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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Relatório fiscal da Ubisoft revela novas produções e adiamentos.

O ultimo relatório fiscal divulgado pela Ubisoft revelou que a gigante francesa já está trabalhando em novas edições das franquias Raving Rabbids e Driver. O documento reafirma a posição “conservadora” da empresa que deve apostar em franquias já consagradas no próximo ano fiscal (que começa em abril de 2010).

A Ubisoft também aproveitou para confirmar o adiamento de I Am Alive (que não deve sair antes de 2011), para reformulação total do título — que deverá utilizar a mesma engine de Splinter Cell: Conviction.

Por falar na nova aventura de Sam Fisher, parece que o espião vai continuar escondido. O eternamente esperado Splinter Cell: Conviction e o novo jogo de estratégia em tempo real, R.U.S.E., foram oficialmente adiados pela empresa. Agendados para o primeiro trimestre de 2010, ambos foram adiados para o início do novo ano fiscal, ou seja entre 1º de abril de 2010 e 31 de março de 2011.

Outro assunto que voltou à pauta foi a produção de Beyond Good & Evil 2. Segundo Geoffroy Sardin, chefão da divisão francesa da empresa, o projeto ainda está vivo e em desenvolvimento. http://www.youtube.com/watch?v=lmZ8r-4aZAM&feature=player_embedded



novidade de ac2

Assassin’s Creed 2: seis milhões de unidades vendidas e uma sequência no forno.

Com seis milhões de unidades, é claro que vem uma sequência por aí!Pelo menos foi isso que constou no relatório liberado pela Ubisoft sobre o desempenho do atual ano fiscal.Assassin?s Creed 2 já atingiu a impressionante quantia de seis milhões de unidades vendidas. Muito? Não para a Ubisoft. A empresa espera despachar um total de nove milhões de cópias do jogo até março deste ano.

O relatório ainda afirma que Assassin’s Creed 2 demonstrou um desempenho em vendas 40% maior que o seu antecessor, o que — novamente segundo o relatório — reflete a “capacidade [da Ubisoft] de sucesso no mercado dos jogos de alto escalão”. Bem, com tanto sucesso (e alarde), seria bastante razoável esperar uma sequência, não? Exatamente.

AC II teve uma sequência confirmada para o próximo ano fiscal — que vai de abril desse ano até março de 2011. A promessa maior? A inclusão de um novíssimo modo multiplayer. Confira a citação completa da Ubisoft abaixo:

“O ano fiscal de 2010-2011 verá um número maior de lançamentos para as franquias do que [o ano fiscal de] 2009-2010, incluindo Tom Clancy?s Splinter Cell Conviction, um novo jogo da série Tom Clancy?s Ghost Recon, Prince of Persia The Forgotten Sands, Driver, Raving Rabbids 4 e umnovo episódio de Assassin’s Creed, que será o primeiro na série a trazer um modo multiplayer online”, afirma a companhia.

Resta agora pergunta: será mesmo um Assassin’s Creed 3, ou será alguma espécie de “spin-off” caça-níqueis baseado quase que totalmente na mecânica criada para AC2? Por algum motivo, é bem mais fácil acreditar na segunda possibilidade — embora seja bastante claro que, a julgar pelo espaço entre os dois títulos (AC 2 saiu em novembro!), o desenvolvimento da dita sequência tenha acontecido paralelamente. É esperar para ver.

Star Trek Online

Incontestavelmente uma das maiores e mais rentáveis franquias do mundo do entretenimento, a série Jornada Nas Estrelas (Star Trek) finalmente chega ao mundo dos MMOs. Desde a sua estreia na televisão em meados dos anos sessenta, as missões da nave estrelar Enterprise e sua busca por novas vidas, novas civilizações audaciosamente seus fãs onde ninguém jamais esteve.

Sua longa existência e flexibilidade permitiram que várias gerações de fãs acompanhassem as diferentes versões da série (a série original, a Nova Geração, Deep Space Nine, Voyager e Enterprise, sem se esquecer da versão animada), literalmente criando assim legião de seguidores (trekkers).

Sob os cuidados da Cryptic Studios — a mesma por trás de City of Heroes e Champions Online — o MMO baseado na aclamada franquia Star Trek promete explorar o universo virtual atrás de novos mundos, novas civilizações, audaciosamente indo onde nenhum jogo jamais esteve. http://www.youtube.com/watch?v=dynQ9ZDJ040&feature=player_embedded

Com que roupa

A primeira escolha refere-se a sua carreira, que nada mais é do que a classe do personagem. Em Star Trek Online você conta com três opções: engineering (engenharia), science (ciência) ou tactical (tático).

Como de costume, cada classe apresenta bônus e atributos particulares. Os engenheiros possuem foco em buffing (aparelhar), concedendo bônus para você e seus aliados. Os oficiais de ciência exercem a função oposta, debilitando os oponentes, enquanto que os oficiais táticos (os tradicionais “camisa vermelha”) favorecem os ataques diretos, causando o maior dano possível.

Feito isso você deve escolher a sua raça dentre uma vasta seleção — incluindo Vulcanos, Trills, Bajorianos e Humanos entre outros —, ou criar a sua própria espécie. Mais uma vez cada espécie possui atributos, técnicas e outras características especiais. Cardassianos!

Neste primeiro momento não há possibilidade de criar personagens de outras facções, porém ao longo da sua campanha será habilitada a opção de criação de personagens Klingons (que receberão a mesma quantidade de pontos de experiência que o seu oficial da Federação).

De volta ao editor de personagens, o sistema de habilidades vai muito além do que simples aprimoramentos (aprimoramentos momentâneos de resistência ou outros atributos). A escolha das habilidades especiais do seu avatar pode incluir características especiais de cada raça, como as capacidades telepáticas dos Betazoides, ou a fusão mental dos Vulcanos.

Calma, ainda falta definir as feições e outros atributos físicos da sua criação. Além de definir itens tradicionais como nariz, olhos, cabelos, barba, cicatriz, tatuagem e assim por diante, você também deve escrever uma breve biografia do seu herói (ou simplesmente escrever o seu grito de guerra).

Primeiro Contacto

Com seu oficial devidamente personalizado, você é jogado diretamente para dentro da ação. A aventura começa nos seus aposentos, quando uma mensagem o convoca até a ponte de comando.

A movimentação é simples e pode ser executada tanto através das teclas W, A, S e D, como através do mouse (mantendo os dois botões pressionados e movimentando o periférico na direção desejada). Para interagir com objetos e pessoas basta pressionar a tecla F, ou clicar na caixa de ação que aparecerá na tela.

Assim que você chega à ponte de comando você é avisado de que os Borgs estão atacando a Federação — isso mesmo, nada de moleza para o aprendiz, logo de cara você enfrenta um dos maiores vilões de toda a franquia Jornada nas Estrelas.

O alvo mais próximo é uma nave aliada que enviou um pedido de socorro captado pela sua tripulação. Você então parte imediatamente ao resgate de seus colegas de exploração espacial. Ao se aproximar da nave parcialmente destruída, você é transportado para prestar auxílio.

Tomo!Dentro da nave o holograma médico pede que você utilize o seu escâner para monitorar um paciente (basta interagir com o indivíduo pressionando a tecla F). Feito isso, o jogador deverá perambular pela nave ajustando uma série de campos de força que devem conter os avanços dos Borgs.

São introduzidos aqui os primeiros elementos do combate em solo. Você conta com um phaser (que por sua vez possui dois padrões de tiro, um fraco e outro forte). O seu objetivo é destruir alguns componentes de assimilação instalados pelos invasores.

Basta selecionar um oponente e partir para o combate. Antes de disparar você também pode posicionar-se de forma estratégica, caso você consiga acertar um tiro em um oponente desprotegido, ou flanqueado, o dano causado pelo dispara será intensificado.

Pressionando a tecla C, o personagem entra em um modo de combate, no qual a sua movimentação é reduzida, mas o dano causado pelas suas armas e o seu índice de defesa passiva é incrementado.

Uma mão amiga

Antes das coisas ficarem muito desafiadoras, você receberá o auxílio de um oficial subalterno. O jogador pode escolher entre as três classes — mais tarde, você poderá escolher outros oficiais, com características próprias que poderão ajudá-lo tanto nas missões de campo como nas de vôo.

Estes oficiais por sua vez, evoluem em sincronia com o seu personagem (em um sistema similar aos das montarias ou animais de estimação de outros MMOs).

Com o seu oficial a tiracolo, o jogador é transportado de volta para a sua nave, onde são apresentados os primeiros elementos da movimentação e combate especial. Os comandos são os mesmo, no entanto agora você deve prestar atenção os múltiplos eixos de movimentação.

A velocidade é controlada através das teclas E e Q, além disso o piloto também pode entrar em um velocidade de impulso (trocando sua defesa por velocidade). No espaço você também deve interagir com objetos, escaneando naves e investigando anomalias espaciais.Come phaser mané!

O combate é envolvente e mesmo com várias minúcias não chega a ser complicado. Você conta basicamente com dois sistemas de disparo, bancos e phaser e torpedos photon. Os phasers são mais eficientes contra os escudos das naves, enquanto que os torpedos causam mais dano estrutural.

O controle da nave também permite que você direcione a energia para setores específicos. Se você quer causar mais dano selecione a configuração energética de ataque, se prefere fortalecer os escudos opte pela configuração de defesa e assim por diante.

Vida longa e próspera

Passado o tutorial o jogador finalmente pode explorar o universo de Star Trek Online. A bordo de uma estação espacial o jogador poderá interagir com uma série de NPCs (incluindo a participação especial do tataraneto de Hikaru Sulu, personagem clássico da série original), que irão ensinar os outros elementos da jogabilidade, como o comércio, sistema de oficiais, personalização de naves (isso mesmo, você pode criar a sua própria nave e ponte de comando), utilização de itens e assim por diante, bem como as suas primeiras ordens (ou quests).

Na verdade o principal atrativo de Star Trek Online é a sua ambientação, fãs da série certamente encontrarão um prato cheio. No quesito gráfico e sonoro o jogo é um show a parte, sem contar que a programação parece ser mais “estável” do que a de outros títulos do gênero, quando do seu lançamento.

Além disso, ainda encontramos as interações com os outros jogadores, afinal de contas trata-se de um MMO. As partidas PvP ainda estão limitadas — já que só são possível contra oponentes da raça Klingon, que só é habilidade mais à frente na campanha — mas é possível aliar-se a outros usuários para patrulhar determinados quadrantes do universo, realizando missões em conjunto.

Star Trek Online está agendado para o dia 2 de fevereiro, mas os jogadores que adquiriram o título em pré-compra recebem senhas especiais para participar a fase Beta, já disponível.


(xbox 360, ps3,pc)

grafico 9,0

som 8,2

histoira 7,1

jogabilidade 8,2



Transformers não baseado em um filme? Isto é bom

Desde a década de 1980, a franquia The Transformers vem trazendo muita diversão para todo o mundo, graças a sua fórmula que consegue misturar robôs poderosos com veículos extremamente possantes. Na década passada, os fãs da série receberam uma revitalização da marca, que embelezou as telonas do cinema com muita ação e efeitos especiais. Com o lançamento dos filmes, também vieram os games.

Como se pode imaginar, e como indica a tradição, os jogos baseados no filme não foram muito bem recebidos, mesmo sendo baseados em uma série com alto potencial para estourar no universo do entretenimento eletrônico. Felizmente, os fãs receberam mais uma chance de interagir com Optimus Prime e os demais Autobots. Desta vez, tudo indica que teremos um game de qualidade, pois a desenvolvedora se desprendeu dos direitos do filme.

Com isso, a High Moon Studios, responsável pelo game, decidiu criar um game com muitas características que vão além do que é exibido nos dois filmes. Podemos esperar um jogo de ação tão bom quanto Batman: Arkham Asylum, que também saiu na época do filme, mas nem por isso ficou preso à película.

Matt Tieger, diretor do estúdio, comentou que a companhia está mais firmada na primeira geração dos desenhos, que surgiu na década de 1980. A maioria dos personagens escolhidos é desta geração, o que deve resultar em um retrato 3D dos grandes clássicos da franquia. Para citar exemplos, temos Megatron, Optimus Prime, Ratchet, Ironhide, Starscream, Soundwave e Bumblebee. Mas, há um elemento curioso: não serão réplicas exatas destes personagens que o jogador encontrará no jogo. Por quê? Transformers se passa antes destas criaturas chegaram a Terra. Preparado para Transformers: War of Cybertron? http://www.youtube.com/watch?v=QFZrL0x63c8&feature=player_embedded

Resgatando as origens

Quem conhece bem a série, provavelmente deve saber o que é Cybertron. Se você está por fora, este é o nome do planeta natal dos Transformers, o qual supostamente seria governado por Optimus Prime e Megatron. O game exibe o momento mais tenso deste planeta, quando os Autobots e os Decepticons lutam para proteger os ideais de seus mestres, criando uma verdadeira guerra civil.

Um dos elementos mais interessantes do game é que o jogador terá a chance de escolher se deseja participar da campanha dos Autobots ou dos Decepticons. A segunda opção conta com acontecimentos precedentes à campanha dos Autobots, mas você pode jogar qualquer uma delas e na ordem que quiser. O bacana é que mesmo estando entrelaçadas, o jogador terá à sua disposição cenários diferentes em cada um dos lados. São duas histórias separadas e independentemente do lado que escolher, os protagonistas acreditarão ser os caras bons da trama.

Segundo Tieger, a companhia deseja criar um clima um pouco mais obscuro e perigoso em relação a o que os fãs estão acostumados. O diretor também menciona que a equipe está explorando alguns detalhes interessantes da trama e do perfil de cada personagem. Optimus Prime, por exemplo, é o líder dos Autobots, mas Tieger acha que o robô “não gostaria de ser o responsável por tudo”. No game, isto será explorado, retratando como o herói descobre que tem de aceitar-se como o salvador de sua raça.

Além disso, a desenvolvedora também trará algumas informações inéditas. Para ilustrar, Tieger cita Starscream, uma das criaturas seguidoras de Megatron. “Quem é Starscream e por que ele assinou com Megatron? Por que Megatron o mantém por perto? Nós exploramos estas questões no primeiro nível da campanha Deception”, afirma o diretor.


Uma verdadeira guerra

Falando na turma de Megatron, parece que os Decepticons terão uma história muito interessante no game, que servirá como um presentão para os fãs. A desenvolvedora afirma que está tentando esclarecer a origem da suposta má índole de Megatron, justificando suas ações e trazendo informações esclarecedoras. Segundo a High Moon, Megatron acredita ser um verdadeiro herói, crente de que está fazendo apenas o que é correto. Seu objetivo é simples: trazer Cybertron de volta à glória custe o que custar. Em sua mente, não há nada de errado nisto.

Ação na terra e no céu

Até o momento, não há qualquer vídeo exibindo a jogabilidade do título. Entretanto, a desenvolvedora já revelou alguns detalhes interessantes. No início de cada nível, você terá a chance de escolher entre três Transformers. As opções variam conforme o nível e cada uma das fases é construída para suportar adequadamente as habilidades das duas facções.

Como há um foco intenso na história, o game optará por uma fórmula linear, a qual, segundo a softhouse, encaixa-se perfeitamente no game. Tieger compara o game com
Gears of War, tanto na jogabilidade — no trailer cinematográfico é possível perceber que as criaturas utilizam cobertura — quanto no estilo sólido da trama.

Um design diferente, mas muito bacanaO título conta com dois estilos de fases diferentes: áreas e terrestres. Cada uma delas contará com Transformers de classes diferentes. Personagens que se transformam em aviões, por exemplo, não serão jogáveis em fases terrestres. Nestes níveis, você encontrará a liberdade do ar com criaturas permanentemente transformadas, enquanto em terra o jogador tem a opção de se tornar um veículo a qualquer momento. Você encontrará os dois tipos de níveis em cada uma das campanhas.

Para a infelicidade de alguns fãs saudosistas, algumas das transformações foram alteradas. Soundwave, por exemplo, não se transforma mais em um incrível e intimidante aparelho de som. Em vez disso, este personagem acaba se tornando um veículo. Outros, como Megatron, também sofreram algumas mudanças — nada de micro-armas. Estas mudanças foram feitas para se adequar à jogabilidade do game.

Tudo isto regado por uma jogabilidade em terceira pessoa, trazendo também “controles padrões” do estilo, conforme menciona Tieger. A desenvolvedora afirma ter criado um sistema de jogo que faça com que o jogador não precise reaprender a jogar, sendo intuitivo e natural.

Mas, mesmo que um jogo de ação traga controles perfeitos, não há como fugir dos danos. Transformers utilizará um sistema de life pouco comum, mas conhecido por alguns jogadores. Você terá uma barra de energia segmentada em blocos. Se você perder vida, o bloco se regenera. Entretanto, quando a secção esvaziar, ela não se recupera mais e o próximo bloco começa a ser utilizado. Existem duas maneiras de recuperar vida de um segmento vazio: encontrar cubos de Energon ou curar-se com a ajuda de Ratchet — neste caso, somente para os Autobots.

Gigantes e modos multiplayer

Infelizmente, nem todos os personagens da série estarão presentes no game. Alguns podem até dar as caras, mas o foco da trama está nos robôs mais adorados pelos fãs. Mas não se desespere, pois existe a possibilidade de seu personagem aparecer nos modos multiplayer do game.

Transformers: War for Cybertron contará com alguns chefes gigantescos, como Trypticon e Omega Supreme. “Eles trazem um senso de escala às lutas”, diz Tieger. Se você viu o trailer do game, saiba que, segundo o diretor, estas criaturas estão ainda maiores dentro do jogo.

Certamente, o game parece mesmo contar com um belo foco na campanha, ou melhor, nas campanhas. Mesmo assim, os jogadores também poderão se deliciar com o modo multiplayer. Não existem muitas informações detalhadas sobre como serão cada uma das modalidades, mas é possível afirmar que o jogo trará modos cooperativos e competitivos.

Uma briga para todos

Finalmente, os fãs dos Transformers podem esperar por algo decente, distante de uma produção apressada para coincidir com o lançamento de um filme. O título conta com uma trama invejável, e as informações sobre a jogabilidade são promissoras. Resta esperar por mais informações e uma data de lançamento fixa — o jogo deve sair ainda este ano, mas nada de data específica. Transformers: War for Cybertron será disponibilizado para PC, PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo DS e Nintendo Wii.


F.E.A.R. 2: Project Origin


Project Origin é a seqüência do famoso jogo de tiro em primeira pessoa F.E.A.R., desenvolvido pela Monolith. Embora apresente um nome novo, o título segue o enredo e é condizente com todo o universo de seu antecessor.

O título foca-se mais na história do protagonista (um soldado com a habilidade de movimentar-se muito rapidamente, dando a impressão ao jogador de que tudo está em câmera lenta) e da pequena garota Alma. Entretanto, todo o terror, medo e ação, características mais marcantes da série, estão de volta de forma ainda mais intensa.

A destruição em Project Origin é ainda mais presente e chocante. Ao atingir um tiro de escopeta em um adversários, por exemplo, é comum ver membros decepados ou cabeças rolando.

(xbox 360,ps3,pc)

grafico 9,5
historia 8,9
som 9,3
jogabilidade 9,5

video

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

F.E.A.R.


F.E.A.R é um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Monolith Studios, mesma responsável pelo jogo de horror Comdemned: Criminal Origins. Ou seja, a softhouse já tem experiência em provocar sensações de medo e tensão no jogador, e isso se mostra verdadeiro em F.E.A.R., título que contém gráficos soturnos, sombras angustiantes, muito sangue além de efeitos sonoros e uma trilha original muito competente.

O enredo narra a experiência de um novado na equipe de elite F.E.A.R. (First Encounter Assault Recon), um grupo de assalto especializado em missões que envolvam problemas sobrenaturais. Neste caso, o dever é investigar e eliminar um sargento lunático com poderes paranormais que controla um pelotão de soldados clonados. Sua meta é obscura, porém é sabido que envolve experimentos científicos com uma pequena garotinha que, por sua vez, faz aparições sinistras no decorrer do game.

A jogabilidade corresponde exatamente aos moldes estabelecidos do jogo: um soldado apenas contra uma legião de inimigos, armado com pistolas, rifles, bazucas e granadas. O diferencial do jogo é o amplo uso do efeito
slow-motion (também conhecido como bullet-time) que não só aumenta a dramaticidade da cena, como permite ao jogador mirar de maneira mais precisa.
Outra virtude é a excepcional inteligência artificial, com inimigos inteligentes e com capacidade de se organizarem no mapa e fazerem manobras táticas. Ademais, F.E.A.R. Conta com bons gráficos porém com texturas repetititivas, um enredo ligeiramente monótono em mapas lineares, contrabalanceado com uma trilha sonora de primeira, correspondente aos melhores filmes de terror da atualidade.

(xbox 360 , pc,ps3)

grafico 7,1
som 9,0
historia 7,4
jogabilidade 9,6

video


Corte nos preços dos consoles?

Senhores, preparem suas carteiras. Segundo o profeta da Wedbush Morgan, Michael Patcher, é possível vislumbrar uma queda de preços em breve tanto para o Xbox 360 quanto para o PS3. Com um pouco mais de precisão, a previsão envolve “outro corte de preços para ambos os sistemas em algum momento desse ano”, afirmou Patcher.

Patcher e suas mais novas previsões do futuro.E o corte por parte da Microsoft pode vir até mais cedo do que se espera. A justificativa seria uma queda no preço dos insumos (componentes de hardware) e serviços necessários para a confecção do console. Dessa forma, um Xbox 360 um pouco mais “em conta” lá por março ou abril.

E no campo dos portáteis? Bem, nenhuma profecia encorajadora até o momento, pelo menos no caso do PSP Go. Basicamente, Patcher não prevê nenhum aumento de vendas do console a menos que a Sony promova um corte de preços considerável. O motivo para tanto? O eterno campeão de bolso, Nintendo DS, e sua enorme base instalada.

De qualquer forma, o analista antecipa que o mercado de portáteis pode sofrer bastante em 2010. É claro, vale lembrar que a Nintendo já começou a pensar em um possível sucessor para o DS — DS 2?

Ainda um mercado físico

No mais, parece que o mercado de games ainda depende grandemente das vendas físicas de consoles e software — não obstante as previsões que apostam tudo em soluções imateriais, como a AppStore. Dados do grupo NPD recentemente revelaram que 90% das vendas de consoles (novos ou usados), apetrechos e pacotes de música em 2009 se deu de forma física.

Adicionalmente, 79% das vendas de jogos para portáteis, PC e Mac, celulares e smartphones durante o ano ocorreram também por meios físicos. Já os compradores de formatos físicos e digitais, que representam 19% dos consumidores — que representam 40% do dinheiro investido em jogos — estão abaixo dos 35 anos, em comparação com os 46% que compram apenas em formato digital.

E os dados continuam. Durante o terceiro trimestre de 2009, PC, Mac e os consoles caseiros provaram ser “as plataformas mais populares entre os jogadores, seguidos de perto pelos consoles portáteis e os celulares”; smartphones ficaram em último lugar.

Segundo Anita Frazier, da NPD, “enquanto as vendas em formato físico continuam como a força principal da indústria, o papel da distribuição digital no ecossistema dos jogos continua subindo”. E ela acrescenta: “Publicadores e revendedores devem manter um olho no atual estado do mercado para planejar suas futuras estratégias”.

O relatório menciona ainda que 4% dos jogadores (seis milhões de consumidores) admitem utilizar a rede P2P, com 72% de downloads piratas ocorrendo para PC e Mac. Sem dúvida ainda é muita coisa.

novidade da sony

Gran Turismo 5 adiado no Japão e God of War 3 com suposta data.

Gran Turismo 5. Este nome causa arrepios em muitos jogadores, afinal, não podia ser diferente, já que estamos tratando de um dos grandes simuladores de corrida desta geração. Ao lado da sérieForza, para Xbox 360, não há nada mais perfeito nesta geração em termos de experiência real. A ansiedade é grande pelo lançamento do game exclusivo para PlayStation 3, algo que deve ocorrer ainda neste ano. Mas, infelizmente, um novo adiamento surgiu.

Recentemente, a Sony Computer Enterteinment revelou que o jogo não será mais lançado em março no Japão. O motivo? Segundo a companhia, o game da Polyphony Digital ainda teve sua data de chegada adiado devido a “motivos relacionados à produção”.


Um jogo rápido, mas distante da linha de chegada

Um representante da Sony, contudo, trouxe uma novidade que deixará muitos fãs ocidentais felizes. “Esta informação sobre a data de lançamento de GT é aplicável apenas ao mercado nipônico. A SCEE irá anunciar a data de lançamento de territórios PAL em breve”, revelou o executivo, referindo-se ao adiamento.

Mesmo assim, este atraso pode também influenciar na data em que nós receberemos o título. Resta esperar por mais informações concretas e torcer para que GT5 seja disponibilizado ainda neste ano. Quem estiver maluco pelo game, pode tentar uma versão demonstrativa da GT Academy, que já teve mais de 1 milhão de downloads na PSN.

Para compensar os usuários do PlayStation 3, outro título de peso parece ter tido sua data de lançamento revelada: God of War III. Segundo o site da loja estadunidense GameStop, o título estará disponível a partir do dia 16 de março deste ano, conforme indica a pré-compra. A Sony ainda não confirmou a data precisa do game.

estamos os teclados acopláveis para os controles de Xbox 360 e PlayStation 3!

Esta geração de video games foi realmente um marco no que diz respeito à convergência entre as funções dos computadores caseiros e dos consoles, que chegaram ao mercado já com suporte para conversa por voz, acesso aos mais variados serviços online (como Twitter e Facebook, ainda que mediante atualizações), leitura de vídeos e outras capacidades multimídia.

Mas independentemente dos recursos citados, ambos trazem suporte para a comunicação por texto e envio de mensagens entre os jogadores, tanto dentro quanto fora dos games (sendo que alguns comoLittleBigPlanet trazem suporte até para bate-papos).

É justamente por isso que o Baixaki Jogos testou dois acessórios oficiais bem convenientes: os teclados acopláveis aos controles do PlayStation 3 e do Xbox 360. Abaixo você confere um relato completo a respeito de todas as características destes pequenos e convenientes produtos.

A bela e a fera

Confira todas as principais características

O teclado sem fio da Sony não tem nenhum nome especial. Ele vem na mesma cor dos controles pretos originais, sem diferenças de tonalidade. As teclas principais são arredondadas e pequenas (o que é um problema, como mostraremos mais abaixo), sendo mantido o mesmo padrão para as teclas numéricas.

Nas laterais estão as teclas de comando (como Esc, Caps Lock e Tab, Shift, Backspace e Enter), mais abaixo a barra de espaço cercada pelas teclas de navegação horizontal e ao fundo teclas de atalho para mensagens, amigos e outros recursos. Os botões de acesso aos caracteres alternativos ficam na parte superior, seguindo o padrão dos Dual Shocks. http://www.youtube.com/watch?v=Jh7zXUZNfzQ&feature=player_embedded

O custo sugerido nos Estados Unidos é de US$ 49,99.

O teclado da Microsoft é chamado de “Chatpad” ou de “Messenger Kit”. Ele não possui tantos atalhos como a variante para PlayStation 3 (apenas um para o menu Xbox), mas em compensação suas teclas são bem melhor distribuídas, além de terem um formato mais quadrado.

As teclas modificadoras ficam junto com as demais, na frente do periférico. O encaixe do acessório tem — dos pinos de leitura e reconhecimento — um plugue de áudio, que na verdade atua como uma extensão da entrada original dos fones de ouvido, uma vez que ela fica tampada. Mais uma vez, a cor é idêntica à do controle e o peso equivalente ao do acessório da Sony. http://www.youtube.com/watch?v=qHerglLRSXQ&feature=player_embedded#

Nos Estados Unidos o preço fica em torno de US$ 29,99 (o site nacional não lista o produto).

Instalação dos teclados

Colocando os “bichanos” no lugar certo

Demos início à instalação pelo acessório da Sony. O miniteclado é anexado ao controle por meio de uma alça de pressão que deve ser levantada e solta assim que a peça está na posição adequada. Uma vez inserido, o teclado cobriu toda a porção central de botões, tendo em sua moldura novos botões SELECT, START e HOME que apenas pressionam os de baixo.

As teclas de digitação ficam acima da posição das mãos, dando a impressão de que o controle está enfeitado com uma coroa. Vale notar que, embora bem fixado em sua posição, o teclado oscila um pouco, não possuindo travas verdadeiras além da alça traseira.

Já o teclado para o controle do Xbox 360 é plugado pela parte de baixo, formando uma única peça que faz sumir as empunhaduras. Os que comprarem a peça devem ter muito cuidado para alinhar os conectores de modo a não forçá-los indevidamente durante a colocação. Uma vez ajustado, o anexo pode ser forçado até travar em posição final graças às saliências que entram nos furos dos parafusos presentes no controle.

Bateria individual?

Um ponto muito interessante a ser observado é que o acessório para PlayStation 3 é completamente independente do controle, isto é, possui tecnologia de comunicação sem fio e bateria própria, que deve ser carregada com o mesmo tipo de cabo que acompanha os controles (logo, há controle também sobre quando ligar ou desligar o equipamento).

Já o do Xbox 360 aproveita a energia das pilhas, do fio ou do kit de bateria, provavelmente reduzindo a duração de carga de forma mais rápida. A verdade é que uma solução não é melhor que a outra, são apenas modos diferentes de operação, cada qual com suas vantagens.

Uma questão de pegada

Nas mãos, qual é o melhor e mais conveniente?

Com os controles em mãos, tivemos uma surpresa: o do PlayStation 3 permaneceu leve em comparação com o do Xbox 360. O problema não foi o peso do acessório (que é bem similar ao do concorrente, como já mostramos acima), mas sim o peso maior do próprio controle.

Agora, se o peso conta como desvantagem para a Microsoft, a Sony leva a pior no quesito usabilidade, afinal, a posição do acessório realmente não favorece a digitação. É necessário tirar as mãos da posição habitual e avançá-las em direção ao teclado, principalmente para o acesso às teclas modificadoras superiores.

Mas o maior problema do teclado para PlayStation 3 é o tamanho das teclas, que dificultam o trabalho por serem tão pequenas. Frequentemente você se encontrará corrigindo erros de digitação por ter pressionado duas teclas de uma só vez.

O teclado da Microsoft também exige um ligeiro deslocamento da posição dos dedos, mas em contrapartida conta com teclas em tamanho bem adequado para uma digitação confortável com os polegares. Ele também emite uma resposta bem mais convincente a cada pressionada nos botões, quase como um “clique”.

Na hora dos jogos

Além de testarmos a posição das peças, é importante também mostrar como elas se comportam em conjunto com o controle durante as partidas, afinal de contas, elas foram projetadas justamente para ser confortáveis e práticas.

O teclado do PlayStation 3 infelizmente atrapalha ligeiramente o deslocamento dos dedos sobre o direcional digital (D-pad), ainda mais quando o jogador pressiona para cima ou para a direita. O mesmo acontece com os analógicos: os polegares esbarram nas quinas no acessório, que ficam mais pronunciadas em relação ao restante do controle. Como o mesmo vale para os botões SELECT e START, é bom tomar cuidado para não pressioná-los por acidente.

O acessório do Xbox 360, por sua vez, não fica na frente de nenhum botão e apoiado sobre o colo praticamente não é notado. O único incômodo pode vir para quem tem mãos grandes, uma vez que o encaixe avança por cima das empunhaduras na parte posterior. Desde modo, é comum que você pegue nas emendas entre uma peça e outra.

Devo comprar algum deles?

Gastar com comunicação ou com jogos?

Depois de algumas horas testando os teclados acopláveis, podemos afirmar que eles certamente facilitam o trabalho de digitação (ainda mais na versão de Xbox 360, que conta com teclas mais acessíveis e largas), mas de forma alguma podem ser considerados como itens indispensáveis.

O PlayStation 3, por exemplo, já traz um esquema de digitação pelos controles muito similar ao visto em celulares com teclas numéricas, o que é suficiente para uma boa velocidade na digitação (sem contar que o custo do teclado da Sony é mais caro).

No fim das contas, a menos que você realmente tenha os jogos corretos (com suporte para troca de mensagens por texto), goste muito de mandar mensagens para os amigos ou dependa do console para utilizar a internet de vez em quando, praticamente não há motivos para a compra. Invista em outras coisas, como jogos, câmeras (desde que as aproveite, é claro), novos controles ou simplesmente em um headset sem fio, para conversar com todos durante as partidas online.

sobre gta

Franquia revolucionou e revoluciona o universo dos games. O que ela pode guardar para o futuro?

Uma logo que estremece a indústria dos games.Grand Theft Auto é uma franquia revolucionária. Você sabe disto. Sem sombra de dúvidas, qualquer jogador que se preze deve conferir pelo menos um dos jogos desta fabulosa série que surgiu 1997 no PC. Com uma proposta inovadora, e totalmente controversa, o game logo conquistou milhares de fãs, sendo um dos principais responsáveis pela grandeza atual da Rockstar.

Mas, da versão original para
Grand Theft Auto IV, lançado em 2008, muita coisa mudou, principalmente quando Grand Theft Auto III chegou às lojas, em 2001. A mudança para uma fórmula totalmente tridimensional marcaria para sempre o mundo dos games. O que era imenso se tornou ainda maior.

Logo, ficava difícil classificar o gênero de GTA. Inicialmente, tratava-se de um jogo de ação em mundo aberto, mas, posteriormente, diversos elementos oriundos de outros gêneros foram incluídos no game. Com o tempo, Grand Theft Auto se tornou uma franquia que trazia uma mistura de aventura, ação, corrida, RPG e até espionagem. Basta observar exemplos como San Andreas, em que o jogador podia treinar seu personagem, e notaremos como a série evoluiu em termos de jogabilidade

Os jogadores ainda eram presenteados com cidades ainda mais bacanas, trazendo imitações de grandes metrópoles.
San Andreas, Vice City e Liberty City são apenas alguns dos excelentes exemplos que ilustram de maneira fiel algumas das grandes cidades dos Estados Unidos.

Quem não se lembra do primeiro GTA?Em suma, é possível dizer que Grand Theft Auto beira a perfeição, se ajustando à demanda dos jogadores e, ao mesmo tempo, trazendo uma série de inovações. Mas qual é o motivo de toda esta explicação sobre uma série tão famosa? É simples: queremos provar que o jogo ainda não é perfeito.

Basicamente, o Baixaki Jogos resolveu indagar sobre o futuro desta promissora série. O que será que Grand Theft Auto V, por exemplo, nos reservará? Modo cooperativo? Jogabilidade focada nos sensores de movimentos? Ou, quem sabe, algo ainda mais revolucionário? Entre no carro. Rápido!

Se melhorar estraga?

Não necessariamente


Bem, como se pode perceber, GTA é uma franquia que merece muito respeito pelos seus méritos. Mas, certamente, ainda há muito a ser feito — e isto é realmente bom. Sem dúvidas, a franquia tem muito potencial para revolucionar mais algumas vezes o universo do entretenimento eletrônico. Conforme os games caminham, GTA continua correndo.

Não há como negar que, a cada versão do game, a franquia surpreende os jogadores. Além de trazer uma estrutura aclamada, os jogos muitas vezes também conseguem contribuir com algo simplesmente inovador, seja no formato de detalhe (dirigir bêbado) ou em elementos grandiosos (engine euphoria).

Esse cara é quem tem que melhorar.


E, constantemente, notamos que GTA é mesmo imenso. Há quem diga que podemos criar qualquer jogo dentro dos parâmetros de Grand Theft Auto, devido à liberdade oferecida pelo game e a infinidade de possibilidades. Outros afirmam que quem joga um título da série presencia uma mistura de tudo que há de bom no mundo dos jogos — algo que se torna explícito pela dificuldade de classificar o gênero do game. Mas, vamos às previsões.

Duplamente divertido

Demorou


Cooperatividade não existe em Grand Theft Auto. Isto é realmente estranho, mas quem sabe em um futuro próximo? Para falar a verdade, o multiplayer da série só surgiu em Grand Theft Auto IV, lançado nesta geração. Antes disto, o foco era inteiramente no trama do game, assim como na liberdade para que os jogadores fizessem o que bem entendiam. Mas, mesmo sem a opção para multiplayer, a série continuou vendendo milhões de unidades pelo mundo todo.

Bom seria se isto se estendesse à campanha.


Em GTA IV, a crítica e os jogadores notaram que o Multiplayer não é um inimigo do estado. O modo disponibilizado nesta edição trouxe diversos tipos de jogo diferentes, incluindo corridas, modalidades baseadas em objetivos, o mata-mata e muitos outros. O game ainda oferece a opção Free Mode, no qual os jogadores são livres para fazer o que quiserem em Liberty City.

Mas, uma coisa ficou faltando: o modo cooperativo. Sem dúvidas, GTA IV não poderia ter ficado sem um modo multiplayer — algo quase essencial para esta geração —, e merece respeito por ter criado um modo que não afetasse a qualidade da trama. Mas, um modo cooperativo com certeza cairia muito bem.

Talvez fosse impossível inserir esta opção em Grand Theft Auto IV, pois toda a trama teria de ser reescrita — pelo menos se o modo fosse inteiramente compatível com a campanha. Mas, a Rockstar poderia muito bem ter feito algo como em
Uncharted 2: Among Thieves, game que oferece várias pequenas missões em estilo cooperativo.

Nos próximos GTAs, quem sabe, teremos dois personagens participando de uma trama. A Capcom já provou que isto é possível com
Resident Evil 5, e receber algo parecido nos moldes de Grand Theft Auto seria algo, indiscutivelmente, esplendoroso. Certamente, a modalidade seria limitada às partidas onlines pela grandiosidade da proposta.

Com um modo cooperativo, a Rockstar poderia explorar a campanha do game de maneira completamente diferente, fornecendo objetivos e eventos inéditos para a franquia. E, quando o assunto são elementos inéditos, a Rockstar é campeã, o que faz disto uma possibilidade para um futuro.

Já imaginou em GTA IV Roman fosse um personagem jogável? Sem dúvidas, diversas missões do game comportariam tranquilamente dois jogadores destruindo tudo o que veem pela frente. Além de Roman, constantemente Niko estava acompanhado de outro amigo, que muitas vezes participava dos tiroteios e da ação em geral. Sim, cooperativo em GTA é possível. Vamos torcer para que isto aconteça.

Correndo na frente da TV

Vira e mexe em GTA?


Você vai precisar correr deste jeito, mas com seu próprio corpo.Falando em torcer, vamos agora a um assunto polêmico: os controles sensíveis a movimento. “Parem agora!”, você deve estar pensando. Não há como negar que jogar utilizando apenas movimentos é algo associado aos games casuais, e GTA não é nem um pouco casual — com exceção de alguns jogadores que utilizam o game apenas como um brinquedo, destruindo tudo e a todos sem qualquer objetivo (isto é comum, não se ofenda).

Mas, com a Microsoft e a Sony entrando, literalmente, nesta dança, é bem provável que logo veremos alguns títulos direcionados ao público hardcore com funções que utilizes os controles sensíveis a movimento. Há pouco tempo, um vídeo demonstrando o lendário
Half-Life 2 sendo jogado com Natal deixou muitos jogadores intrigados. Seria este o verdadeiro futuro dos jogos?

Se realmente for, GTA poderá ser o pioneiro. A quinta edição do game pode chegar aos games ainda nesta geração, provavelmente em uma data próxima ao lançamento do Natal e do Wand — controles a movimento do Xbox 360 e PlayStation 3, respectivamente. Sendo assim, a equipe de desenvolvimento pode estar, neste exato momento, inserindo elementos que utilizem estes recursos no game. Mas não se assuste: quando o assunto é GTA, dificilmente temos novidades ruins.

É claro que tudo isto não passa de uma suposição, mas você sabe que nada é impossível para esta franquia. Além disso, seria muito bom se Grand Theft Auto conseguisse elaborar uma jogabilidade baseada em controles sensíveis a movimento que não fosse malvisto pelos jogadores hardcores. Se isto se concretizar, teremos, sem sombra de dúvidas, um excelente game e, de quebra, um novo exemplo para os jogos posteriores.

No Nintendo DS, a série já fez bonito com
Grand Theft Auto: Chinatown Wars, trazendo alguns momentos que utilizavam a tela sensível ao toque de maneira magistral. Talvez esta tenha sido a pequena, mas significativa, prova de que GTA possa utilizar os futuros controles sensíveis à movimento.

Bom ou mau?

Escolhas


Grand Theft Auto pode até ser um game que oferece muita liberdade, permitindo que o jogador faça o que bem entender (algo que, muitas vezes, resulta em atrocidades). Mas, é impossível dizer que a trama do game é completamente aberta. Mesmo permitindo que o jogador cumpra seus objetivos de diversas maneiras — com um roteiro razoavelmente permissivo — ainda existem linhas gerais que devem preenchidas.

Passa a grana!Tudo indica que GTA se tornará cada vez mais dinâmico, algo que pôde ser notado durante a própria evolução do game. Em Grand Theft Auto IV, por exemplo, o jogador tinha de realizar algumas escolhas no game, como matar ou deixar viver e optar por seu comparsa favorito.

Entretanto, as escolhas morais ainda não aterrissaram definitivamente na série. Em diversos outros jogos desta geração, como
Fallout 3, o jogo parece se moldar conforme as ações do jogador. Existe até mesmo um game com um estilo muito parecido com o de GTA IV que traz este recurso: InFamous.

Para um jogo tão cinematográfico quanto GTA, certamente estas escolhas poderiam influenciar no estilo do game. Entretanto, é bem provável que a Rockstar consiga criar uma aventura com duas caras. E, pelos vestígios supracitados presentes em GTA IV, é bem provável que no próximo jogo iremos conferir mais destas escolhas.

Outro elemento que seria muito bem-vindo é a adição de diversos finais distintos. No jogo, existem alguns pequenos ajustes que podem até alterar, minimamente, o final de cada game. Entretanto, não há nada que se compare à diferença entre os finais de
Silent Hill. Como há um grande foco na trama, vários finais distintos aumentariam ainda mais o nível de replay do game.

Um verdadeiro gigante

Em todos os sentidos

San Andreas contava com um esboço de personalização.GTA cresceu, cresceu e continua crescendo, superando até mesmo quem não fazia parte do mesmo jogo quando quebrou os recordes de toda a indústria do entretenimento — algo que posteriormente foi superado por Call of Duty: Modern Warfare 2. Os jogos são produções cada vez maiores, com custos estratosféricos e uma legião de atores de peso emprestando suas vozes aos personagens.

Logo, é bem fácil prever que GTA dominará o mundo. Calma, não se assuste. Quando fazemos esta afirmação, estamos tratando da abrangência do game. Mas, como assim? Bem, quem ouviu falar do gênero MMO — jogos de multiplayer em massa — provavelmente entenderá a mensagem que estamos tentando passar.

Sim, Grand Theft Auto pode se tornar um gigantesco MMO. Se você acompanha o Baixaki Jogos há algum tempo, provavelmente deve se lembrar de
All Points Bulletin, um título que leva a proposta da série da Rockstar ao extremo, graças ao formato massivo.

Sem dúvidas, seria excelente vermos um título da série com uma proposta tão grandiosa. E, quem acha que MMO e história não combinam está muito enganado. Um belo exemplo que quebra este tabu é
Star Wars: The Old Republic, que promete trazer milhares de jogadores e uma trama digna da série de George Lucas.

Em suma, um MMO baseado no universo de GTA seria perfeitamente possível. Já imaginou viajar por Liberty City, Vice City e San Andreas para realizar quests completamente malucas? Quem sabe um dia.

Falando em MMO, outro elemento que muitos dizem faltar em GTA é a customização do personagem. Em Grand Theft Auto: San Andreas, este recurso aparece de maneira discreta, permitindo ao jogador treinar e alterar algumas características de seu personagem. Mas nada muito avançado e que mudasse completamente o rosto do protagonista. Um modo de customização é algo complicado para um game que conta com personagens tão marcantes, mas em um MMO isto seria indispensável.

Outro fator curioso é que, em toda a série, não há nenhuma personagem feminina como protagonista. Recentemente, diversos rumores surgiram na internet, sugerindo que no próximo game da franquia o jogador controlará uma beldade. É claro que nada foi confirmado — a Rockstar também é conhecida pelos seus segredos.

Ainda mais controverso

Isso é possível


Por último, mas não menos importante, trazemos uma das características do game: ser controverso. Desde seu lançamento, a série vem incomodando advogados e pais do mundo tudo, sendo até mesmo constantemente relacionadas como a principal causa de alguns crimes. Obviamente, muitas vezes as acusações são infundadas.

Tradicionalmente controverso.


Mas, a cada jogo a Rockstar consegue surpreender — e espantar — ainda mais. Em Lost and Damned, a série trouxe o primeiro nu frontal masculino dos video games, deixando alguns completamente horrorizados e outros sem fôlego de tanto rir. Neste ritmo, é impossível prever o que virá pela frente. Mas, certamente, o jogo ainda renderá muitas controvérsias. Uma surpresa que vale a pena esperar.

Grand Theft Auto ainda deve viver muito e, se tudo der certo, trará ainda mais diversão aos jogadores do mundo inteiro com suas propostas inusitadas e cativantes. Uma série respeitada que jogadores sempre recebem de braços abertos. Se você também tem algum palpite sobre a evolução da série, não deixe de comentar!