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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

StarCraft II com beta este mês

Lembram-se de quantas vezes a Beta de StarCraft 2 esteve para chegar ao público? Já não vale a pena desesperar mais, a Beta de StarCraft 2: Wings of Liberty vai mesmo arrancar este ano, e melhor ainda, já no fim do presente mês de Fevereiro.

Para aqueles que ainda não acreditam, esta informação foi dada por Mike Morhaime, o chefe da Blizzard, durante a conferência financeira anual da Activision Blizzard.

Segundo Morhaime, a Blizzard espera lançar StarCraft 2: Wings of Liberty pelo Verão de 2010, com a Beta a decorrer em todo o mundo, para ajudar a criar expectativa em redor de StarCraft 2: Wings of Liberty.

Infelizmente os donos de Mac foram deixados de lado nesta fase de testes, por isso, na pior das hipóteses, StarCraft 2: Wings of Liberty em Mac, só na versão final.

Arc em jogos actuais da PS3

Segundo Michael Denny, VP europeu da Sony, alguns jogos actuais da PS3 vão receber motion updates, assim que o motion controller for lançado.

Em entrevista com a Official PlayStation Magazine, Denny garantiu que LittleBigPlanet, Pain, Flower e Resident Evil 5: Gold Edition são apenas alguns dos títulos que vão receber estes updates.

“When you give our development teams exciting new technology, it’s great to see the experiences they come up with,” afirmou Denny. “And that’s both in terms of new concepts and new games, but also the application of those technologies to our existing franchises.”

“We are working on new games and looking at applications for our existing franchises,” continuou.

Esperem mais novidades sobre o Arc assim que possível.

9 Maneiras de Reutilizar Tecnologias Antigas

Se você está cheio de tralhas em sua casa, hoje é o seu dia de sorte, é só juntar tudo e usar a imaginação que pode sair alguma coisa legal como os exemplos abaixo.

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Quando ainda usava aquele velho PC você aturou muito o barulho do ventilador do processador, não? Pegue um ventilador interno de um computador velho e coloque ao lado de seu novo computador, como um ventilador, mas para você!

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Você comprou aquele MP3 do Paraguai e depois de dois meses ele já não funcionava mais. Sua função atual é ocupar espaço em alguma gaveta de sua casa. Com menos de 20 reais você pode construir alto falantes de funis e colocá-los no seu iPod de 8 giga (sim, o mp3 ultrapassado funciona como suporte para os alto-falantes).

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Você pode transformar aquele tijorolla em um revolucionário cofre! Abra o telefone, tire o “recheio” e coloque alguns imãs para conseguir fechá-lo novamente. Depois é só estufar o cebolão com suas economias e ninguém vai suspeitar! Se um ladrão entrar em sua casa aquele trambolho será a última coisa que ele levará.

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Agora você pode aproveitar seu Palm Pilot detonado para fazer caricaturas do seu chefe enquanto está em reunião! Ou usar como quadro na sua casa desenhando toda a sua família ou alguma paisagem, o depende do seu dom artístico.

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Tire todo o recheio daquele velho mouse e plante ervas comestíveis para o gato, usando a estrutura da sua antiguidade como vaso e brinquedo.

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Tem uma impressora inutilizada em casa? É só desmontá-la e usar suas engrenagens para fazer um relógio estiloso. As engrenagens dela são usadas no motor e a própria impressora se torna a base.

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Muita gente tem, em casa, aquele scanner aposentado da era anterior às multifuncionais. Além de não funcionar mais aquela geringonça é enorme e ocupa bastante espaço. Então por que não transformá-la em suporte para guardar mais tralhas ainda?

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Depois dessa ninguém pode acusá-lo de não ser estiloso. O NES, também conhecido como Nitendinho (aquele que tinha o primeiro Super Mário e o Final Fantasy I, lembra?), vendeu milhões de unidades. Mas o controle provou ser mais resistente do que o console. Então celebre o estilo retro com essa peça única! Carregá-lo na cintura é como um atestado de nerdisse. Este espanta-meninas é recomendável para quem realmente quer voltar sozinho da balada.

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Esse é para os que tem mais experiência em mexer com sucata. Afinal você vai mexer com baterias e precisar soldar alguma coisa. Aqui está um amplificador portátil, construído com alto-falantes de um computador inutilizado e com os circuitos do mesmo computador.

Alan Wake ganha mais informações

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Em entrevista a revista Game Informer, Sam Lake, da Remedy, afirmou que os DLCs para Alan Wake terão um toque de temporada para o jogo, como se fosse uma série de TV, com o jogo original sendo a primeira temporada.

“Desde o começo criamos Alan Wake para ser maior que um jogo.” disse Lake. “Esse era nosso objetivo desde o começo, então sim. O jogo é a primeira temporada e vai te colocar dentro do mundo de Alan Wake. A diferença com as séries de TV é que gostamos de fazer um final satisfatório para cada temporada.”



O objetivo da Remedy é o jogo chegar a uma conclusão e o jogador atingir seus objetivos, e ao mesmo tempo eles querem abrir portas para o jogo se desencadear em uma história maior. Atualmente o jogo se encontra em estado de polimento e mais alguns retoques em alguns aspectos, o DLC só será desenvolvido após o lançamento do jogo.

“A luz é realmente importante, uma das principais mecânicas de jogo, definitivamente você não pode sobreviver em Alan Wake sem fontes de luz. É disso que você precisa. Pense nisso como uma camada a mais em jogos de ação convencionais.”

Entre as fontes de luz reveladas estão lanternas, refletores, faróis de carros, sinalizadores e uma arma que lança sinalizadores. As armas convencionais também fazem parte do jogo.

“Alan Wake está em uma situação que não se lembra de ter escrito esse manuscrito e tudo está se tornando realidade, e a presença da escuridão que acordou em Bright Falls pode consumir pessoas, animais, objetos e até veículos.”

A luz se torna um elemento essencial no jogo, e a fonte dela também, inimigos mais fracos só precisam ser iluminados para desaparecer, já outros que a presença da escuridão é mais forte é necessário atirar neles após remover o escudo, porém existem granadas de luz e sinalizadores para facilitar o serviço.

“O jogo não se resume apenas a isso, existem partes que você estará na luz do dia, em flashbacks ou memórias distantes por exemplo. Para mantê-lo preso a realidade.”

O jogo chega em exclusivo para o Xbox 360 no dia 18 de Maio.

EVouse um conceito de mouse + caneta digital da Microsoft

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A Microsoft está tentando inovar com este conceito de mouse + caneta digital com o objetivo atingir o mercado dos computadores clássicos e dos tablet PC.

O eVouse assim chamado tem um design futurista, é pratico e confortável. A idéia de juntar esses 2 tipos de produtos (caneta digital + mouse) é bastante interessante, já que os tablets estão bastantes populares

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De acordo com o Designer:

O design do mouse é uma mistura entre um mouse clássico e um tablet PC. Os botões de fácil deslocamento, superfícies que brilham com uma luz verde em cada movimento e servem para dar feedback. Na verdade, eVouse é, como o Minotauro, um projeto com o corpo de um mouse e cabeça e cauda de um estilete.

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E você acha que este conceito possa da certo?

Capcom acredita que SSFIV vai vender mais que antecessor

De acordo com a Capcom o jogo Super Street Fighter IV vai conseguir ultrapassar as vendas do seu antecessor, que conseguiu uns simpáticos 2.5 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.

Segundo o director de marketing do Reino Unido, Stuart Turner, "Street Fighter é a maior franchise de jogos de luta em todo o mundo. Quando te focas nos novos personagens, níveis de bónus, movimentos especiais, novos modos online e na antecipação em torno de si, estamos confiantes de que se trata do melhor jogo de luta em qualquer consola."

Para além disso, a Capcom acredita que ultrapassou a preocupação dos fãs que pensavam que não havia suficientes novidades em Super Street Fighter VI para fazê-los comprar o jogo.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

The King Of Fighters - O Filme

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Finalmente o jogo King of Fighters vai se tornar filme após muitos anos de espera pelos fãs. A adaptação do jogo King of Fighters para as telonas do cinema já está sendo realizada e o primeiro trailer de King of Fighters: O Filme já está disponível na internet para visualização.

King of Fighters: O Filme está sendo produzido e tem ano previsto para lançamento em 2010, mas apesar de estar em produção o filme não dá sinais de que não vai ser uma excelente adaptação de jogo para filme e muito menos uma super produção, mas sim um filme normal de luta.

Tem uma entrevistinha sem graça, atores pessimamente caracterizados (uma May sem peitões, um Rugal nanico e um Terry Bogard de cabelo curto e sem boné) e várias cenas das porradarias do filme, confiram:


Bethesda: “Você levará centenas de horas para explorar New Vegas”

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Espero que esta não seja mais uma daquelas declarações megalomaníacas que os produtores costumam fazer, mas Pete Hines da Bethesda afirmou que os jogadores levarão centenas de horas para conseguir explorar cada canto de New Vegas.

O produtor falou que a história do jogo se passa na Cidade do Pecado em 2280, mais de duzentos anos depois do holocausto nuclear e alguns anos a frente de Fallout 3. Você começará o jogo no deserto a beira da morte após levar um tiro, sendo então socorrido por um robô que o levará ao Doutor Mitchell. Consigo havia um pacote que foi roubado e em grande parte do jogo você buscará saber o que você estava carregando e porque todos o queriam.



Hines também conta que o jogo traz uma experiência e um visual totalmente novo, e que não deve ser encarado como uma cópia de Fallout 3. Ao descrever a Cidade do Pecado, o produtor se anima: “Vegas está viva e funcionando. Não é uma cidade fantasma. Há cassinos e muito mais – você levará centenas de horas para explorar cada canto!”.

Empolgante.

Agora sim: Windows Phone 7 Series

De tempos em tempos algo novo surge e muda o jeito e a percepção das pessoas sobre como utilizamos determinado produto. Foi assim com o iPhone, será assim com o recém lançado Windows Phone 7 Series? Já está sendo...

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Apresentado ontem (15/02), na MWC 2010, a nova plataforma móvel da Microsoft, chamada de Windows Phone 7, já está revolucionando. Muito bem aceito pela imprensa especializada e por críticos no assunto, o produto chega mudando tudo e mostrando que veio para ficar e para "tirar o sono" da concorrência (leia-se iPhone, Android, Blackberry, Symbian, Palm...).

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A alguns anos atrás, a Micosoft tinha um bom produto, e ía muito bem no mercado de smartphones com o Windows Mobile (5.0 e 6.0), porém veio o iPhone e mudou isso... Afinal, pra que uma caneta se temos dedos? A Microsoft tentou correr atrás do prejuízo atualizando o Windows Mobile (versões 6.5 e 6.5.3), mas não deu muito certo, todos ainda esperavam por algo realmente novo, que realmente apagasse o stigma de "velho gagá" do Windows Mobile. Muito bem, agora sim! O Windows Phone 7 Series veio para agitar as coisas e mudar tudo novamente.

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O WP7 é sem dúvida uma grande inovação em termos de como se usa um celular atualmente. "Nada contra PCs, eu os amo. Mas o celular tem que ser alguma coisa diferente dessa coleção de ícones em uma tela parada, como no computador", falou Joe Belfiore, executivo responsável pelo time que ressuscitou a plataforma mobile da Microsoft.

Duas palavras resumem a nova plataforma: Integração e Dinamismo. O WP7 é rápido, fácil de usar, bonito e inteligente. Tudo está integrado - contatos, e-mail, office, redes sociais, busca, jogos, favoritos, música - e tudo muda conforme você vai usando o celular...

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Lendo reviews e opiniões diversas, constatei algo unânime. Com o Windows Phone 7 a Microsoft está realmente de volta ao mercado dos smartphones, não improvisando e remendando, mas com algo inovador de fato!

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Só uma dúvida vem à tona... Será que não é tarde demais? Eu particularmente acho que não, acho que os consumidores procuram as novidades independentemente de quando elas surjam, porém temos que admitir que o "timing" não foi dos melhores, o primeiro WP7 só será laçado no final deste ano, e isso é mais de 3 anos depois do iPhone e 2 anos após o Android...

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Diablo III: Novas imagens e artworks da classe Barbarian

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Fãs da matança desenfreada, uni-vos! A Blizzard liberou novas imagens, artworks, textos e vídeos sobre a classe Barbarian do jogo Diablo III.

Torça para estar vivo nos próximos anos, já que a Blizzard ainda não sabe quando o jogo sai, exceto pela idéia: “nós próximos anos”.

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Primeiras imagens da versão Wii de Prince of Persia Forgotten Sands surpreendem

Se você estava curioso para saber como ficaria a versão para Wii de Prince of Persia The Forgotten Sands, pode matar a curiosidade agora. Saíram as duas primeiras imagens, liberadas pela Ubisoft, que apontam para um game muito bem produzido e com visual promissor.

A produtora ainda confirmou o lançamento da versão Wii para o dia 18 de maio. Serão mais de 15 horas de jogabilidade ininterruptas e muitas novidades exclusivas na plataforma da Nintendo.

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Assassin’s Creed II “Bonfire Of Vanities” ganha imagens e data de lançamento

O PR da Ubisoft Montreal, Christophe Grandjean, revelou via twitter mais algumas informações do segundo pacote para download de Assassins Creed 2.

Foram divulgadas duas imagens que você pode ver abaixo e a data de lançamento: 18 de Fevereiro para Playstation 3 e Xbox 360.

Ezio desta vez que tem ajudar Maquiavel a eliminar o monge Savonarola e libertar a cidade de Florença.

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EXCLUSIVO: Halo Legends - Leia análise completa do DVD

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Se você nunca atirou em um jackal protegido por um escudo a 300 metros de distância, cercado por aliados Covenant, acertando um tiro certeiro em sua cabeça, se você nunca participou de um tiroteio intenso contra uma onda de Brutes enfurecidos, se você nunca sentiu o alívio depois de sobreviver a um ataque no nível de dificuldade Lendário, Halo Legends provavelmente não é para você.

Voltado principalmente para os milhares de fãs da franquia Halo nos videogames, Halo Legends mantém todas as características para agradar em cheio os mais apaixonados e viciados soldados da UNSC. O DVD não só começa com uma densa visão geral, dividida em duas partes, sobre a franquia e seus mitos, examina a cultura de uma das mais contraditórias espécies, toca a tragédia que assombra a evolução dos guerreiros da série - os Brutes, se entrega a um pouco da comédia pastelão do tipo Dragon Ball Z, e termina com uma cena que muitos jogadores não veem desde que Halo: Combat Evolved apareceu nos consoles.

Porém, se você é igual a mim, sente o vento bater no rosto enquanto vira um Warthog, invade uma antiga fortaleza Forerunner na esperança de colocar fim a uma ameaça incontrolável, ou ainda grita "schticky boooomb!" depois de grudar uma granada de plasma na cabeça do seu adversário, Halo Legends tem muito a oferecer.

Mostrado em primeira mão na Xbox LIVE ano passado, Halo Legends é uma coleção de curtas animada produzida por cinco talentosas produtoras japonesas. Assuntos abordados em cada episódio inclui o relacionamento entre os soldados ODST e os Spartans ('The Babysitter'); a cultura de lutadores dos Elites ('The Duel'); a origem dos Spartans ('Homecoming') e - em dois episódios ambiciosos intitulados de 'Origins' - toda a história do universo Halo.

Studio 4°C é o responsável pelos dois episódios de abertura, "Origins" começa de onde Halo 3 pode ter terminado: com Master Chief descansando em uma redoma e Cortana, uma envelhecida Inteligência Articial (AI), obedientemente observando-o. Ela então reflete sobre os acontecimentos que conduziram os videogames para frente, reunindo histórias do universo Halo de diferentes fontes, preenchendo lacunas em branco com precisão lógica. Ela descreve, por exemplo, o primeiro encontro dos Forerunners com o Flood, a construção e implementação dos anéis de Halo, os conflitos que assolaram a humanidade ao longo dos anos, a chegada dos Covenant, o ressurgimento de uma ameaça latente, e a posterior paz forjada entre a UNSC e seus inimigos declarados.

Mas não se engane, "Origins" não é uma simples excursão através de uma história fictícia; é um incrível comentário relevante sobre a natureza da guerra e a persistência do conflito. Estranhamente, é também um dos melhores episódios de Legends, tecendo infinitos pontos no todo e funcionando como uma perfeita introdução de tudo que vem a seguir. Enquanto parece um estranho modo de iniciar uma animação, aonde muitos esperam encontrar ação desenfreada, ele sutilmente dá o tom de filme que a série merece e declara a intenção dos produtores.

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Na sequência vem um dos episódios mais intrigantes de Halo Legends - e sem dúvida o meu favorito - "The Duel," um assombroso conto de amor e honra narrado na cidade natal dos Covenant; apresentado em um estilo animado de cair o queixo, lembra muito a arte de pintar de Monet. Contornos sólidos e de forma perceptível são deixados de lado em favor da forma de pintura da Production I.G, aonde pincéis são usados para capturar o humor e a essência do conto, muito antes do início das batalhas com espadas e confrontos que vem a seguir. Mas é a história em si que mais chama a atenção. Enquanto aliens com olhos na cor âmbar e vermes gigantes se preparam para ser o centro das atenções, é a alma da peça que faz com que seus personagens e sua filosofia sejam tão hipnotizantes; a dor e o sofrimento que acompanha a tristeza são cativantes.

Imerso em elementos da cultura samurai antiga, pulsando com um timbre distintamente japonês, a impressionante tragédia retratada pelo diretor Hiroshi Yamazaki ainda está viva na minha cabeça, e sem dúvida vale o preço do DVD por si só.

"Homecoming" é mais um episódio da Production I.G, e explora a gênese dos Spartans como os fãs de Halo o conhecem, mas ignora o passado de guerras e conflitos para focar na amargura e na turbulência que afetam homens e mulheres por baixo da armadura. Saltando para o passado e o presente entre as realidades de uma guerra sem esperança e flashbacks de uma experiência terrível, que pode muito bem ser comparada com os acontecimentos de "The Duel," é impressionante ver como certos temas sentimentais prevalecem.

Já "Odd One Out" chega repentinamente e distingue-se de tudo isso. Criado por Daisuke Nishio da série Dragon Ball Z e pela Toei Animation, o episódio com tom de comédia pastelão revela-se como uma boa surpresa e sugere que por baixo das pesadas armaduras, os complexos mitos do universo de Halo não podem ser levados tão a sério. Com humor rápido e inteligente, este episódio narra às desventuras do Spartan 1337, um arrogante soldado da força de liberdade que resolve enfrentar sozinho um enorme Brute com poderes sobrenaturais. Porém o Spartan não está só. Com a ajuda de três crianças, o feixe de laser chamado de Momma, e um dinossauro de estimação (sim, você leu direito, um dinossauro), 1337 derrota o inimigo. Eu sei, eu sei. Alguns de vocês vão achar "Odd One Out," uma decepção, mas eu achei que ele serviu como uma gostosa e calma pausa aos dramáticos momentos que se passaram, e me fez rir na maioria das ocasiões.

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"Prototype" do Studio Bones e "The Babysitter" do Studio 4°C retomam a série como estamos acostumados, dando aos espectadores uma visão de como os Spartans, geneticamente alterados, são vistos por seus compatriotas humanos. Com melodrama suficiente para fazer a engrenagem rodar, os dois episódios trazem ação excitante, um número interessante de personagens, e duas histórias sombrias que ampliam o universo de Halo, enquanto homenageia tudo o que tornou tão popular na franquia entre seus fãs.

O único episódio que talvez não impressione muito é o de responsabilidade da Casio Entertainment - "The Package." Sim, ele oferece aos apaixonados pelo "esmaga botões" dos videogames uma boa e explosiva dose de perseguições com naves, diálogos e tiroteios, mas também passa a impressão de ser uma cena de videogame e não uma animação maravilhosa. Com Spartans cheios de polígonos e pessoas plastificadas, ele simplesmente não tem o peso de seus irmãos mais tradicionais. Não me interpretem mal, outros episódios também incorporam animação em CG, mas elas são cuidadosamente tratadas, sem contar o fato de que uma expressão animada por um computador de última geração não pode ser comparada a emoção pintada por um talentoso artista. Mas, a ação é rápida e feroz, e tenho certeza que muitos apaixonados por Halo irão sonhar e desejar jogar um dia com tanta intensidade.

[Concluindo, Halo Legends irá agradar as pessoas como uma série imperdível ou então pela curiosidade, de ver o universo da franquia retratada em diversos episódios. Pessoalmente, Halo Legends me agradou, e ganhou um lugar confortável na minha coleção. Entretanto, entusiastas mais fervorosos de Halo, que esperam encontrar muita ação e tiros para todo lado, semelhante aos títulos dos videogames, acalmem-se. Meu conselho? Vão com calma e preparem-se para conhecer o outro lado de Halo.]

Halo Legends chega às lojas de todo o País no dia 25 de Fevereiro, oficialmente pela Warner Bros. A versão lançada no Brasil é a padrão em DVD, e traz os oito episódios com som original em inglês e legendas em português (PT-BR). Leitores do site Inside Games podem se preparar para uma superpromoção que terá início após o Carnaval e que irá sortear cópias de Halo Legends aos ganhadores.

Imagens e vídeo de Sonic 4: Episódio I vazam

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Acabaram de vazar na 1UP algumas imagens e um vídeo da primeira fase de Sonic the Hedgehog 4: Episódio I. Apesar de ser um péssimo jogador controlando, podemos ver que é realmente uma volta ao estilo clássico. No entanto, é curto demais e não chega até o final.




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8 franquias que deveriam voltar

Todo ano nascem de 10 a 20 novas franquias na indústria dos games. Algumas já nascem épicas, como Heavy Rain ou Alan Wake, outras procuram seu espaço entre tantos outros grandes lançamentos, como Resonance of Fate e Bayonetta. Contudo, se olharmos para o passado, veremos franquias fantásticas que hoje dormem em um profundo sono no baú de muitos estúdios pelo mundo. Do Japão aos Estados Unidos, jogos como Chrono Trigger e Rock ‘n’ Roll Racing continuam vivos na memória de muitos gamers.

Nestas linhas abaixo, procuro trazer algumas ótimas franquias que por um motivo ou outro acabaram ficando de lado nos planos dos estúdios. Produzir um novo jogo necessita de muito mais que ótimos designers e grandes marketeiros; para cada jogo é necessário criar uma nova história e novos personagens, um trabalho um tanto quanto complicado. Estamos cansados de ver novas franquias sendo lançadas e abandonadas, resultado direto na falta de preparação do “espírito” do jogo. E nestes jogos abaixo, o que não falta é isso. Convido todos a lerem sobre estes jogos e o imaginarem sendo re-lançados com a tecnologia atual.

Vamos lá:

Bloody Roar

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Ano de lançamento: 1997

Originalmente conhecido como Beastorizer, a franquia Bloody Roar surgiu em 1997 nos Arcades, sendo posteriormente lançada para o antigo PSX. O jogo foi produzido pela Hudson Soft e Eighting, ganhando posteriormente três continuações. A franquia teve seu maior sucesso no primeiro jogo da série, recebendo notas razoáveis em diversas publicações, contudo, sua história não é de absoluto sucesso, sendo que Bloody Roar 2, 3 e 4 não foram tão bem aceitos pela comunidade.

Ofuscado pelos grandes sucessos Tekken, Dead or Alive e Soul Calibur, Bloody Roar possuía uma grande e diferenciada premissa: os lutadores possuíam a capacidade de se transformar em animais – de leões a camaleões. Os combates eram alucinantes e os combos fantásticos, com destaque principalmente para os combates entre os animais: não é sempre que você vê ursos e lobos se enfrentando de igual pra igual.

Alguns dos personagens e animais dos últimos jogos da série: Alice (Coelho), Bakuryu (Toupeira), Busuzima (Camaleão), Gado (Leão), Jenny (Morcego), Long (Tigre), Reiji (Corvo), Stun (Inseto), Uriko (Gato), Xion (Louva-Deus), Yugo (Lobo), Dragon (hmm.. Dragão), Shina (Leopardo) e Uranos (Quimera). Agora imagina soltar essa bicharada pra brigar…

Em época de vaca magra para os jogos de luta, a volta de Bloody Roar supriria a necessidade de mudanças e novidades neste estilo. Embora tenhamos Street Fighter IV, Soul Calibur IV e Tekken 6, há um buraco a ser preenchido, já que há poucos anos atrás nós tínhamos Fatal Fury, Samurai Shodown, Mortal Kombat, Bushido Blade, Guilty Gear, Darkstalkers…

Chrono Trigger

Ano de lançamento: 1995

O épico Chrono Trigger faz parte da trindade máxima dos JRPGs, ao lado de Final Fantasy e Zelda. O jogo foi criado pelo “Dream Team” dos JRPGS: Hironobu Sakaguchi (produtor da série Final Fantasy), Yuji Horii (diretor da série de jogos Dragon Quest), Akira Toriyama (criador de mangás famosos, como Dragon Ball e Dr. Slump), o produtor Kazuhiko Aoki e Nobuo Uematsu (músico de Final Fantasy).

Chrono Trigger narra a história do viajante do tempo Crono e Marle, que enfrentam grandes aventuras viajando ao passado e ao futuro. Chrono Trigger marcou sua época por mudanças no gameplay dos JRPGs e excelente qualidade técnica, tanto no áudio quanto no visual. Tudo isto aliado a um enredo rico e bem escrito, fizeram deste jogo um dos maiores sucessos dos anos 90.

Embora tenhamos atualmente ótimos RPGs no mercado, poucos se igualam a fantástica e envolvente experiência que Chrono Trigger nos proporcionou no passado. Mass Effect e sua profundidade é o que temos de mais próximo do antigo Chrono Trigger. O universo de Chrono Trigger está intacto e vivo na memória de muitos gamers, basta apenas agora a Square abrir o baú.

F-Zero

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Ano de lançamento: 1990

Você conhece Shigeru Miyamoto? Sim, o criador de Mario e Luigi. Ele foi o designer deste que é um dos jogos de corrida mais revolucionários do seu tempo. F-Zero é um jogo de corrida futurista onde você não lida com Ferrarizinhas; aqui você pilota as Machines, naves que atingem velocidades acima de 2000km/h.

A franquia revolucionou os jogos de corrida no começo da década de 90 principalmente pela extrema velocidade com que as naves se moviam pelas pistas, aumentando a dificuldade do jogo e criando experiências novas para os gamers da época. Servindo futuramente de inspiração para as franquias Daytona USA e Wipeout.

Sabe o que eu e muitos outros gamers gostaríamos de ver em um jogo de corrida atual? Um ritmo frenético e alucinante. Temos atualmente grandes simuladores de corrida e maravilhosos arcades, mas em um mercado que não precisa se submeter a realidade, os termos “velocidade” e “corrida” poderiam ser melhor aproveitados. Wipeout HD está aí, mas F-Zero é o pai do estilo.

Full Throttle

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Ano de lançamento: 1995

Full Throttle foi um dos jogos mais divertidos que joguei em toda a minha vida. O segredo do jogo era oferecer uma história envolvente e hollywoodiana, que aliada a carismáticos personagens, compôs um dos maiores clássicos do PC dos anos 90. A LucasArts bem que já tentou lançar uma continuação de Full Throttle, mas as duas tentativas foram canceladas no começo desta década e a franquia foi para a gaveta.

A história do jogo fala de Ben e sua gangue de motoqueiros, chamados de The Polecats. Assassinatos, reviravoltas e conflitos entre gangues completam o cenário desértico e pós-apocalíptico do jogo. Se comparar Full Throttle a um filme, ele seria comparado a Hell Ride, e a um jogo atual, Brutal Legend. Aliás, este é justamente o motivo pelo qual Full Throttle está nesta lista: após jogar o excelente Brutal Legend, é imprescindível querer mais e mais jogos de aventura carismáticos.

E pensando nisso, o primeiro jogo que vem a mente é Full Throttle, óbvio.

Jet Grind Radio


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Ano de lançamento: 2000

Jet Grind Radio foi mostrado pela primeira vez na Tokyo Game Show de 1999, e causou rebuliço na comunidade gamer e mídia especializada. O motivo era a tecnologia de cel-shading, até então inédita na indústria; o jogo foi o primeiro a utilizar a técnica. Também foi um dos percursores na plataforma online dos consoles: você tinha a possibilidade de conectar na SegaNet com seu Dreamcast e fazer o download/upload dos seus graffitis criados no jogo (alguém lembrou de Forza III?).

Falando em graffiti, esta era basicamente a meta do jogo: dominar as áreas da cidade grafitando em todos os lugares mais difíceis e importantes, vencendo assim as gangues de skatistas rivais. DJs, skatistas, hip hop e música eletrônica completavam a idéia por trás de Jet Grind Radio, que se mostrou um excelente jogo de ação e plataforma, fugindo da mesmisse de sangue e morte que domina o gênero.

Ao pensar na volta da franquia nesta geração, imagino as diversas possibilidades que se abririam para os desenvolvedores da Sega, como batalhas online de grafiteiros em gigantes cidades de cel-shading. Jet Grind Radio é um jogo sem compromissos, que se propõe única e exclusivamente a divertir o gamer, sem sangue, morte ou vísceras. Quem disse que ação (e ação de verdade!) precisa disso?

Killer Instinct

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Ano de lançamento: 1994

Quem sabe do passado da Rare, lembra que nem sempre ela viveu de bichinhos coloridos. Killer Instinct foi um dos grandes jogos de luta da década de 90, lançado para Arcade, SNES, Gameboy e N64. Produzido pela Rare, a mesma de Banjo e Kazooie e os atuais Viva Piñatas. O jogo de luta foi lançado para fazer frente aos famosos Mortal Kombat e Street Fighter, e para isso fez uso de técnologias até então inéditas; os gráficos eram de cair o queixo e a movimentação dos lutadores algo absolutamente incrível para a época.

Como enredo não é o ponto forte dos jogos de luta, Killer Instinct seguia uma idéia criada pelo Mortal Kombat; os lutadores competiam entre si no torneio Killer Instinct, um mega empreendimento de uma empresa capitalista e egoísta, a Ultratech. Em um mundo caótico e dominado por guerras entre grandes povos, Killer Instinct trouxe personagens memoráveis, como a agente Orchid, o lobisomem Sabrewulf, o índio Thunder e o homem-gelo Glacius. Ah, e já estava me esquecendo do principal… Fulgore!

O que mais brilha na lembrança de quem muito jogou Killer Instinct, eram os combos e os excelentes lutadores. Os combos eram uma maravilha a parte – criativos, bem produzidos e realmente empolgantes, e os personagens casavam perfeitamente com a proposta do jogo: violência empolgante com lutadores realmente interessantes e diferenciados. Embora o re-lançamento de Killer Instinct fosse algo fantástico, é improvavel imaginar que este jogo um dia volte; a Rare está ocupada demais para lembrar dos seus antigos sucessos.

Legacy of Kain

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Ano de lançamento: 1996

No ano que vem esta franquia completará 15 anos de existência, sendo que o último lançamento foi o jogo Legacy of Kain: Defiance, produzido para PC, Playstation 2 e Xbox em 2003. O jogo pertence a distribuidora Eidos e o estúdio Crystal Dynamics, o mesmo responsável pela franquia Tomb Raider. Legacy of Kain marcou sua época ao definir um novo patamar para os jogos de aventura, sendo que os atuais God of War, Ninja Gaiden e Assassins Creed retiraram idéias dele.

O jogo é uma crônica sobre a pós-vida do vampiro Kain e o reino de Nosgoth; guerras, assassinatos, heroísmo e ideologias compõem um jogo de excelente e complexo enredo. Este enredo foi explicado em cinco diferentes títulos lançados de 1996 a 2003, que contam o passado, o presente e o futuro de Kain e o reino onde o jogo se passa. Embora Legacy of Kain seja considerado um jogo de ação, ele mistura elementos de plataforma e RPG.

Se Legacy of Kain voltasse aos consoles atuais, seria absolutamente um concorrente de peso aos melhores do mercado, como Bayonetta ou God of War. A complexa história e o complexo personagem só necessitariam de duas coisas para o sucesso: um reboot contando novamente a história original do jogo e gráficos de última geração. O resto já está tudo pronto. Ouviu Crystal Dynamics?

MDK

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Ano de lançamento: 1997

Mario e Sonic fizeram muitos descendentes. MDK também. Este jogo de ação em terceira pessoa deve ser o tataravô dos nossos Gears of War e outros jogos do estilo. Lançado em 1997 pela Shiny Entertainment, hoje o jogo deve estar no mais fundo baú dos estúdios The Collective e Double Helix Games, as duas empresas que surgiram na separação da Shiny em 2007. A Shiny lançou grandes jogos no passado, como Earthworm Jim, Messiah e Sacrifice. Já os novos estúdios criados são responsáveis por títulos como Silent Hill: Homecoming e Front Mission Evolved.

MDK conta a história do protagonista Kurt Hectic, que tenta salvar a Terra de uma invasão alienígena com diversas armas diferentes, e põe diversas nisso. Basicamente você deveria andar pelos cenários matando tudo o que via pela frente, com gráficos de última geração (na época), humor refinado e funções bacanérrimas – como o potente zoom que te mostrava o outro lado do cenário e te dava a chance de criar ótimas estratégias de ataque pelas fases.

MDK, popularmente conhecido como Murder, Death, Kill, caberia perfeitamente no mercado de jogos atuais, mas no fim das contas é praticamente impossível que este jogo de notas superiores a 8,0 e 8,5 volte. A Shiny se separou e os novos estúdios não tem cacife para fazer jus ao nome MDK. Fiz calos de tanto jogá-lo no PC.