders e Boktai não possam expressar. O reconhecimento é global, visto que o trabalho do produtor é simplesmente surpreendente.
Kojima já foi vice-presidente da Konami Computer Entertainment Japan, mas atualmente trabalha como diretor executivo e chefe de desenvolvimento da Kojima Productions. O blog do produtor conta com quase 14 milhões de acessos.
E qual o segredo para tamanho sucesso? O constante esforço e a superação a cada trabalho feito são dois dos pilares, sem dúvida, Há quem diga, porém, que a forte afinidade de Kojima por filmes forme um diferencial importante. De fato, o próprio desenvolvedor deu a entender que a ambientação e a trama de um jogo eletrônico são cruciais para um entretenimento de qualidade.
Dark Void
Dark Void traz uma singular mistura entre combate terrestre e aéreo e dúzias de tecnologias utópicas. Isso tudo colocado sobre um pano de fundo envolvendo deidades ancestrais, alienígenas e cenas de ação em ritmo acelerado.
Dark Void enfoca uma luta velada de alguns poucos seres humanos contra a dominação de uma raça alienígena. Sendo conhecidos durante muito tempo como deuses, os Watchers manipularam a humanidade para servir aos seus propósitos. Durante a trama, o jogador assume o controle de Will, um piloto de aviões comerciais que por acaso acaba sendo tragado para a dimensão alternativa dos Watchers após sobrevoar a região do Triângulo das Bermudas.
A maior parte ação realmente vertiginosa do jogo acontece durante os combates aéreos. Após passar algum tempo na dimensão alternativa, Will entra em contato com algumas amostras da avançada tecnologia dos Watchers. Seja por meios lícitos ou ilícitos (roubando mesmo), Will eventualmente poderá contar com um Jet Pack e também outros veículos aéreos.
Não obstante, muito do jogo ainda demandará um clássico tiroteio sobre duas pernas, o que utilizará, é claro, algumas armas saídas diretamente de clássicos de ficção-científica, mas também não deixa de lado armas mais tradicionais como uma metralhadora ou a boa e velha granada.
Dragon Ball: Raging Blast

Um dos elementos mais inconfundíveis das batalhas em DBZ certamente são as imensas arenas ao ar livre. Isso não é diferente em Raging Blast. Você poderá andar e voar através de cânions e pradarias sem fim, explorando cada pequeno detalhe do cenário — que, nunca é demais frisar, é de fato bastante extenso —, conforme controla o seu deslocamento vertical e horizontal respectivamente com os gatilhos e o direcional.
A geografia do cenário também deve servir para algo mais além de compor a paisagem. São várias reentrâncias para se utilizar em tocaias, e também será possível destruir partes do cenário para provocar dano no oponente, ou mesmo arremessá-lo para dentro de uma estrutura destrutível.
Entretanto, os combates propriamente ditos não fogem muito da fórmula consagrada de Budokai Tenkaichi. Dessa forma, quem já criou calos com a franquia do PS2 provavelmente vai encontrar em Raging Blast uma jogabilidade bastante familiar.
MAG
A proposta central de MAG (Massive Action Game, ou jogo de ação em massa) é a seguinte: ação, mas muita ação com a participação de até 256 jogadores simultaneamente em um combate. Tal característica inovou no gênero FPS devido à enorme proporção dos combates.
MAG terá sua ambientação embasada em cenários distintos, nos quais a contratação de serviços militares privados é fundamental para a ascensão ao poder. Ao todo, são três facções principais que tomam parte do conflito mundial: Raven, Valor e SEVR. Cada uma possui características específicas para que os gamers possam diferenciar os combatentes nos grandes campos de batalha.
Quanto à jogabilidade, nada inovador. O game é um prato cheio para os fãs da série Call of Duty, tamanha a quantidade de semelhanças entre as duas mecânicas de jogo. Simples e acessível, MAG oferece conjuntos de armas e acessórios para que os jogadores possam entrar em combate de forma efetiva.
Trabalho em equipe é um dos pontos-chave para a vitória. Levando em consideração que os mapas são simplesmente enormes, muita ação toma conta da tela a todo o momento. Modos diversificados de jogo e missões variadas fazem com que os gamers mantenham sua concentração nas emocionantes batalhas de MAG.