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domingo, 10 de janeiro de 2010

nada de impossivel?

http://www.youtube.com/watch?v=_FWHOC97rZ8&NR=1
esse video e bem engracado que cara ta falando, esse jogo e impossivel ou nao?

valeu pessoal video game grasil

VIDEO DE ANIVESAIRO DE PS, MAS E PIADA DE VIDEO

http://www.youtube.com/watch?v=j4AzGiyjejg

valeu pessoal video game brasil

Metal Gear Solid 3: Subsistence É PRIMEIRO LUGAR TOP JOGO DE PS2

Metal Gear Solid 3 Subsistance é uma readaptação com pequenas melhorias para o jogo Metal Gear Solid 3: Snake Eater. Este título perpetua as principais características da série, com algumas pequenas melhorias em termos de jogabilidade, além de alguns extras que beneficiam especialmente os mais ávidos fãs da série.

A principal novidade é um novo foco dinâmico de câmera em terceira pessoa, que facilita os movimentos de Snake assim como ajuda na movimentação pelo cenário. Junto ao jogo, estão os 2 primeiros títulos de toda a história da franquia, ainda na plataforma MSX, em versão emulada. A história — o resgate de um cientista dotado de conhecimentos importantes, que está nas mãos da terrível União Soviética — permanece o mesmo, assim como os ótimos gráficos, permeados pela selva e densas florestas, e uma trilha sonora de qualidade e participativa com a jogabilidade.

Diante desses fatores, Metal Gear Solid 3: Subsistance é apenas uma melhoria ligeira para a versão Snake Eater, o que não faz do jogo nem um novo título, nem mesmo uma expansão.Conheça a saga de Hideo Kojima, um gênio dos video games.

Setagaya, Tóquio, 24 de agosto de 1963. Nasce, então, uma das mentes mais brilhantes no mundo dos video games: Hideo Kojima (ou 小島 秀夫). O atual produtor de jogos eletrônicos se mudou para a cidade de Kobe aos três anos de idade. Depois Shiraski. Depois Kawanishi. E, desde então, uma ambição começou a brotar... Diretor de cinema.

Um ícone dos games

Epa, diretor de cinema? É isso mesmo. O pai da fantástica franquia conhecida como Metal Gear (mais além, Metal Gear Solid) não embarcou diretamente nos games. Antes de pensar na carreira cinematográfica, Kojima também aspirou algo na área de ilustrações artísticas, mas foi desencorajado logo no começo de sua vida. Por quê? Bem, um simples — e um tanto clichê — motivo: mercado desfavorável.

Aberto a críticas e sugestõesMuitas pessoas afirmam que, no Japão, é comum procurar empregos com estabilidade e segurança ao invés de, digamos, "seguir os próprios sonhos". Portanto, o pequeno nipônico, por mais que vivesse sozinho na maior parte do tempo, não conseguiu colocar suas ideias profissionais em prática.

Felizmente, um hobby levou Kojima a enveredar por outros caminhos. Sim, o japonês gostava de assistir filmes nas horas vagas, mas os video games eventualmente acabaram participando de seu lazer. Durante o curso de Economia na universidade, o jovem começou a ficar deslumbrado por títulos de consoles como Super Mario Bros. (Shigeru Miyamoto) e Portopia Renzoku Satsujin Jiken (Yuuji Horii) e não tardou para que finalmente ingressasse na indústria de video games.

Foi um quarto ano de universidade muito influente na história do mercado de jogos eletrônicos.


Hideo Kojima
Uma carreira de sucesso


Em 1986, Kojima ingressou na divisão para computadores pessoais MSX da Konami, a tão conhecida distribuidora de games. Funções: designer e "planejador". Os primeiros anos de empresa foram duros para ele. Ideias menosprezadas, falta de intimidade com programação de jogos, diversas falhas... É curioso pensar nisto, mas Hideo Kojima quase deixou a companhia logo no início de sua carreira.

Há muitos anos, na Konami do Japão...

Pontos de partida? Bem, o primeiro jogo que contou com a participação do japonês foi Penguin Adventure, uma sequência do título Antarctic Adventure. Nesse caso, Kojima atuou como diretor assistente. Mas, em 1986, o produtor finalmente teve a chance de participar do desenvolvimento de um game. Lost World, infelizmente, foi rejeitado pelos superiores do desenvolvedor.

Cerca de um ano depois, veio a bomba. Metal Gear (1987), o primeiro jogo de Hideo Kojima, foi lançado para a plataforma MSX2 no Japão e em certas regiões da Europa. Solid Snake aparece pela primeira vez para revolucionar a história dos video games. Mais tarde, a divisão da Konami conhecida como Ultra Games criou uma versão para o NES (Nintendo Entertainment System), um tanto criticada por Kojima devido às mudanças criadas.

O produtor sempre foi influenciado por longas-metragens. Isso consta claramente em Snatcher, projeto concretizado em 1988 nas plataformas NEC PC-801 e MSX2. O filme Blade Runner é bastante semelhante ao game, que teve sua trama cortada devido à falta de tempo no desenvolvimento.

Comentários de pesoMGS na TGS

Ascensão constante

A partir de 1990, só alegria. Infelizmente, certos games de Kojima foram lançados apenas no território nipônico. Além disso, a versão do primeiro Metal Gear para NES recebeu Snake's Revenge sem o envolvimento do produtor no projeto. O bom é que o título levou Kojima a criar uma verdadeira sequência para o game original. Metal Gear 2: Solid Snake foi um dos últimos jogos desenvolvidos para MSX2 e apareceu mais tarde no game Metal Gear Solid 3: Subsistence, lançado em 2006.

Enfim, o que importa é que títulos interessantes começaram a aparecer no mundo dos games desde a inclusão de Hideo Kojima na indústria. Um novo Snatcher (1992), Policenauts (1994) e, por fim, Metal Gear Solid. Solid Snake causou estrago quando reapareceu em 1998 no primeiro PlayStation. E como.

Fábrica de diversãoGráficos em três dimensões, trabalho de vozes e uma ambientação digna de filmes de Hollywood foram apenas o começo. A trama de Metal Gear Solid foi uma das obras-primas de Kojima, agora uma celebridade na mídia dos video games.

Mas Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty mexeu ainda mais com as mentes dos jogadores. Lançado em 2000 para PlayStation 2, o segundo jogo da série simplesmente explodiu. Visuais espetaculares que combinaram perfeitamente com um enredo envolvente e intrigante. Mais uma vez, Kojima acerta em cheio.

Então, Zone of the Enders: The 2nd Runner (PS2) e Boktai: The Sun Is in Your Hand (Game Boy Advance) foram lançados, mas não fizeram tanto sucesso quanto a série de Solid Snake. Falando nisso, é importante mencionar que um time de desenvolvimento da Konami resolveu criar Metal Gear Solid: The Twin Snakes, nada mais que um remake do primeiro MGS lançado para GameCube em 2004 com muitos elementos de jogabilidade presentes no segundo game.

Em seguida, veio Metal Gear Solid 3: Snake Eater. Este game é fortemente caracterizado pela nova abordagem realizada por Kojima: ambientes fechados. Além de Snake Eater, o produtor também trabalhou em Boktai 2: Solar Boy Django, uma expansão satisfatória para o primeiro Boktai. Tudo em 2004.

Depois disso, apenas sucessos. Metal Gear Ac!d, para PlayStation Portable (PSP), Metal Gear Ac!d 2, aparição de Solid Snake em Super Smash Bros. Brawl, Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots... Por mais que Kojima tenha dito que Guns of the Patriots foi o último MGS no qual ele participaria, surgiram dois novos games: Metal Gear Solid: Rising (como produtor) e Metal Gear Solid: Peace Walker (como produtor, roteirista e diretor).

Durante a Electronic Entertainment Expo (E3) deste ano, uma pequena surpresa. Castlevania: Lords of Shadow (PS3 e Xbox 360) contará com a participação de Hideo Kojima. E, como se isso não bastasse, o desenvolvedor já está preparando novos projetos para a alegria dos fãs.

Um dos novos filhos de Kojima

Tudo isso faz jus às próprias palavras do produtor durante o recebimento de um Lifetime Achievement Award no MTV Game Awards 2008, na Alemanha:

"Eu tenho que dizer que, mesmo tendo recebido este prêmio, eu não me aposentarei. Eu vou continuar a criar jogos pelo resto da minha vida."


Impacto
Paixão pelos games


O que falar da repercussão de Hideo Kojima no mundo dos video games? Nada que os nomes Metal Gear, Snatcher, Policenauts, Zone of the Enders e Boktai não possam expressar. O reconhecimento é global, visto que o trabalho do produtor é simplesmente surpreendente.

Kojima já foi vice-presidente da Konami Computer Entertainment Japan, mas atualmente trabalha como diretor executivo e chefe de desenvolvimento da Kojima Productions. O blog do produtor conta com quase 14 milhões de acessos.

Clique e conheça o blog de KojimaO japonês, ainda, já apareceu em várias listas de "Top 10" referentes a diretores de jogos Em 2008, a Next Generation Magazine colocou o produtor na sétima posição na lista de Hot 100 Developer 2008. Além do prêmio recebido durante o MTV Game Awards 2008 da Alemanha, Kojima foi condecorado com um Lifetime Achievement Award durante a GDC (Game Developers Conference) de 2009.

E qual o segredo para tamanho sucesso? O constante esforço e a superação a cada trabalho feito são dois dos pilares, sem dúvida, Há quem diga, porém, que a forte afinidade de Kojima por filmes forme um diferencial importante. De fato, o próprio desenvolvedor deu a entender que a ambientação e a trama de um jogo eletrônico são cruciais para um entretenimento de qualidade.

(PS2)

GRAFICO 10
SOM 10
HISTORIA 10
JOGABILIDADE 10

VIDEO


Dark Void


Dark Void traz uma singular mistura entre combate terrestre e aéreo e dúzias de tecnologias utópicas. Isso tudo colocado sobre um pano de fundo envolvendo deidades ancestrais, alienígenas e cenas de ação em ritmo acelerado.

Dark Void enfoca uma luta velada de alguns poucos seres humanos contra a dominação de uma raça alienígena. Sendo conhecidos durante muito tempo como deuses, os Watchers manipularam a humanidade para servir aos seus propósitos. Durante a trama, o jogador assume o controle de Will, um piloto de aviões comerciais que por acaso acaba sendo tragado para a dimensão alternativa dos Watchers após sobrevoar a região do Triângulo das Bermudas.

A maior parte ação realmente vertiginosa do jogo acontece durante os combates aéreos. Após passar algum tempo na dimensão alternativa, Will entra em contato com algumas amostras da avançada tecnologia dos Watchers. Seja por meios lícitos ou ilícitos (roubando mesmo), Will eventualmente poderá contar com um Jet Pack e também outros veículos aéreos.

Não obstante, muito do jogo ainda demandará um clássico tiroteio sobre duas pernas, o que utilizará, é claro, algumas armas saídas diretamente de clássicos de ficção-científica, mas também não deixa de lado armas mais tradicionais como uma metralhadora ou a boa e velha granada.

(XBOX 360,PS3,PC)

GRAFICO 10
SOM 9,9
HISTORIA 9,4
JOGABILIDADE 10

VIDEO

Dragon Ball: Raging Blast


Fãs de Budokai Tenkaichi, fiquem a postos. A desenvolvedora da franquia, a softhouse Spike, resolveu trazer DBZ também para a nova geração, desembarcando algo como um “sucessor espiritual” de Budokai Tenkaichi. Intitulado Dragon Ball: Raging Blast, o título pretende se apóia nos mesmos pilares que mantiveram o sucesso a toda prova da consagrada franquia do PS2 . Entre eles, batalhas extremamente dinâmicas e arenas literalmente colossais.

Um dos elementos mais inconfundíveis das batalhas em DBZ certamente são as imensas arenas ao ar livre. Isso não é diferente em Raging Blast. Você poderá andar e voar através de cânions e pradarias sem fim, explorando cada pequeno detalhe do cenário — que, nunca é demais frisar, é de fato bastante extenso —, conforme controla o seu deslocamento vertical e horizontal respectivamente com os gatilhos e o direcional.

A geografia do cenário também deve servir para algo mais além de compor a paisagem. São várias reentrâncias para se utilizar em tocaias, e também será possível destruir partes do cenário para provocar dano no oponente, ou mesmo arremessá-lo para dentro de uma estrutura destrutível.

Entretanto, os combates propriamente ditos não fogem muito da fórmula consagrada de Budokai Tenkaichi. Dessa forma, quem já criou calos com a franquia do PS2 provavelmente vai encontrar em Raging Blast uma jogabilidade bastante familiar.

(XBOX 360,PS3)

GRAFICO 9,3
SOM 9,0
HISTORIA 9,4
JOGABILIDADE 7,5

VIDEO


MAG


A proposta central de MAG (Massive Action Game, ou jogo de ação em massa) é a seguinte: ação, mas muita ação com a participação de até 256 jogadores simultaneamente em um combate. Tal característica inovou no gênero FPS devido à enorme proporção dos combates.

MAG terá sua ambientação embasada em cenários distintos, nos quais a contratação de serviços militares privados é fundamental para a ascensão ao poder. Ao todo, são três facções principais que tomam parte do conflito mundial: Raven, Valor e SEVR. Cada uma possui características específicas para que os gamers possam diferenciar os combatentes nos grandes campos de batalha.

Quanto à jogabilidade, nada inovador. O game é um prato cheio para os fãs da série Call of Duty, tamanha a quantidade de semelhanças entre as duas mecânicas de jogo. Simples e acessível, MAG oferece conjuntos de armas e acessórios para que os jogadores possam entrar em combate de forma efetiva.

Trabalho em equipe é um dos pontos-chave para a vitória. Levando em consideração que os mapas são simplesmente enormes, muita ação toma conta da tela a todo o momento. Modos diversificados de jogo e missões variadas fazem com que os gamers mantenham sua concentração nas emocionantes batalhas de MAG.

(PS3)

GRAFICO 9,8
SOM 9,4
HISTORIA 9,2
JOGABILIDADE 10

VIDEO

sábado, 9 de janeiro de 2010

uncharted 2


Em 2007, a Naughty Dog (reponsável também por jogos das franquias Crash Bandicoot e Jak & Daxter) lançava Uncharted: Drake’s Fortune. O game contava com uma fórmula semelhante à Tomb Raider, mas com diversos elementos que o tornaram único. Em 2009, a seqüencia para o aclamado game chega às prateleiras com recursos que o tornam ainda mais incrível.

Desta vez, Nathan Drake, protagonista do primeiro jogo, não estará buscando respostas sobre seu misterioso ancestral, Sir Francis Drake, em uma ilha paradisíaca. Em vez disso, o herói embarca em uma aventura em que segue os passos de ninguém menos que o explorador Marco Pólo. O objetivo de Drake é encontrar um valioso item capaz de realizar um desejo de seu proprietário. Mas Nathan não é o único que está procurando o artefato.

Inimigos serão encontrados por toda a parte, em ambientes que agora se encontram muito mais variados que os da versão anterior. Mesmo com a possibilidade de enfrentar seus inimigos com ataques corporais ou usando armas, em alguns momentos, é recomendada total discrição. Graças a um novo recurso, Drake é capaz de passar despercebido por seus oponentes e evitar combates desnecessários que poderiam atrasar seu progresso.

Em momentos de pancadaria, você pode contar com a habilidade de cobertura, que agora está revigorada e com diversos aprimoramentos. O jogador também pode utilizar suas armas em diversas posições diferentes, algo que facilita os combates. Há também os mini-games de contexto, que já estavam presentes no primeiro jogo, que também sofreram diversas alterações.

A Naughty Dog está buscando usufruir ao máximo do potencial do PlayStation 3 com Uncharted 2: Among Thieves. Enquanto o original usava cerca de 30 por cento da máquina da Sony, a segunda versão deve aproveitar em 100%. Além disso, o jogo não traz nenhuma tela de carregamento (loading).

(PS3)

GRAFICO 10
SOM 10
HISTORIA 10
JOGABILIDADE 10

VIDEO

Uncharted: Drake's Fortune


Uncharted: Drake's Fortune é um jogo de tiro em terceira pessoa que, à primeira vista, remete diretamente às aventuras de Lara Croft em sua série longeva, Tomb Raider. O jogo apresenta uma jogabilidade simples, apresentação gráfica descomplicada além de uma história onde o jogador, um aventureiro nato, procura tesouros ocultos em uma ilha cheia de mercenários que compartilham o mesmo interesse do protagonista — Drake.

Ao contrário do que ocorre em games com o mesmo enredo, como Far Cry, Drake deve usar bastante sua capacidade de esquiva e de se esconder em obstáculos, já que Drake's Fortune exige a busca por proteção contra tiros a todo momento, em uma mecânica que lembra Gears of War. A qualidade gráfica apresenta muitos elementos dinâmicos, como folhas e poeira flutuantes que enriquecem o cenário. O uso do sensor de movimento, SIXAXIS, será aproveitado em alguns momentos, como nas ocasiões onde Drake deve se equilibrar durante a passagem por um tronco.

Uncharted: Drake's Fortune é um título exclusivo para o Playstation 3.


(PS3)


GRAFICO 10

SOM 10

HISTORIA 10

JOGABILIDADE 10


VIDEO

http://www.youtube.com/watch?v=2r9opp1MsNQ

Naruto: Ultimate Ninja Storm


Naruto Ultimate Ninja Storm é o primeiro título da franquia de jogos luta, Ultimate Ninja para o PS3. Baseada no famoso anime e mangá japonês, Naruto, o jogo, assim como os títulos anteriores da série, apresenta um vasto elenco de personagens, bem como uma série de novidades a franquia.

O novo modo história permite que os jogadores passem pelos eventos mais importantes da versão animada, desde o primeiro arco de histórias até os primeiros eventos da nova série Naruto Shippundenn.

Além disso, o jogo traz um novo sistema de parceria, no qual você poderá acionar dois companheiros a qualquer momento da luta. Esta equipe de apoio irá ajudá-lo a causar mais dano em seus oponentes. Ultimate Ninja Storm também oferece uma enorme quantidade de missões paralelas, cenários exuberantes e jogabilidade dinâmica.


(ps3)

GRAFICO 10
SOM 10
HISTORIA 10
JOGABILIDAE 10

VIDEO

Call of Duty: Modern Warfare 2


Modern Warfare 2 é a sequência do aclamando game homônimo que debutou em diversas plataformas da atual geração. Nesta versão, exclusiva para PlayStation 3, PC e Xbox 360, os jogadores passam por diversos ambientes diferentes para tentar manter a ordem mundial.

O game mantém a narrativa que se iniciou no primeiro game, com o mundo enfrentando uma instabilidade política da Rússia. Com isso, algumas pessoas estão aproveitando a situação para criar um estoque de armas e assegurar a potência militar da própria Rússia.

Mesmo com a morte do vilão Zakhaev, responsável pelas atrocidades do primeiro jogo, a situação não deve estar muito melhor. O novo rosto do terrorismo global é um ex-associado de Zakhaev chamado Makarov. O inimigo usa como desculpa a vingança da morte de seu aliado para causar toda a destruição. Além de ser um sociopata, Makarov ainda possui uma base poderosíssima na Rússia, que é uma ameaça para todo o mundo.

Outro fator interessante é o nível de dificuldade, que foi significativamente aprimorado. Os momentos em que você encarna enfrenta um número elevado de oponentes devem ser muito mais intensos do que na versão original do game. Espere por tiroteios abundantes e muitos inimigos aparecendo simultaneamente na tela. Mas, felizmente, você conta com uma nova opção para derrotá-los: um escudo.

Além do seu novo equipamento, que promete ser muito útil quando usado estrategicamente, o game também conta com um modo de jogo em que é possível jogar cooperativamente com um amigo. Com isso, as coisas se tornarão ainda mais intensas, mas você terá a chance de bolar estratégias muito mais complexas quando acompanhado de uma mente humana. Infelizmente a empresa ainda não revelou se o modo, intitulado Special Forces, será online ou offline.

O bacana de tudo isto é que, mesmo contendo uma trama linear, você poderá realizar os objetivos de diversas maneiras. Basicamente, os jogadores terão a chance de explorar praticamente todo o nível para cumprir suas missões, escolhendo os caminhos mais adequados ou mais desafiadores. Sem dúvidas, uma adição bem-vinda, que permitirá ao jogador desfrutar do game várias vezes.


(XBOX 360,PS3,PC)


GRAFICO 10
SOM 10
HISTORIA 10
JOGABILIDDE 10

VIDEO

CALL OF DUTY 4


Call of Duty 4: Modern Warfare é um jogo de tiro em primeira pessoa, que se passa em tempos modernos. Ao contrário de toda a franquia, o jogo não retrata os campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, mas, principalmente, cenários da Rússia e do Oriente Médio, nos quais o jogador assumindo o papel de militares da Força Especial britância SAS e da Force Recon, as Forças Especiais da Marinha dos EUA.

Apesar do fundo histórico ser outro, Modern Warfare mantém o mesmo ritmo de ação acelerado que consagrou a franquia, colocando o jogador em missões, em que se controla as armas do avião de ataque AC-130, e os helicópteros Blackhawk e H1 Super Cobra, além dos mais variados veículos terrestres de guerra. Como o jogo se passa em novo cenário, os fãs da franquia dispõem de um arsenal moderno, entre os quais se destacam lança-granadas, sub-metralhadoras, mísseis guiados, rifles de assalto e pistolas automáticas.

O modo multiplayer das versões para o PC, Xbox 360 e PS3, chega com um sistema inovador, no qual o jogador pode criar classes de soldados e acumular pontos de experiência ao matar os inimigos e completar objetivos de desafios. Na versão para o DS, pode haver quatro jogadores em conexão local, sem suporte para o Wi-Fi.

Call of Duty 4: Modern Warfare se destaca como um dos shooters mais esperados da nova geração, apresentando gráficos que levam ao máximo as capacidades de hardware de cada console, com cenários e modelos de personagens realistas e uma jogabilidade fluida, principalmente, nos momentos de maior ação.

(XBOX 360,PS3,PC)
GRAFICO 10
SOM 10
HISTORIA 10
JOGABILIDADE 10

VIDEO




pirata para o ps3

Hacker pode ter conseguido piratear jogos do PS3.
Parece que um hacker conseguiu o que parecia improvável, uma maneira de rodar cópias piratas de Motorstorm, Pro evolution Soccer 2008, Killzone 2 e Burnout Paradise no seu PlayStation 3.

Aparentemente o processo é rudimentar e ainda apresenta muitas falhas, sendo que o suposto hacker só conseguiu rodar cópias desses quatro títulos. O processo, que ainda não foi confirmado, exige uma versão antiga do PS3 (que não seja a Slim). Além disso, o pirata de plantão ainda precisará de uma cópia do Windows XP instalada no console e outros programas de cópia de DVDs, bem como as versões originais dos jogos acima citados.

Seria esse o início da pirataria no PlayStation 3? O vídeo é questionável, mas os rumores de pirataria no PS3 não são nenhuma novidade. A Sony não se manifestou a respeito e parece não se preocupar muito com o novo boato.

ver video ai


valeu pessoal abraco video game brasil

lembra da historia de video game

Como foram os saltos entre as gerações?
Se você acompanha o Baixaki Jogos há algum tempo, provavelmente deve conhecer — e muito bem — a história e praticamente tudo relacionado ao gigantesco universo do entretenimento eletrônico. Mas, desta vez, resolvemos nos aprofundar em algo inexplorado e muito interessante.

Certamente, contamos com diversas gerações no mundo dos games — sete, para ser mais preciso. Como você pode imaginar, muita coisa aconteceu do início desta febre até a atualidade. Mas o que exatamente mudou de uma geração para outra? Quais foram as novidades? É isso que você confere neste especial preparado pela nossa equipe.

Jogabilidade, gráficos, acessórios, som, estilos e até mesmo o modo de como os video games passaram a ser vistos são apenas alguns dos elementos que sofreram drásticas mudanças durante todo este tempo. Além disso, muitas inovações surgiram de uma geração para outra, trazendo conceitos que nunca haviam passado pela cabeça dos jogadores. Confira.

O começo de tudo


O começo de tudo
Jogar já é mais que suficiente


Como se pode imaginar, na primeira geração, jogar era a grande novidade. Antes do lançamento do lendário Odyssey, o primeiro video game conectado à TV, tudo o que tínhamos à disposição eram computadores gigantescos que proporcionavam jogos os quais, na concepção atual, nem poderiam ser considerados como video games.

Mas, o Odyssey trazia uma experiência que pode ser considerada como base estrutural do que temos hoje. Em simples jogos como Tennis e Hockey, até dois jogadores podiam disputar partidas. Na primeira versão do console, não haviam cartuchos, apenas os jogos embutidos na memória. Outro fator interessante é a ausência do HUD, ou painel de informações em jogo. Os jogadores tinham de marcar os pontos manualmente.

Em suma, trata-se de uma geração demarcada pelo surgimento dos video games. E, neste caso, jogos eram como muitos brinquedos, sendo realmente limitados e com poucas possibilidades. Não havia nem como jogar contra o computador, algo que só se tornou possível com a inclusão dos microprocessadores nos consoles. Na realidade, os jogos eram como uma espécie de substituto para os esportes, por isso o foco na competitividade e na interação entre os jogadores. Daí o termo “jogo eletrônico”, ou video game (jogo em video).


O grande salto
Os games são “pop”


Finalmente, com a chegada do lendário Atari 2600, em 1977, os video games começavam tomar sua forma contemporânea. Por quê? Os cartuchos eram introduzidos ao mundo do entretenimento eletrônico. Finalmente, os jogadores poderiam trocar de games como trocavam de blusa, algo que contribuiu, e muito, para o crescimento da indústria.

Logo, o Atari se tornaria sinônimo de diversão, e muitas outras empresas começavam a enxergar grandes possibilidades lucrativas neste novo ramo. Com o Atari, muita coisa mudou. O salto se concretiza pela chegada de uma espécie de versão “beta” da inteligência artificial. Ao contrário dos consoles antecessores, o Atari 2600 já permitia jogos em single-player, incluindo até mesmo games com uma espécie de campanha.

Basta observar exemplos como Superman, por exemplo, que oferecia uma proposta que ia além de apenas acumular pontos. Além disso, os gráficos simplórios da geração anterior se tornaram história, pois surgiam as primeiras representações virtuais que faziam o jogador acreditar que aquele monte de quadrados era, na realidade, um super-herói charmoso.

Quanto ao som, a evolução também é nítida. Anteriormente, eram emitidos apenas um ou dois ruídos. Com a chegada do Atari, surgiam algumas melodias e até sons que tentavam imitar a realidade. Não há como não se lembrar da “musiquinha” de Pitfall ao saltar com a ajuda dos cipós.

Nesta geração, a popularização dos consoles foi evidente. Finalmente, os games se tornavam populares, o que resultou em um gigantesco salto para a indústria devido à demanda do público.

Nasce um ícone
A era dourada dos games


Mas, foi na década de 1980 que os jogos eletrônicos se consolidaram definitivamente no mercado. Após uma intensa crise dentro da indústria, os games deram a volta por cima e se superaram. Tudo isto se deve, basicamente, a uma empresa, que ainda continua firme e forte no mercado: a Nintendo. Com o lançamento do Famicom, ou Nintendinho, como é conhecido por aqui, o mundo dos games jamais foi o mesmo.

Conhece esta figura?Na geração passada, tínhamos jogos com gráficos razoavelmente ilustrativos, os quais, mesmo esforçados, ainda obrigavam o jogador a imaginar o que era aquele monte de quadrados. Com a chegada do Nintendinho, o salto foi simplesmente gigantesco. Basicamente, ainda tínhamos um console de mesa com entrada para dois joysticks — que, agora, não eram mais alavancas e sim os famosos gamepads — e para cartuchos. Entretanto, o hardware era muito mais avançado, permitindo a criação de jogos que até hoje são respeitados como grandes clássicos.

O Nintendinho trazia consigo gráficos coloridos e completamente convincentes. Ao visualizar um game para o console pela primeira vez, muitos se impressionavam por, finalmente, estarem se deparando com algo que realmente poderia ser chamado de uma representação visual do ser humano. Basicamente, você conseguia identificar o que estava observando sem precisar pedir ajudar para alguém.

A Big N provou que os consoles de mesa não eram apenas simples brinquedos, trazendo propostas que iam muito além de tudo que já havia sido visto no entretenimento interativo. Basta observar o lendário Super Mario Bros., game que revolucionou os jogos pela sua proposta e por ser extremamente cativante. Mario trazia consigo uma proposta inédita, com foco simultâneo na narrativa e na aventura.

Falando em narrativa, é importante ressaltar que foi durante esta geração que surgiram os primeiros games com uma trama contextualizada com a ajuda de informações no formato de texto.

Quanto ao som, muitas das trilhas sonoras dos games ainda mantêm-se guardadas na memória de diversos jogadores. Melodias completas podiam ser ouvidas com uma qualidade sem precedentes, gerando faixas que simulavam diversos instrumentos. Os ruídos também eram absolutamente incríveis.

O console também iniciou a popularização dos acessórios extras, como pistolas e até mesmo o lendário tapete sensível à pressão — o qual ainda é muito utilizado em jogos de ritmo. A era 8-bits foi uma verdadeira maravilha.


Uma geração Super
Em todos os sentidos


Durante a quarta geração, iniciava-se uma espécie de guerra fria dos games, a qual envolvia a Sega e a já conhecida Nintendo. A disputa era intensa, e isto resultou em muita diversão para os jogadores — acredite. Com esta briga, surgiam jogos de extrema qualidade, trazendo propostas ainda mais inovadoras. Novos gêneros surgiam, e os antigos desfrutavam de aprimoramentos memoráveis.

Que saudadesOs consoles mantinham uma estrutura semelhante aos seus predecessores, contando com duas entradas para joysticks e um slot para cartucho. Entretanto, jogabilidade do Super Nintendo, por exemplo, exigia um gamepad mais complexo, desta vez com seis e não apenas dois botões e um direcional.

Nesta época surgiram grandes franquias de empresas terceirizadas, como é o caso de Final Fantasy e dezenas de outros títulos, por exemplo. A trama também se tornou mais elaborada, o que acabou gerando jogos em série — algo também inovador para a época.

Os gráficos desta geração eram simplesmente impressionantes. O salto foi enorme, e os jogadores podiam conferir muito mais detalhes em seus games, incluindo animações e representações tridimensionais — vide Star Fox. O som também se mostrava muito mais potente, com vozes bem definidas e trilhas ainda mais elaboradas.


Três é Demais
Apresentando os polígonos


Bem, na quinta geração, entrava em cena uma nova marca que revolucionaria, de uma vez por todas, o universo do entretenimento eletrônico. Quem? A Sony, ao lado de seu saudoso PlayStation. Saiam os cartuchos — com exceção do Nintendo 64, que continuou investindo nos chips com armaduras plásticas — e entravam os CDs, o que possibilitou a introdução de elementos inovadores.

Talvez uma das mais significantes, e impressionantes, novidades foram as CGs. Trata-se de clipes que contextualizavam, ou simplesmente ilustravam, os games através de animações de alta qualidade. Todos devem se lembrar das cenas de Final Fantasy VII ou até mesmo do assombroso Resident Evil.
http://www.youtube.com/watch?v=u5Y6Sza8Nt0&feature=player_embedded

Falando nisso, muitos gêneros encontraram novos horizontes, tudo graças ao novo modo de jogar. Agora, tudo era tridimensional, o que possibilitava novos modos de exploração e, consequentemente, a criação de novos gêneros. Felizmente, muitos títulos conseguiram se adaptar a esta nova era, como é o caso da série de Mario, por exemplo, que revolucionou com a chegada de Super Mario 64.

A quinta geração foi marcada pela introdução do termo tridimensional aos games. Com os novos recursos tecnológicos, os games começavam a se tornar ainda mais realistas, mesmo que muitos dos personagens fossem pontiagudos e relativamente longes de nossa realidade. O importante era a exploração de um ambiente que relembrava bastante o mundo em que vivemos.

Quanto ao áudio, o vasto espaço das mídias permitia trilhas sonoras orquestradas e jogos completamente dublados. Estávamos a poucos passos da tão sonhada perfeição, tornando esta geração a que trouxe as maiores mudanças da indústria.


Pela primeira vez, um “círculo redondo”!
Realismo e o console mais vendido de todos os tempos


A afirmação deste título pode até parecer meio estranha, mas foi nesta geração que os gráficos dos games começavam a desenhar, pela primeira vez, objetos realmente redondos. Inaugurada pelo famoso DreamCast, da Sega, esta geração foi consolidada pelo domínio da gigantesca Sony, que passaria a ser reconhecida como a gigante do ramo.

Todos os consoles desta geração contavam com mídias em disco, o que causou a extinção dos cartuchos. Entretanto, assim como na geração passada, era possível salvar o seu desempenho e outros elementos dos jogos em um cartão de memória, deixando de lado as palavras-passe das primeiras gerações. No DreamCast, a companhia foi além do esperado ao trazer um VMU (Visual Memory Unit), o qual, além de salvar seu progresso, também servia como um auxilio visual para o jogador, exibindo informações em tempo real durante o jogo.

Em termos técnicos, o avanço, novamente, foi gigantesco. Com 128 bits, os consoles conseguiam processar dados de tirar o fôlego, trazendo ambientes caprichados e muita ação na tela. Um dos grandes exemplos é o famoso God of War, que é considerado por muitos como um dos jogos mais belos do console da Sony.

O começo de uma era fantástica

Foi nesta geração que Bill Gates apresentou seu console ao mundo. E, falando em dinheiro, muitos dos games passaram a ser produções que envolviam milhões de dólares, como é o caso de Shenmue que, por muito tempo, foi o jogo mais caro da história.

Os direcionais analógicos, introduzidos no final da geração passada, passaram a ser indispensáveis para muitos títulos. Além disso, o Xbox, da Microsoft, introduzia um novo conceito para o que conhecíamos como multiplayer: jogar online. Outro fator interessante é que os games passaram a ser vistos como algo também adorado por gente grande.


Online, DLC e Wireless
Tudo em um só aparelho


Jogar games em sua TV era o princípio básico da primeira geração. Na sétima, você joga, assiste filmes, ouve música, acessa a internet, conversa com seus amigos, faz desenhos, vê fotos e ajuda o mundo com o poder de seu console. É, amigo, os tempos mudam.

Na era do Xbox 360, PlayStation 3 e Nintendo Wii, o mundo novamente desfrutou de uma revolução. A geração HD não reinventou a roda, como aconteceu na transição da quarta para a quinta. Entretanto, os aprimoramentos foram absurdos e a integração com o mundo online trouxe novas possibilidades.

Se considerarmos a jogabilidade, quase não há diferença entre o primeiro Xbox e o Xbox 360, por exemplo. Mas, se mencionarmos “Nintendo Wii”, a coisa esquenta. A Big N, que nas gerações passadas enfrentou dificuldades, simplesmente destruiu e destrói nas vendas, graças a ajuda do público casual que adorou a aposta da empresa nos controles intuitivos.

Além disso, tudo se tornou mais fácil. Nem mesmo precisamos sair de casa para adquirir jogos, e jogar com os amigos é algo que pode ser feito à distância e sem qualquer empecilho.

O visual alcançado nesta geração espanta qualquer um. Observe Uncharted 2: Among Thieves, o jogo mais bonito de todos os tempos, e notará o que estamos falando. As trilhas sonoras se igualam às faixas apresentadas em filmes hollywoodianos, e o custo de produção, também.

Um soco nunca foi tão bonito

Mas, se prestarmos muita atenção, os jogos ainda são os mesmos. Por quê? Você se pergunta. Bem, a estrutura ainda é a mesma de 40 anos atrás. Sentamos, pegamos o controle e desfrutamos de uma aventura em frente aos televisores. Mas, agora, tudo é mais enfeitado e detalhado. Querendo ou não, a essência dos games ainda continua viva, firme e forte.

E como será a próxima geração? Será que teremos um salto ainda maior? Aparentemente, quem dominará mesmo serão os controles sensíveis à movimento, algo que já é indicado pelas gigantes do ramo. Resta esperar.

video engracado

olha gente video game brasil como vai? , na boa ai?, xD então e isso ai pessoal , vou mostra video de game de piada veja isso aqui



esse e parte 1






e esse e parte 2


um cara fez personagen q chama o alex de jogo de ps3 xbox 360 e pc,nome de jogo e o

Prototype , e um jogo mas violencia quem tem,

entao vamo ver outro video aqui,


bem, eu vou colocar video de youtube aqui por que e mas rapido de carrega e claro


esse video e do metal gear solid, como os personagens ne?, e bem engracado como ele fez disso, veja outro aqui

valeu ai gente, abraco video game brasil